O deputadual estadual Gustavo Neiva, de oposição ao Governo do Estado, e que já conhece os apertos que passam os pacientes do Hospital de Floriano e com firmeza vem combrando providências da administração, sempre que usa os meios de comunicação e na Tribuna da Alepi, volta a afirmar que no órgão falta de tudo.
A comitiva de deputados e deputadas integram a Comissão de Saúde da ALEPI.
Pacientes pelos corredores, alguns em macas e outros em cadeiras. Homens, mulheres e até crianças se ajeitam como podem num dos hospital de referência do Estado que ´Tibério Nunes, em Floriano.
Essas são situações estão sendo vistas por um grupo de deputados estaduais que está visitando o Hospital Regional Tibério Nunes, bairro Manguinha, em Floriano.
O Hospital de FLO e outros do estado já foram pautas por várias vezes na Assembleia Legislativa, em Teresina, devido as suas péssimas condições em todos os setores.
A comitiva do Legislativo Estadual está composta pelos deputados Gustavo Neiva, Francisco Costa e pelas deputadas Lucy e Teresa Brito. De Floriano, estão na visita os vereadores Antonio José, Davi Oka e Fábio Braga e todos foram recebids por membros da direção do órgão.
O promotor Arimatéia Dourado, representante do Ministério Puiblico Estadual, em Floriano,, está acompanhando a visita.
MP que altera marco legal do saneamento básico é destaque da pauta do Plenário Outras cinco medidas provisórias também podem ser votadas pelos deputados na última semana de maio. Textos perdem a validade em 3 de junho
A medida provisória que reformula as contratações no setor do saneamento básico (MP 868/18) é o destaque do Plenário da Câmara dos Deputados na última semana de maio. Além dela, os deputados podem analisar outras cinco MPs, como a 867/18, que prorroga o prazo de adesão do produtor rural ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) e permite a recuperação de uma área menor de reserva legal desmatada. Todos esses textos perdem a vigência no dia 3 de junho.
As mudanças nas regras de saneamento básico têm provocado debates na Câmara desde a edição da MP 844/18 sobre o mesmo tema no ano passado. Ela perdeu a vigência sem ser votada.
O texto da nova MP, semelhante ao da anterior, proíbe os municípios de contratarem diretamente estatais de saneamento com dispensa de licitação, estabelece regras para a contratação do serviço com a formação de blocos regionais e prorroga o prazo para o fim dos lixões.
Essas alterações constam do projeto de lei de conversão da MP, de autoria do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que também prevê o compartilhamento de riscos na prestação do serviço entre as empresas e o titular da concessão (municípios ou Distrito Federal).
Atualmente, a lei de diretrizes do saneamento básico (11.445/07) permite aos municípios realizarem um contrato de programa diretamente com empresas públicas prestadoras desse serviço, seja para o fornecimento de água tratada e/ou coleta e tratamento de esgoto.
Os deputados contrários ao texto argumentam que a iniciativa privada não se interessará por municípios com baixa capacidade de pagamento, dificultando assim a universalização do serviço.
Passivo ambiental Já a Medida Provisória 867/18 prorroga até 31 de dezembro de 2020 o prazo para adesão ao Programa de Regularização Ambiental.
O texto aprovado pela comissão mista, de autoria do deputado Sergio Souza (MDB-PR), inclui várias mudanças no Código Florestal (Lei 12.651/12), como das datas a partir das quais poderá ser exigida a recomposição florestal de desmatamento irregular, diminuindo a área a ser recuperada.
Os proprietários que desmataram áreas de reserva legal poderão calcular o total a recuperar com base em percentuais anteriores ao atual código e somente sobre o que existia de vegetação nativa na época.
No caso do cerrado, por exemplo, o marco passa a ser uma lei de 1989, permitindo ao proprietário manter reserva legal de 20% do terreno, calculada sobre a área de mata original existente nessa data.
Tratamento de dados Outra MP em pauta é a 869/18, destinada a recriar, na lei de tratamento de dados (13.709/18), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vetada quando da publicação da legislação.
O relatório do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) recupera a competência dessa autoridade para aplicar punições, como a suspensão do funcionamento de banco de dados por até seis meses e a proibição do exercício de atividades relacionadas a tratamento de informações.
Quanto ao compartilhamento de dados pessoais sensíveis referentes à saúde, o texto proíbe essa situação se o objetivo for obter vantagem econômica. A intenção é evitar a negação de acesso ou a seleção de risco para seguros médicos e planos de saúde. Esse compartilhamento somente poderá ocorrer se for exclusivamente para a tutela da saúde, em procedimento realizado por profissionais de saúde, serviços de saúde ou autoridade sanitária.
Benefícios do INSS Os debates em Plenário também podem ser grandes em torno da MP 871/19, que cria um programa de revisão de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), exige cadastro do trabalhador rural e possibilita o pagamento de auxílio-reclusão apenas nos casos de pena em regime fechado.
De acordo com o projeto de lei de conversão do deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), o INSS terá acesso a dados da Receita Federal, do Sistema Único de Saúde (SUS), de movimentação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e outros para concessão, revisão ou manutenção de benefícios.
Crédito Se lido o ofício de encaminhamento, poderão ser votadas ainda as MPs 865/18, que abre crédito extraordinário de R$ 225,71 milhões para ações decorrentes da intervenção federal em Roraima em dezembro do ano passado devido à crise na segurança pública; e 872/19, que amplia o prazo para o pagamento de gratificações a servidores e empregados cedidos à Advocacia-Geral da União (AGU).
Tramitação de MPs Conforme anunciado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, consta ainda na pauta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 70/11, do Senado, que muda o rito de tramitação das medidas provisórias.
O tema volta a ser debatido devido ao número de MPs que têm prazo próximo do fim de vigência, restando pouco tempo para os senadores deliberarem sobre o assunto.
Na quarta-feira passada (22), por exemplo, os senadores analisaram em somente um dia o texto da Medida Provisória 863/18, sobre capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras, pois ela venceria naquela data.
A manhã deste sábado (25) foi marcada por muita movimentação na abertura da Campanha de Vacinação Antirrábica em Floriano. A ação que não ocorreu ano passado, voltou neste ano e pretende atingir 90% da população canina e felina local. Cerca de 19.500 cães e gatos devem ser vacinados em mais de 20 pontos distribuídos entre escolas e UBSs.
Segundo Thalles Rodrigues, diretor do Centro de Zoonoses, embora não haja casos registrados de raiva no município, a prevenção é indicada para manter o alto índice de controle. "A vacinação é um gesto de amor aos animais e de prevenção à saúde deles e da nossa população, uma vez que estamos sempre em contato com eles.", afirmou.
A abertura contou com a participação do prefeito Joel Rodrigues, representantes da saúde municipal e outras entidades. O dia "D" da Campanha ocorreu durante o dia todo na zona urbana do município. A ação prosseguirá com a vacinação na zona rural entre os dias 27 e 31 de maio.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.