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A Unidade de Pronto Atendimento - UPA, que tem sido alvo de reclamações pela localização e, em determinado momento pelo atendimento de alguns profissionais, está completando quatro meses de funcionamento.

justino

O órgão que tem a sua localização no bairro Matadouro, bairro Sambaíba Velha, tem como um dos profissionais o Dr. Justino Moreira que atua como um coordenador. O médico cita sobre o atendimento e relação a quantidade nesse período de 120 dias.  

Da redação

O atual surto da varíola do macaco (monkeypox) começou em maio deste ano, e de lá para cá já são quase 25 mil infectados, em 83 países, de acordo com levantamento em tempo real da iniciativa Global Health. Muitas características já foram descobertas sobre o vírus, um velho conhecido de pesquisadores. Porém, os cientistas seguem com pelo menos cinco dúvidas sobre o monkeypox, segundo um comunicado emitido pelos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos nesta semana

De acordo com os CDC, ainda não é possível dizer até que ponto as crianças, as pessoas imunocomprometidas e as grávidas correm o risco de, se infectados, desenvolverem a forma mais grave da doença, como foi visto em surtos anteriores no continente africano

Arquivo pessoal

Há uma semana, a OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgou em coletiva de imprensa quem fazia parte do grupo de risco da doença. Em transmissão feita nas redes sociais da organização, nesta terça-feira, a líder técnica de monkeypox da OMS, Rosamund Lewis, ressaltou que é possível que esses grupos desenvolvam doença grave.

"Pessoas em uso de medicamentos imunossupressores, em tratamento quimioterápico, algumas que tenham HIV, mas não estejam completamente tratadas, então elas podem ter algumas questões imunológicas. E há pessoas que naturalmente têm uma imunidade mais baixa, por exemplo, crianças ou pessoas grávidas, que podem passar o vírus para o feto, e o bebê pode nascer com o vírus. Então, há algumas situações em que as pessoas podem ter risco de doença grave", afirmou Rosamund Lewis.

Outra questão que ainda intriga os cientistas e que foi relatada pelos CDC se refere à frequência com que a varíola do macaco pode ser transmitida a partir de secreções respiratórias. Além de não se saber quando, durante a infecção, uma pessoa com sintomas de varíola de macaco pode ser mais propensa a espalhar o agente infeccioso por meio dessas secreções.

A presença dos vírus em fluidos corporais segue em estudo por cientistas do mundo todo. A dúvida é se o vírus monkeypox está presente em secreções orais e respiratórias, urina, fezes e sêmen. No caso de ser encontrado, os pesquisadores querem saber se essa é causa de a transmissão estar tão rápida no atual surto. Em estudos feitos na Itália e em Barcelona, já foram encontradas amostras do vírus no sêmen e na saliva.

Há uma semana, a OMS (Organização Mundial da Saúde) admitiu que a doença pode ser considerada sexualmente transmissível. Todavia, o conselheiro da OMS Andy Seale, especialista em HIV, hepatite e ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), afirmou que conselheiros da agência estão analisando a questão. "Em resumo, eles [especialistas] concluíram que essa é claramente uma doença transmitida durante o sexo e, portanto, é configurada como uma doença sexualmente transmissível, mas ainda não foi classificada como tal. Eles ainda estão comparando essa com outras doenças, avaliando dados laboratoriais".

A quinta questão que ainda está sendo estudada por cientistas também se refere aos fluidos corporais. Os especialistas pesquisam se as pessoas com problemas no sistema imunológico, quando infectadas, têm uma quantidade maior do vírus monkeypox presente em seus fluidos corporais.

R7

Um estudo australiano publicado na revista “PLOS Biology” sugere que o epitélio nasal (revestimento das narinas) em crianças tem qualidades protetoras que de alguma forma afastam muitas das cepas "ancestrais" do coronavírus, mas não a variante Omicron, que é agora a forma mais prevalente da COVID-19.

omicrom

Os pesquisadores determinaram que as primeiras variantes do vírus replicaram menos eficientemente e foi associado com uma resposta antiviral aumentada nas pilhas epiteliais nasais das crianças. Essa menor taxa de replicação viral também foi observada com a variante Delta, mas não com a mais recente versão do coronavírus.

