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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou, no fim da tarde desta quarta-feira (10), o primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox) no Maranhão.

O caso confirmado é de um homem de 42 anos, morador de São Luís, com comorbidades e sem histórico de viagem. O paciente está internado no Hospital Carlos Macieira (HCM), em São Luís, de responsabilidade do Governo do Estado.

O paciente havia dado entrada, no último dia 5 de agosto, no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), na capital, apresentando fraqueza muscular, dor, febre e lesões pustulosas (erupções na pele).

O estado de saúde do paciente era considerado estável. E, na madrugada do dia 6, o homem foi transferido para o Hospital Carlos Macieira.

Esse é o primeiro caso suspeito de varíola dos macacos confirmado no Maranhão. De acordo com a SES, o paciente segue acompanhado pela equipe do HCM a e o seu quadro clínico permanece estável.

A Secretaria informou, ainda, que os Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) Estadual e municipal seguem acompanhando o caso.

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Outros três casos suspeitos da doença estão em investigação no Estado: em São José de Ribamar, na Grande São Luís; Barão de Grajaú  (foto) e em Buriticupu.

Com informações do Via G1/TVMIRANTE/Barão Verdade

O Hospital de Floriano-PI já está se preparando para, caso surjam, haja atendimento de pacientes com a varíola dos macacos. Há um caso suspeito da doença na região de Itaueira, cidade que fica a cerca e 100km de Floriano. No Piauí já são vários casos suspeitos e poucos confirmados.

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O Dr. Leonardo Correia, diretor clínico do Hospital Regional Tibério Nunes, numa entrevista alerta para os cuidados para que não haja uma contaminação da doença. 

Da redação

Duas pesquisas recentes sobre consumo de álcool moderado mostraram que mesmo aquela taça de vinho aos sábados pode prejudicar a saúde. Um dos estudos foi feito por pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e o outro trabalho é da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. O estudo mais recente, de Washington, publicado pela revista The Lancet, contou com a análise de pessoas entre 15 e 95 anos, moradores de 204 países ou territórios, durante três décadas: de 1990 a 2020. Os pesquisadores concluíram que 1,34 bilhão de jovens e adultos ingeriram quantidades nocivas de bebidas alcoólicas em 2020. Além disso, eles também constataram que dos 15 aos 39 anos, o consumo de álcool não traz qualquer benefício à saúde. Já para os acima de 40 anos, a ingestão moderada pode ser benéfica, mas é uma afirmação controversa.

Além disso, os estudiosos apontaram uma distribuição da carga de doenças relacionadas à bebida, como câncer, doenças cardiovasculares e tuberculose. Os danos variaram entre as regiões analisadas, mas foi mais presente em maiores de 40.

Ainda assim, a pesquisa conclui que os maiores danos causados no mundo todo pelo consumo de álcool são acidentes, homicídios e suicídios, especialmente entre os mais jovens.

O professor de epidemiologia oncológica da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, Paul Pharoah, defende a associação entre bebidas alcoólicas e tumores do esôfago e de cabeça e pescoço. “Outras evidências sugerem que o consumo de álcool causa um risco aumentado de câncer de mama feminino, tumores de fígado e de intestino. Limitar o consumo é uma das muitas formas de viver um estilo de vida mais saudável e de reduzir o risco de câncer”. Outros problemas de beber socialmente

No estudo de Oxford, que foi publicado pela revista científica PLOS Medicine, quase 21 mil pessoas foram entrevistadas, com idade média de 54 anos, para contar sobre seus costumes alcoólicos. Primeiro, foram questionados se bebiam e depois quanto e com qual frequência.

Essas pessoas foram submetidas a exames de imagens e tiveram os níveis de ferro no cérebro analisados, assim como a atividade cerebral por meio de testes padronizados.

O resultado mostrou um aumento nos níveis de ferro no cérebro até em pessoas que apontaram um consumo acima de sete doses de álcool por semana, o que representa 56 gramas de álcool, ou cerca de 4 latas de cerveja por semana.

O acúmulo do mineral em algumas regiões cerebrais está relacionado a maior deterioração cognitiva, e também pode ser associado ao aparecimento de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer.

IstoÉDinheiro

O órgão de controle de medicamentos da UE disse, nesta quarta-feira (10), que tem como objetivo aprovar a partir de setembro uma vacina da Pfizer/BioNTech adaptada para duas subvariantes de propagação rápida da cepa Ômicron do coronavírus.

As variantes BA.4 e BA.5 estão provocando uma onda de novos casos na Europa e nos Estados Unidos, o que fez com que a OMS (Organização Mundial da Saúde) alertasse que a pandemia está longe de acabar.

A EMA (Agência Europeia de Medicamentos) anunciou que nesta segunda-feira (8) lançou uma revisão de uma versão adaptada da vacina da Pfizer destinada a essas duas variantes, que são mais transmissíveis e resistentes ao sistema imunológico que as versões anteriores do coronavírus.

"A EMA espera receber uma solicitação para a vacina adaptada BA.4/5 desenvolvida pela Pfizer/BioNTech, que será avaliada para uma possível aprovação rápida em outono", disse um porta-voz da EMA à AFP em um comunicado enviado por e-mail.

Está previsto que esta chegue "pouco depois" da aguardada aprovação de duas vacinas mais adaptadas pela Pfizer e sua rival Moderna destinadas à cepa original do coronavírus e à subvariante BA.1 antes da Ômicron, disse o porta-voz.

Pfizer e Moderna apresentaram solicitações de aprovação separadamente para essas vacinas em 22 de julho, afirmou o porta-voz.

AFP