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A vacinação com  bivalente está disponível para todas as pessoas com 18 anos ou mais, além de moradores de instituição de longa permanência com 12 anos ou mais; pessoas imunocomprometidas, também a partir dos 12 anos; e gestantes e puérperas, inclusive as menores de 18 anos. 

vacina

A vacinação com  bivalente está disponível para todas as pessoas com 18 anos ou mais, além de moradores de instituição de longa permanência com 12 anos ou mais; pessoas imunocomprometidas, também a partir dos 12 anos; e gestantes e puérperas, inclusive as menores de 18 anos. 

No caso da imunização contra o coronavírus, as vacinas bivalentes protegem contra o vírus original, a variante Ômicron e suas subvariantes. É importante lembrar que as vacinas bivalentes e monovalentes são igualmente eficazes e protegem contra o vírus da Covid-19.

Em Floriano, nessa quarta-feira, 10, um grande número de pessoas se reuniu na Câmara de Vereadores, centro, desde as 8:00h da manhã para tomar a dose. 

A Saúde do município organizou o público presentes com senhas e, a Câmara chegou a receber um grane numero de pessoas na parte da manhã, mas logo,  o local estava praticamente vazio, pois eram vários profissionais em saúde no atendimento.

O Ivan Nunes, do Piauí Notícias, esteve acompanhando o atendimento e, fez imagens da ação de vacinação que não demorava três minutos, por pessoal.

Em Floriano, nessa quarta-feira, 10, um grande número de pessoas se reuniu na Câmara de Vereadores, centro, para tomar a dose. 

A Saúde do município organizou o público presentes com senhas e, a Câmara chegou a receber um grane numero de pessoas na parte da manhã, mas logo,  o local estava praticamente vazio, pois eram vários profissionais em saúde no atendimento.

O Ivan Nunes, do Piauí Notícias, esteve acompanhando o atendimento e, fez imagens da ação de vacinação que não demorava três minutos, por pessoal. 

Da redação

As maiores dificuldades de moradores de favelas em todo país no acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer estão na demora em realizar agendamentos de exames (82%) e no acesso a instituições de saúde (69%). As informações fazem parte da pesquisa Oncoguia “Percepções e prioridades do câncer nas favelas brasileiras”, realizada pelo DataFavela e o Instituto Locomotiva.

O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (9), em Brasília. A pesquisa escutou 2.963 pessoas, maioria de raça negra, classes D e E, de todas as regiões do país, entre os dias 18 de janeiro e 1º de fevereiro deste ano. A maioria do público ouvido (82%) depende exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde).

Entre os entrevistados, 70% disseram que tentam cuidar da saúde, mas relatam que nunca encontram médico no posto de saúde e os exames demoram muito. A pesquisa revelou, por exemplo, que 45% dos moradores de favelas têm dificuldade para chegar na UBS (Unidade Básica de Saúde), levando, em média, uma hora nesse trajeto.

Em outro trecho, 41% dos entrevistados responderam que não costumam fazer exames ou só realizam quando estão doentes. Esse índice cai para 34% entre pessoas que têm 46 anos ou mais.

Para a fundadora e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, esses dados mostram a desigualdade no acesso à saúde no Brasil, além de indicarem a falta de transparência nas informações para a população.

O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (9), em Brasília. A pesquisa escutou 2.963 pessoas, maioria de raça negra, classes D e E, de todas as regiões do país, entre os dias 18 de janeiro e 1º de fevereiro deste ano. A maioria do público ouvido (82%) depende exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde).

Entre os entrevistados, 70% disseram que tentam cuidar da saúde, mas relatam que nunca encontram médico no posto de saúde e os exames demoram muito. A pesquisa revelou, por exemplo, que 45% dos moradores de favelas têm dificuldade para chegar na UBS (Unidade Básica de Saúde), levando, em média, uma hora nesse trajeto.

Em outro trecho, 41% dos entrevistados responderam que não costumam fazer exames ou só realizam quando estão doentes. Esse índice cai para 34% entre pessoas que têm 46 anos ou mais.

Para a fundadora e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, esses dados mostram a desigualdade no acesso à saúde no Brasil, além de indicarem a falta de transparência nas informações para a população.

