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poluiçQue a poluição do ar pode aumentar o risco de doenças respiratórias e cardiovasculares muitas pessoas já sabem. Porém, um estudo feito na Bélgica mostrou que as mulheres grávidas precisam tomar ainda mais cuidado, pois a poluição do ar pode ir além dos pulmões e chegar até a placenta.

A pesquisa, realizada por cientistas da Universidade de Hasselt e publicada na revista científica ?Nature Communications?, detectou partículas de carbono negro, normalmente emitidas por escapamentos de veículos e usinas de carvão, em amostras de placentas doadas por 28 mães que haviam acabado de dar à luz.


Que a poluição do ar pode aumentar o risco de doenças respiratórias e cardiovasculares muitas pessoas já sabem. Porém, um estudo feito na Bélgica mostrou que as mulheres grávidas precisam tomar ainda mais cuidado, pois a poluição do ar pode ir além dos pulmões e chegar até a placenta.

Das 28 placentas, dez eram de mulheres que frequentam áreas de muita poluição, e outras dez de regiões menos poluídas. Quanto maior era a exposição às regiões com alto índice de poluição, maior era a concentração de partículas nas placentas. Os cientistas rastrearam partículas de carbono negro acumuladas na parte mais próxima do feto, perto da região onde surge o cordão umbilical.

 

Mesmo que essa descoberta não prove que as partículas atravessam o feto, ou que ela seja responsável por qualquer efeito nocivo aos bebês, é necessário tomar cuidado. "Como os órgãos fetais estão em pleno desenvolvimento, pode haver, sim, riscos à saúde", afirma Tim Nawrot, um dos autores da pesquisa.

Riscos da poluição do ar para a saúde

Para quem tem doenças respiratórias, como asma e bronquite, a poluição do ar pode ocasionar ainda mais crises. Ela também pode causar outras doenças cardiorrespiratórias, como arritmia cardíaca, aumento das crises de hipertensão, infarto do miocárdio, arteriosclerose, angina, AVC e outros males ligados à diminuição da circulação sanguínea.

Segundo o pneumologista Marcos Abdo Arbex, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, a poluição do ar em grandes centros afeta a quantidade de abortos espontâneos. "O aborto acontece por causa da diminuição da circulação sanguínea na região do útero, por conta dos processos inflamatórios provocados pelas partículas de poluição", explica Arbex.

 

Minha Vida

Foto: Gudella / iStock / Getty Images Plus

 

O ganho de peso associado aos psicofármacos é um dos efeitos colaterais que mais preocupam os pacientes. Portanto, esta é uma questão delicada que devemos levar em conta e tratar com uma atenção especial. As alterações no peso corporal são muito variáveis ​​de acordo com cada paciente e cada tratamento; por esse motivo, às vezes é difícil generalizar e estabelecer critérios comuns.

Muitos dos medicamentos utilizados no tratamento da ansiedade, da depressão, do transtorno bipolar, da esquizofrenia ou da epilepsia podem provocar um aumento ou uma diminuição de peso, com as correspondentes complicações associadas.

Está comprovado que os tratamentos que provocam ganho de peso são os que apresentam as maiores taxas de abandono. Nesses casos, é necessário prevenir com uma combinação adequada de dieta e exercício físico.

Em algumas ocasiões, o especialista pode modificar o tratamento, a dose ou as orientações para corrigir essa alteração e as complicações decorrentes dela, que às vezes podem se tornar bastante importantes.
Também existem muitos medicamentos que causam o oposto: perda de peso. Embora devesse causar a mesma preocupação, a verdade é que esse efeito colateral é mais bem aceito entre os pacientes.
É comum ouvir pessoas dizerem de maneira coloquial que “os antidepressivos engordam”. É verdade que o ganho de peso é um dos possíveis efeitos colaterais no tratamento com a maioria dos antidepressivos. No entanto, alguns medicamentos utilizados no tratamento da depressão são mais suscetíveis do que outros a causar aumento de peso. Por exemplo:

Alguns antidepressivos tricíclicos, como a amitriptilina, a imipramina e a doxepina.
Determinados IMAOs (inibidores da monoamina oxidase), como a fenelzina.
Alguns ISRSs (inibidores seletivos da recaptação da serotonina), como a paroxetina.
Mirtazapina, um antidepressivo atípico.
É importante ter em mente que o antidepressivo nem sempre é a causa direta do ganho de peso. Durante o tratamento da depressão, existem muitos fatores que afetam e que podem contribuir para esse efeito indesejado.

Em alguns casos, a própria depressão gera um ganho de peso devido à inatividade, ao sedentarismo ou à ansiedade por comida, que muitos pacientes sofrem nessa situação. Por outro lado, em algumas situações a depressão provoca uma diminuição no peso, e o tratamento antidepressivo, ao melhorar o humor, também aumenta o apetite e, portanto, o peso corporal.

Em suma, é fato que o ganho de peso é um efeito colateral de alguns psicofármacos antidepressivos. No entanto, para ser mais exato, também é preciso dizer que esta nem sempre é uma consequência direta do medicamento. Antes de tomar decisões ou suspender determinados medicamentos, você deve consultar um especialista.


O ganho de peso e as alterações no metabolismo corporal são os efeitos colaterais que mais preocupam os pacientes tratados com antipsicóticos. Isso é relevante por sua influência negativa na adesão aos tratamentos.