'A Dra. Kirsty Short, microbiologista da Universidade de Queensland, na Austrália, disse nesta quarta-feira que as descobertas foram feitas comparando amostras de células do epitélio nasal de 23 crianças saudáveis com idades entre dois e 11 anos, juntamente com 15 adultos saudáveis com idades entre 19 e 66 anos.

"Os dados sugerem fortemente que o epitélio nasal das crianças é distinto e que pode dar a crianças algum nível de proteção de SARS-CoV-2 ancestral", declarou a médica. Embora houvesse uma diferença clara entre as células epiteliais nasais mais jovens e mais velhas, Short disse ainda que se pode apenas especular por que isso acontece. "É possível que o aumento da exposição antigênica no epitélio nasal da infância 'treine' em crianças para montar uma resposta pró-inflamatória mais forte a qualquer desafio antigênico", comentou.

Para a microbiologista, ter uma melhor chance de desvendar os mistérios das células do epitélio nasal idealmente exigiria uma amostragem maior de células. "Nós fornecemos a primeira evidência experimental que o epitélio nasal pediátrico pode jogar um papel importante em reduzir a susceptibilidade das crianças a SARS-CoV-2", declarou Short, acrescentando que sua equipe estava interessada em fazer tal estudo, especialmente à luz do surgimento das novas variantes BA.4 e BA.5 da Omicron.

As crianças e os adolescentes com a COVID-19 geralmente desenvolvem sintomas mais leves do que os adultos. Evidências crescentes indicam que a população pediátrica é menos suscetível à infecção por SARS-CoV-2 com as cepas anteriores.

No entanto, a proporção de casos pediátricos tem aumentado substancialmente com o surgimento de novas variantes e subvariantes do vírus. Se esse aumento é uma consequência da vacinação adulta ou das mudanças fundamentais nas medidas de proteção contra a doença, a razão é ainda desconhecida.

R7

Foto: Reprodução/Imgix

 

Você provavelmente já ouviu falar bastante sobre os benefícios da amamentação para os bebês nos primeiros anos que refletirão em toda a sua vida, como redução das chances de desenvolver diabetes, hipertensão, colesterol alto, e várias outras doenças, mas você sabia que a mãe também tem diversos benefícios na sua saúde com a amamentação correta.

amametçao

Segundo o INCA – Instituto Nacional de Câncer – durante o período do aleitamento, as taxas de hormônios ligados ao desenvolvimento de câncer de mama nas mulheres são reduzidos e o estrogênio – importante hormônio no corpo da mulher – também é estimulado, os processos de renovação de células são estimulados o que ajuda e dificultar o surgimento desse tipo de câncer em mulheres que amamentam.

Além dos benefícios na prevenção do câncer de mama, ele também é importante para acelerar a perda do peso acumulado durante a gravidez, evita o desenvolvimento de osteoporose e doenças cardiovasculares, infarto e reduz o sangramento pós-parto. Além dos benefícios na prevenção do câncer de mama, ele também é importante para acelerar a perda do peso acumulado durante a gravidez, evita o desenvolvimento de osteoporose e doenças cardiovasculares, infarto e reduz o sangramento pós-parto.

Apesar dos inúmeros benefícios físicos que o aleitamento traz, ele também ajuda a fortalecer e estreitar o vínculo entre mãe e filho, pois é um momento de conexão e intimidade onde a conexão materna atinge um pico, a proximidade, o contato, tudo na amamentação contribui para o carinho entre mãe e filho.

O aleitamento também contribui para reduzir a ansiedade da mãe, é uma atividade relaxante e é cientificamente comprovado que ele reduz o risco de depressão, além de acalmar o bebê e reduzir a rotina desgastantes que, muitas vezes, uma mãe tem.

O mês de agosto foi definido como o “Agosto Dourado” por uma lei federal, em homenagem ao Dia Mundial da Amamentação, que é comemorado no dia 1º de agosto definida pela OMS – Organização Mundial da Saúde – em 1948, o mês tem por objetivo estimular a amamentação correta como forma de beneficiar a saúde tanto da mãe como do bebê.

R7 Lorena

Foto: Reprodução/São Cristóvão Saúde.