“Tem muito tempo que a gente acompanha esses problemas e, literalmente, nada acontece. Uma coisa são as filas e a gente sabe que elas são grandes, mas a gente não sabe de que tamanho é a fila, porque demora, o que está acontecendo. E mais do que não saber enquanto sociedade, existe um paciente esperando, sabendo que o câncer dele precisa ser tratado e isso tem um impacto gigantesco e complexo – inclusive correndo o risco de a doença avançar”, disse. Ausência do Estado

Na avaliação do fundador do Data Favela, Renato Meirelles, o estudo mostra os reflexos do abandono do Estado nestas comunidades.

“A favela não é um nicho. Se fosse um estado, seria terceiro maior do Brasil. São mais de 13.500 favelas brasileiras, com quase 18 milhões de habitantes. As favelas são concentrações geográficas pelo Brasil e formadas majoritariamente pela população preta e parda desse país”, ressaltou. “A favela concentra a desigualdade de renda porque mercado informal domina a favela, porque muita gente não contrata morador de favela pelo simples fato de eles morarem em uma favela”. Mitos

A pesquisa identificou os principais mitos envolvendo o câncer entre os moradores de favela e apareceram respostas como: "o tabaco causa apenas câncer de pulmão" ou "alimentos cozidos no forno micro-ondas provocam câncer".

Nas comunidades, 11% não sabem dizer se o câncer é contagioso e 19% acham que o câncer é “castigo divino”. Outros 31% acreditam que pessoas negras não têm câncer de pele.

"Muitas vezes a informação não quer ser recebida pelas pessoas. É aquela história: 'se eu não olhar, não existe'", disse Meirelles.

Ao todo, a pesquisa mostrou que 63% dos ouvidos fazem associação negativa relacionada ao câncer. Por outro lado, 22% fazem associações otimistas. "A primeira palavra que vêm à cabeça quando escutam a palavra câncer é: morte, seguido de sentimentos negativos e sofrimento, dor e tristeza", indica o levantamento.

Agência Brasil

Geralmente, os vários tipos de câncer não fazem alarde no início, o que dificulta o diagnóstico. Com o câncer de próstata também é dessa forma, muitas vezes ele se desenvolve de forma lenta e silenciosa, sem manifestar qualquer sintoma, às vezes por anos. No entanto, à medida que o tumor começa a crescer, os sinais começam a aparecer.

prostata

Segundo o Ministério da Saúde, essa doença é o tumor que afeta a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens, depois do câncer de pele. Embora seja uma doença comum, por medo ou por desconhecimento muitos homens preferem não conversar sobre esse assunto.

No entanto, é importante estar atento aos sinais, alguns deles podem ser percebidos ao ir ao banheiro. Entre os principais estão micção frequente (muitas vezes durante a noite), urgência para ir ao banheiro, dificuldade em começar a fazer xixi, esforçar-se ou demorar muito para fazer xixi, um fluxo de urina fraco, sensação de que a bexiga não esvaziou totalmente, sangue na urina ou sangue no sêmen.

Exames preventivos

Já que os sintomas não costumam aparecer no início da doença, é importante que homens façam exames preventivos, para que o câncer de próstata não seja descoberto em estágio avançado. Existem dois tipos mais comuns, o exame de toque retal: o médico avalia tamanho, forma e textura da próstata, introduzindo o dedo protegido por uma luva lubrificada no reto. Este exame permite palpar as partes posterior e lateral da próstata; e o exame de PSA: é um exame de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata - Antígeno Prostático Específico (PSA). Níveis altos dessa proteína podem significar câncer, mas também doenças benignas da próstata.

Quando um destes exames aparece alterado, o médico urologista deve dar continuidade à investigação. Nestes casos, o mais comum é que ele solicite uma ultrassom transretal com biópsia de próstata que faz a confirmação e diagnóstico final do câncer. Nesse exame são retirados pedaços muito pequenos da próstata para serem analisados no laboratório.

Segundo o Ministério da Saúde, existem alguns fatores que podem aumentar as chances de um homem desenvolver câncer de próstata. Um deles é a idade: o risco aumenta com o avançar dos anos. No Brasil, a cada dez homens diagnosticados com câncer de próstata, nove têm mais de 55 anos; o histórico de câncer na família: homens cujo o pai, avô ou irmão tiveram câncer de próstata antes dos 60 anos, fazem parte do grupo de risco, e o sobrepeso e obesidade: estudos recentes mostram maior risco de câncer de próstata em homens com peso corporal mais elevado.

Bem Estar

Foto: reprodução internet