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O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (24) que pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) terão consultas virtuais nos postos de saúde da atenção primária a partir do mês de maio.

As consultas virtuais serão realizadas por equipes médicas e de enfermagem e constituem mais uma das estratégias do ministério para diminuir a propagação do novo coronavírus. O valor previsto para execução do serviço é de R$ 4,023 milhões.

De acordo com o ministério, cerca de 20 mil médicos e enfermeiros que atuam nas unidades de Saúde da Família de todo país vão passar por treinamento para usar o sistema, que terá suporte técnico 24 horas e oferecerá certificado para a prática de telemedicina e telessaúde.

Além do consultório virtual, a população pode acessar o TeleSus para atendimento pré-clínico por telefone, chat on-line e aplicativo para acompanhamento em caso de suspeita da covid-19.

“Investir em tecnologia é uma estratégia eficiente para diminuir a propagação do vírus e para minimizar os impactos indiretos causados pela pandemia, como o adiamento de atendimentos relacionados a outras doenças, principalmente as crônicas”, diz o secretário Nacional de Atenção Primária à Saúde, Erno Harzheim.

A primeira versão da plataforma estará inicialmente disponível para os médicos, com expansão para os enfermeiros e equipe multiprofissional, na segunda quinzena de maio.

 

Agência Brasil

tedrosO diretor geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, apresentou nesta sexta-feira (24) uma aliança global de colaboração científica que tem como objetivo acelerar a pesquisa de vacinas, tratamentos e testes de diagnóstico para a covid-19.

A iniciativa tem a adesão de presidentes de diversos países, entre eles o da França, Emmanuel Macron, um dos responsáveis por tirá-la do papel, da União Europeia e também de lideranças mundiais, como o americano Bill Gates, e também representantes do setor farmacêutico.

A ideia básica é acelerar o acesso às ferramentas contra a doença provocada pelo novo coronavírus e permitir a distribuição igualitária de vacinas, tratamentos e testes de diagnóstico, com o fim de garantir que todas as pessoas tenham acesso a eles, evitando a especulação, explicou Tedros.

"Para derrotar a covid-19, devemos desenvolver a vacina, produzí-la e administrá-la em todo o mundo, a preços acessíveis", destacou a presidente da União Europeia (UE), Von der Leyen.


No próximo dia 4, o bloco comunitário da Europa irá realizar uma conferência internacional, em que se espera arrecadar 7,5 milhões de euros (R$ 45,7 milhões) para o combate ao novo coronavírus.

Líderes políticos como a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, o presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez, e o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, também aderiram à aliança. O Brasil não foi convidado para participar da iniciativa.

Macron ainda se pronunciou, desejando que China e Estados Unidos também façam parte do grupo, "pois não podemos permitir nenhuma divisão".

 

EFE

Foto: Denis Balibouse/Reuters

Como algumas pessoas agem nesse período de COVID-19, quando o mundo se sente fragilizado com uma doença silenciosa, de fácil contaminação e que leva uma pessoa ao óbito em poucos? 

bianca

O Ivan Nunes, colaborador do Piauí Noticias, foi buscar respostas junto a uma neuropediatra. A profissional em saúde cita sobre algumas situações ligadas a crianças e esclarece alguns pontos importantes do comportamento.

Veja.

Da redação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou ontem (23) uma lista de produtos que podem substituir o álcool 70% na desinfecção de objetos e superfícies para conter e limitar a propagação do novo coronavírus (covid-19). De acordo com a agência, a recomendação dos produtos tem por objetivo fornecer alternativas ao uso de produtos à base de álcool “diante do aumento da procura por esses itens no mercado.”

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou ontem (23) uma lista de produtos que podem substituir o álcool 70% na desinfecção de objetos e superfícies para conter e limitar a propagação do novo coronavírus (covid-19). De acordo com a agência, a recomendação dos produtos tem por objetivo fornecer alternativas ao uso de produtos à base de álcool “diante do aumento da procura por esses itens no mercado.”

A Anvisa informa que a maioria dos produtos recomendados, como sabão, água sanitária e alvejante, levam de cinco a dez minutos para agir contra o vírus, e que após a aplicação do produto, é necessário esperar esse tempo para que faça efeito.

“Estudos mostram que desinfetantes domésticos comuns, incluindo sabão ou uma solução diluída de alvejante, podem desativar o coronavírus em superfícies, uma vez que o vírus tem uma camada protetora de gordura que é destruída por esses produtos”, explicou a Anvisa.

Em caso de utilização da água sanitária, o produto deve ser usado imediatamente após a diluição em água, pois sua ação é desativada pela luz. A proporção de diluição é de um  copo com capacidade de 250 ml de água sanitária em um litro de água, e um copo de 200 ml de alvejante comum em um litro de água.

Vassouras e esfregões

A Anvisa recomenda que não se deve usar vassouras e esfregões secos; nebulizadores e termonebulizadores; frascos de spray com propelente para desinfetar superfícies e objetos. A agência informa ainda que o uso de toalhas com desinfetante não é muito útil contra o coronavírus, uma vez que a superfície higienizada não permanece molhada por mais do que alguns segundos.

A lista dos produtos recomendados pela Anvisa que podem ser uma alterantiva ao álcool 70% e que podem ser utilizados para desinfecção de objetos e superfícies:

hipoclorito de sódio a 0,5%;

alvejantes contendo hipoclorito (de sódio, de cálcio) a 2-3,9%;

iodopovidona (1%);

peróxido de hidrogênio 0,5%;

ácido peracético 0,5%;

quaternários de amônio como cloreto de benzalcônio 0,05%;

compostos fenólicos;

desinfetantes de uso geral com ação contra vírus.

 

Agência Brasil