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Mais de 740 mil doses de CoronaVac começaram a ser distribuídas nesta segunda-feira (16) em todo o país para a retomada da vacinação contra a Covid-19 de crianças de 3 a 11 anos. Segundo o Ministério da Saúde, as entregas devem ser finalizadas até esta terça-feira (17). A vacinação desse grupo havia sido interrompida em razão da falta do imunizante.

"O Ministério da Saúde reforça que é fundamental imunizar as crianças para evitar casos graves e mortes por causa da doença nesse público. O esquema vacinal recomendado pela pasta inclui ainda a dose de reforço para crianças entre 5 e 11 anos. Neste caso, a orientação é de que seja aplicada a vacina da Pfizer, quatro meses depois da segunda dose", informou o ministério.

Um novo contrato deve ser assinado nos próximos dias, garantindo a compra de 2,6 milhões de doses no total.

A vacinação infantil contra a Covid-19 foi suspensa em diversas cidades do país, nas últimas semanas, devido à falta de doses. A Prefeitura de Belo Horizonte, por exemplo, informou, em 4 de janeiro, que a última vez que a cidade recebeu um carregamento do Ministério da Saúde foi em 21 de novembro de 2022.

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) em dezembro do ano passado mostrou que pelo menos uma em cada cinco cidades brasileiras relatou falta de doses para vacinar crianças de 3 a 11 anos contra a Covid-19.

O levantamento revelou ainda que a maioria teve aumento de casos da doença e de procura por testes e volta da recomendação do uso de máscara.

R7

 

Com o início de 2023, começa também a campanha Janeiro Branco, que tem o objetivo de abordar assuntos sobre a saúde mental no Brasil.

Vários indivíduos, ao redor do planeta, possuem algum tipo de transtorno mental, o que compromete a qualidade de vida de várias pessoas no seu cotidiano.

Essa é uma questão que profissionais em saúde estão trabalhando em Floriano com inúmeras atividades.

 idalina

A Dra. Idalina França, coordenadora em Saúde Mental da Secretarial local, numa entrevista ao Piauí Notícias, esteve narrando sobe as ações do Janeiro Branco. 

Da redação

Os casos de infecção simultânea pelo vírus da Covid-19 e da Gripe registraram um aumento preocupante na União Europeia. As autoridades romenas demonstraram preocupação pelo crescente número de pacientes, devido ao registro de casos de coexistência de três vírus de incidência respiratória no mesmo paciente.

O Diretor do Instituto de Doenças Infecciosas de Bucareste, Adrian Marinescu, informou sobre a importância e necessidade de continuar realizando os testes após apresentar qualquer sintoma. “Qualquer pessoa que tenha passado pela gripe sabe o que é esse estado de dor de cabeça, isso coloca-o na cama. Quando falamos de gripe, é uma soma de todos estes sintomas, e estes sintomas chegam a alta e muito alta intensidade, não se pode dizer sem testes.”, afirmou.

Pesquisadores de toda a Europa alertam sobre um potencial surto de Covid e similares nos próximos meses, informando que é preciso tomar precauções, principalmente com as vacinas de reforço e a utilização de máscaras em espaços de grande concentração de pessoas. O alerta surge no momento onde a Organização Mundial de Saúde (OMS) assinala que completam três anos desde a primeira sequenciação do vírus Sars-COV2, e lembra que a Covid-19 não está vencido.

Conforme o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), agência da União Europeia que reforça as defesas da região contra doenças infecciosas, normalmente entre 5% e 15% da população é afetada anualmente pela gripe, resultando entre 3 a 5 milhões de casos de jipe grave e cerca de 650 mil mortes globalmente, o que aumenta a preocupação das lideranças sobre o avanço dos casos de infecção simultânea, uma vez que as duas enfermidades afetam o sistema respiratório.

O ECDC sugere aos países que realizem um forte monitoramento de como o vírus da influenza está se espalhando pela região e quais cepas do vírus são dominantes. Recomenda que a vacinação continue sendo incentivada.

3 min de leitura

A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou nesta sexta-feira (13) a redução do tempo de isolamento para pacientes infectados com Covid-19, tanto os sintomáticos quanto assintomáticos. 

oms

O período foi de 13 para 10 dias para pessoas com sintomas e de 10 para 5 para os que não têm sinais da doença.  A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou nesta sexta-feira (13) a redução do tempo de isolamento para pacientes infectados com Covid-19, tanto os sintomáticos quanto assintomáticos. 

Além disso, no novo guia para o manejo clínico na pandemia, a OMS sugere o uso de testes rápidos de antígeno para diminuir o período de isolamento em até três dias, conforme apresentado em entrevista coletiva pela chefe do programa de resposta à Covid-19 da OMS, Janet Diaz.

As mudanças são recomendadas após a análise dos resultados de 12 estudos com 2.799 pacientes, nos quais a redução do isolamento produziu um baixo aumento de casos graves que necessitaram de internação hospitalar (2 por mil no caso de pacientes assintomáticos e 19 por mil naqueles que apresentaram sintomas).

"O esperado é que a maioria das pessoas prefira períodos mais curtos de isolamento e que isso tenha efeitos econômicos e sociais positivos", disse o especialista. Na seção de terapias recomendadas, a única mudança é a expansão do uso recomendado do medicamento antiviral nirmatrelvir-ritonavir (comercializado pela Pfizer sob o nome de Paxlovid), cujo uso a partir de agora também é considerado uma opção para mulheres grávidas ou lactantes com Covid-19.

Agência EFE