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O governador Wellington Dias se reuniu, nesta segunda-feira (20), por videoconferência, com o Comitê de Operações Emergenciais (COE), a fim de discutir como serão feitas as testagens por amostragem, no Piauí, bem como o perfil de contaminação da Covid-19 no território piauiense.

O Estado recebeu 7.200 testes do Ministério da Saúde e adquiriu 42.800 para identificar a Covid. A previsão é de que, nesta terça-feira (21), cheguem ao estado mais 16 mil testes. “É importante fazer a testagem para sabermos onde temos pessoas infectadas com a Covid e planejarmos as estratégias. Quanto mais testes fizermos, mais saberemos onde o vírus está no estado e poderemos saber onde precisamos de leitos”, afirmou o chefe do executivo.

O Governo do Estado está viabilizando o envio de testes para os 224 municípios do Piauí. O diretor do Hospital Natan Portela, José Noronha, ressaltou que os testes possuem metodologias diferentes de aplicação, o que define seu destino. “Alguns exames por pulsão sanguínea, precisam de uma estrutura mínima para serem realizados, outros, como os testes rápidos, não precisam, por isso definimos estrategicamente para onde estamos enviando”, disse.

A prioridade para realização dos testes continua sendo os profissionais da Saúde e da Segurança, bem como as pessoas que apresentam sintomas. Em seguida, as pessoas que vieram de outros estados ou que tiveram contato com pessoas infectadas. À medida que chegarem mais remessas de testes, serão testados os funcionários das empresas que estão autorizadas a funcionar, como as do setor de energia, farmácias, supermercados, bancos, postos de gasolina, distribuidoras.

“Estamos fazendo todo o esforço necessário para aquisição de testes e envio para os municípios do estado. Agora, iremos fazer uma pesquisa ampla do perfil de Teresina e do interior para que esse testes sejam utilizados com eficácia. À medida em que chegam mais testes, vamos fazendo esse acompanhamento”, explicou o governador.

 

Sesapi

imunidadeA pandemia do Coronavírus acendeu o sinal de alerta em muita gente que nunca se preocupou com a saúde, mas agora deseja um corpo saudável, com uma imunidade reforçada.

Segundo o fisiologista Moacir Rosa, é perfeitamente possível melhorar a imunidade e a saúde como um todo no período da quarentena. O obstáculo primordial, e talvez o mais difícil, é o controle do estresse.

"Níveis elevados de estresse aumentam o cortisol, um hormônio que quando produzido de forma exagerada atua como um imunossupressor, derrubando a imunidade. Diminuir o estresse e dormir bem melhora a imunidade em poucos dias”, explica Rosa.

A alimentação é outro ponto fundamental. Uma boa alimentação, com comida de verdade, melhora os níveis de energia e aumentam a imunidade. Mas comer bem não é comer muito, o importante são os nutrientes.

Segundo Moacir Rosa, alimentos industrializados, processados e ultraprocessados, congelados, fast food, bebidas açucaradas e alcoólicas, alimentos ricos em açúcar e farinha branca são altamente inflamatórios e não devem ser consumidos, principalmente nesse período. "Opte por uma alimentação natural, nutritiva e sem aditivos, além da melhora na imunidade, a saúde também vai agradecer."

Outro ponto que nem sempre é consenso são algumas vitaminas, suplementos e minerais. Rosa, que também é bioquímico, afirma que, apesar de muitos profissionais de saúde continuarem insistindo que não há evidências para o uso de vitaminas e minerais, é farta a literatura científica nesse sentido.

“Há centenas de trabalhos, ensaios clínicos na literatura científica demonstrando os efeitos da Vitamina C na eficiência dos macrófagos e anticorpos, o poder extraordinário da Vitamina D na modulação imune, a eficiência do Ômega 3 na regulagem da cascata inflamatória e, claro, o Magnésio, que participa em mais de 300 reações no organismo, entre elas a manutenção imune”, defende Rosa.

 

R7

Foto: divulgação

O Piauí voltou a bater recorde de casos confirmados de Covid-19 em um único dia: foram 28, no boletim divulgado nesta segunda-feira (20), pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). Mais duas pessoas morreram.

O recorde anterior era de 21 casos confirmados no dia 17 de abril. Agora são 186 testes positivos em todo o estado, com 14 mortes de pacientes infectados pelo novo coronavírus.

No Piauí, o número de casos subiu em mais de 500% no intervalo de duas semanas - na última delas, o crescimento foi puxado pelo maior número de exames, com o início do uso dos testes rápidos no dia 13 de abril.

Dos novos casos confirmados, 14 são mulheres e 14 são homens, com idades que variam de 17 a 95 anos.

O número de municípios com pacientes infectados continua a crescer: Betânia do Piauí, Colônia do Gurgueia, Itaueiras (1 caso cada) e Miguel Alves (2 casos) entraram no mapa da Covid-19. Agora são 28 cidades com casos confirmados.

O número de casos confirmados em algumas cidades cresceu: São Raimundo Nonato e Piracuruca (5), Esperantina (3), Campo Maior e Floriano (2) tiveram novos registros nesta segunda-feira.


Mais dois óbitos
Em Teresina, um senhor de 98 anos, sem histórico de doenças crônicas, faleceu na tarde desta segunda-feira. Foi a sexta morte por Covid-19 na capital - a primeira depois do início das medidas de isolamento social.

Outra morte foi confirmada pela Sesapi durante a noite, uma hora depois da divulgação do primeiro boletim do dia. Trata-se de um homem de 85 anos, que faleceu em hospital da rede privada. Ele tinha diabetes e doença cardiovascular.

Foi o quarto dia consecutivo com registro de mortes de pacientes com coronavírus no Piauí - o que ocorre pela primeira vez desde o início da pandemia - Das 14 mortes, seis foram nos últimos quatro dias.

Além das 7 mortes de Teresina, a Sesapi contabiliza duas mortes de pacientes de Parnaíba e um caso em Piracuruca, São José do Divino, Pedro II, Picos e Bom Princípio do Piauí.

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