Os antipsicóticos clássicos geralmente causam um maior ganho de peso. Outros, como a clozapina, a olanzapina, a quetiapina, a risperidona e a ziprasidona, também. O lítio, a carbamazepina e o ácido valpróico, utilizados ​​no transtorno bipolar, também tendem a aumentar o peso corporal.

Além disso, a esquizofrenia está diretamente relacionada a alterações no metabolismo. Esses pacientes com problemas psicóticos são mais propensos a sofrer de obesidade, entre outros distúrbios.

Esse ganho de peso, seja por consequência da doença ou do medicamento, pode ser tratado por meio de intervenções no estilo de vida, como atividade física ou mudanças na dieta. Outras vezes, é necessário o uso de outros medicamentos adicionais para ajudar na perda de peso.

Conclusão

O ganho de peso é um efeito colateral do tratamento com determinados psicofármacos. No entanto, em muitas ocasiões, pode ser combatido e até evitado. Se for o caso de você apresentar esse problema, não hesite em consultar um especialista.

A adesão aos medicamentos é importante para evitar possíveis recaídas, especialmente nesses transtornos para os quais os psicofármacos são utilizados. Sempre é melhor modificar o tratamento do que simplesmente abandoná-lo.

 

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sarampooO Brasil registra 4.476 casos confirmados de sarampo até 18 de setembro de 2019, segundo o boletim epidemiológico publicado nesta semana pelo Ministério da Saúde. O país teve dois surtos da doença neste ano, um nos primeiros meses e outro, separado, que teve início em junho. A maioria dos casos pertence a esse segundo surto.

Desde 23 de junho, o país teve 3.906 casos confirmados de sarampo. Destes, 97,5% estão concentrados em 153 municípios do estado de São Paulo, principalmente na região metropolitana da capital. Portanto, somente 2,5% dos casos estão em outros 16 estados brasileiros.

Até o último boletim, foram notificadas quatro mortes por sarampo no Brasil, sendo três no estado de São Paulo e uma em Pernambuco. Dessas mortes, três foram em crianças menores de um ano. Somente uma foi em um indivíduo com mais de 42 anos de idade. Nenhum deles era vacinado contra o sarampo.


Campanha nacional
O Ministério da Saúde deve intensificar suas ações de vacinação no mês de outubro, juntamente com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a o Sarampo. O objetivo é interromper a circulação do vírus no país.

 

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Foto: Febrasgo.org/Divulgação

 

Os aromas nos levam a mundos encantadores, especialmente aqueles relacionados à memória. Através deste maravilhoso sentido, não apenas evocamos lembranças, mas também tomamos decisões importantes em nosso dia a dia. Neste artigo, queremos destacar uma parte essencial desse sentido: o bulbo olfatório.

Para entender essa estrutura, iremos defini-la e falaremos sobre cada uma de suas partes e suas funções. Além disso, compartilharemos diferentes fatos curiosos associados ao olfato.

O sentido do olfato
O olfato é um sentido bastante desprezado. No entanto, em várias ocasiões é graças a ele que podemos identificar o que é tóxico para nós. Pense, por exemplo, em um lugar cheio de fumaça; através do olfato poderíamos identificar algo acontecendo e verificar o ambiente.

Além de nos deixar atentos aos potenciais perigos, o olfato influencia as decisões que tomamos em nosso dia a dia. Por exemplo, ao escolher quais roupas podemos continuar usando, decidir quais lugares e pessoas achamos agradáveis, de quais alimentos gostamos, etc.
Os aromas também podem influenciar as nossas emoções. Há alguns que achamos tão agradáveis ​​que nos geram um bem-estar. Os cheiros são tão importantes para aumentar nossa sensação de prazer que chegam, inclusive, a ser estudados no campo do Marketing para atrair os consumidores.


O que é o bulbo olfatório?
Segundo Bear, Connors & Paradiso, autores do livro Neurociências: Desvendando o Sistema Nervoso, trata-se de uma estrutura cerebral. Ele possui uma forma bulbosa, daí o seu nome. Além disso, deriva do telencéfalo e é responsável por receber informações dos neurônios receptores olfativos.

Além disso, possuímos dois bulbos, embora seja mais comum falar sobre um. No entanto, onde fica o bulbo olfatório? Cada um em um hemisfério do nosso cérebro. Além disso, ele se conecta com a parte interna das narinas.

Antes de conhecer as funções do bulbo olfatório, vale destacar que, embora ele seja responsável por captar os aromas, essa função não se inicia graças a ele.

Os aromas entram pelas narinas e a mucosa nasal os absorve. Ali, vários neurônios traduzem a informação. Depois, ela passa pelo nervo olfatório até chegar ao bulbo olfatório.

Quais são as funções do bulbo olfatório?
No bulbo olfatório, os neurônios realizam sinapses com as células mitrais nos glomérulos, um grupo de neurônios do bulbo olfatório que apresentam diferentes padrões de ativação e nos ajudam a distinguir diferentes moléculas dos cheiros.

 

Após a informação ser processada pelos glomérulos do bulbo, ela é transmitida para diferentes regiões do cérebro. Por exemplo, para o córtex olfatório primário e secundário, para o córtex orbitofrontal, para o hipocampo e para a amígdala.

 

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