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farmaciaA Assistência Farmacêutica, da Secretaria de Estado da Saúde, abriu mais um posto de atendimento ao usuário do Sistema Único de Saúde(SUS). A nova unidade começou a funcionar hoje, 6, no Hospital Universitário(HU), em Teresina. Serão atendidos cerca de 700 pacientes com diagnóstico de doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn e retocolite ulcerativa.

“Aqui, os pacientes passam a receber o atendimento num só lugar, sem que tenham que ir à Farmácia de Dispensação do Componente Especializado, sendo que o medicamento é administrado aqui mesmo, no HU. Ganha o paciente, em comodidade, ganha o serviço público, na otimização dos resultados e no principio da economicidade”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, ao visitar nesta manhã, 6, as instalações do posto de atendimento, juntamente com o superintendente do HU, Dr. Miguel Parente.

O Hospital é referência na assistência especializada aos pacientes com doenças inflamatórias intestinais. Além da consulta e exames, o paciente passa a ter a garantia de receber também a dispensação, ou seja, a entrega de medicamentos no Hospital, explica o superintendente. “Otimizamos o atendimento médico dos pacientes com doenças inflamatórias intestinais. Num único lugar, o paciente vai poder fazer todo o atendimento clínico da sua área de saúde, receber o seu medicamento aqui no Hospital e depois a infusão aqui no Hospital, ou seja, a sua integralidade da assistência”, afirma.

A parceria é fruto de uma cooperação entre as duas instituições, pensando na melhor comodidade aos pacientes, que são atendidos em clínicas especializadas. O HU, por exemplo, atende mais de 70% dos pacientes com doenças inflamatórias intestinais.

Esta é terceira unidade de atendimento especializado. Duas outras funcionam no Centro de Hemoterapia e Hematologia do Piauí(HEMOPI), atendendo os pacientes com anemia falciforme, e também na Universidade Federal do Piauí(UFPI), por meio da farmácia escola, onde são atendidos pacientes com acne grave e dislipidemia.

O diretor da Assistência Farmacêutica, Jean Batista, afirma que a meta é estender para outras patologias e assim, ampliar a assistência aos pacientes. “Aquela unidade onde houver o atendimento com consulta, exame, nosso esforço é que o medicamento também seja disponibilizado no mesmo lugar”, comenta.

 

Sesapi

vacinaCrianças que não apresentarem cicatriz vacinal após receberem a dose contra a tuberculose – conhecida como BCG – não precisam ser revacinadas. A recomendação foi divulgada hoje (5) pelo Ministério da Saúde e está alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Técnico Assessor de Imunizações.

Por meio de nota, a pasta informou que estudos comprovaram a eficácia da vacina também em crianças que não ficam com cicatriz após a aplicação. A orientação, segundo o governo federal, foi encaminhada aos estados e municípios na última sexta-feira (1º).

Prevenção

De acordo com o ministério, a principal maneira de prevenir a tuberculose em crianças é por meio da BCG, ofertada gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). A dose deve ser dada ao nascer, nas maternidades, ou na primeira visita da criança ao serviço de saúde, o mais precocemente possível.

A vacina também está disponível na rotina dos serviços para crianças menores de 5 anos e protege contra as formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.

Cobertura

Dados da pasta mostram que a BCG é uma das doses com maior adesão atualmente no Brasil. Em 2017, a vacina registrou 96,2% de cobertura em todo o país – acima do preconizado pelo ministério, de pelo menos 90%.

Em anos anteriores, a taxa ultrapassou os 100%, sendo 107,94% em 2011; 105,7% em 2012; 107,42% em 2013; 107,28% em 2014; e 105,08% em 2015.

“Os gestores têm até o mês de abril para atualizar, no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), a situação vacinal local, mas dados preliminares já indicam uma cobertura, em 2018, de 87,5%.”

 

Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Aqui vai uma boa notícia: um delicioso banho quente de imersão (daqueles em banheira) pode te ajudar a queimar algumas calorias enquanto você relaxa. Pode acreditar. É a ciência que diz!

De acordo com uma nova pesquisa da Universidades Nottingham Trent e Loughborough (Reino Unido), publicada no Jornal de Fisiologia Aplicada, é possível queimar até 140 calorias no conforto de sua própria casa. Segundo os pesquisadores, para isso acontecer, basta permanecer por uma hora imerso em uma banheira com água a 39ºC. Os resultados foram obtidos a partir de testes com dez homens acima do peso.


Mas por que, afinal, tantas calorias são queimadas? “Quando você entra em um banho quente, seu corpo tem que evitar o superaquecimento”, explicou ao site de notícias ShorList o pesquisador Steve Faulkner, da Universidade Nottingham Trent. “Os vasos sanguíneos se dilatam para tentar transferir parte do calor do sangue para a atmosfera circundante. Essa mudança, então, tem impacto na pressão sanguínea. Por isso, para manter a pressão estável, a frequência cardíaca também aumenta”, diz ele. E você já deve saber: quando os batimentos se aceleram, aumenta o gasto calórico.

O estudo também descobriu que o banho quente de imersão é capaz de trazer outros benefícios: ele ajuda a manter níveis saudáveis ​​de açúcar no sangue e ainda melhora a qualidade do sono. Mas não pense em desistir dos exercícios e ficar apenas com os banhos de imersão para queimar calorias! Os pesquisadores alertam que a água quente não funciona como um atalho para o bom condicionamento físico.

 

boaforma

comidahospA cena é comum: pacientes internados em hospitais deixando seus pratos quase intocados. Há muitos fatores que concorrem para essa situação, como o mal-estar do doente, ou a comida que não tem gosto, mas o que um amplo estudo realizado nos Estados Unidos mostrou é que se alimentar mal durante a internação traz riscos para a vida da pessoa. Se um adulto mais jovem já sente o impacto em sua recuperação, o que dizer dos idosos? A importância de uma boa nutrição no ambiente hospitalar é subestimada, de acordo com o levantamento publicado no “Journal of Parenteral and Enteral Nutrition”.

A robustez da pesquisa não deixa margem de dúvida: foram checadas informações relativas a dez mil pacientes de 245 hospitais norte-americanos. A maioria come no máximo metade do que está no prato e esse déficit nutricional coloca um em cada três adultos em situação de risco. Quem deixa o alimento intocado tem seis vezes mais chances de morte e, entre esses que se recusavam a comer, apenas 11% recebiam algum tipo de suplemento.


A nutricionista Gail Gewirtz, fundadora e presidente da Nutrition Day, organização sem fins lucrativos, afirma que o problema, apesar de largamente disseminado, parece “invisível” nos hospitais: “sintomas como perda não intencional de peso e diminuição de energia muitas vezes são atribuídos ao diagnóstico inicial do paciente, mas podem estar relacionados a uma nutrição deficiente”.

Justamente porque é comum que os pacientes não tenham apetite durante o período de internação, é fundamental criar um ambiente favorável que os motive. No caso de limitação de mobilidade – ainda mais frequente entre idosos – o ideal é que alguém esteja presente para preparar os utensílios e até alimentar a pessoa. Também é importante checar a possibilidade de um plano B, como alternativas nutricionais ou algum tipo de suplemento. O assunto não pode ser subdimensionado e deve ser discutido com o médico e a equipe de nutrição, porque embute riscos de agravamento do quadro e redução nas chances de recuperação.

 

G1

Foto: https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Hospital_food#/media/File:Plateau_repas_hopital.JPG