Estão abertas as inscrições para o Exame Classificatório do Instituto Federal do Piauí. Nesta edição, estão sendo ofertadas 2.250 vagas nos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio nos 11 campi da instituição. As inscrições podem ser feitas até 30 de novembro, exclusivamente pela internet.
Os candidatos aos cursos de ensino técnico integrado terão direito à redução de 50% do valor da taxa de inscrição, desde que comprovem que estão concluindo ou tenham concluído o ensino fundamental, integralmente, na rede pública. Já os candidatos oriundos da rede pública de ensino que se declararem impossibilitados de arcar com o pagamento da taxa poderão solicitar isenção da mesma nos dias 19 e 20 de novembro.
Para os candidatos às vagas no curso técnico concomitante ou subsequente de Instrumento Musical - Violão e Teclado (Campus Teresina Central), as inscrições para o Teste de Aptidão serão nos dias 19 e 20 de novembro, com realização do teste no dia 24 de novembro.
Foram reservadas 50% das vagas à inclusão social por sistema de cotas para candidatos que tenham cursado todo o ensino fundamental ou médio em escolas públicas. Para ampliar o sistema de cotas do IFPI, mais 5% das vagas foram reservadas para pessoas com deficiência.
A prova do Exame Classificatório será aplicada no dia 16 de dezembro e constará de 60 questões objetivas, das disciplinas Língua Portuguesa e Matemática, de acordo com o conteúdo programático das disciplinas constantes no edital.
A inclusão de pessoas com deficiência, através da educação, tem crescido no Piauí e melhorado as condições de crianças, jovens e adultos com algum tipo de limitação física ou intelectual. Através da Gerência de Educação Especial, a Secretaria da Educação e Cultura (Seduc), cerca de 3.500 alunos especiais estão inclusos na educação regular em todo estado. “O Piauí tem investido nessa educação especial e nós temos tido um crescimento significativo de matrícula desses alunos na rede estadual”, diz a gerente de Educação Especial da Seduc, Márcia Raika.
Para atender aos alunos com deficiência física, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades e super dotação, as escolas contam com as salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE). No contraturno da aula regular, o serviço atua como um suporte para a educação dessas pessoas.
Atualmente, o Piauí conta com 154 salas de recursos multifuncionais, que auxiliam no AEE. A meta é que até o final deste ano já sejam 200 dessas salas distribuídas no estado. “Além da implantação dessas salas, os professores também tem recebido capacitação para atender os alunos da educação especial. Seguimos os padrões recomendados pelo MEC e temos obtido bons resultados”, esclarece Márcia.
O desenvolvimento do estudante do 9º ano, da Unidade Escolar Darcy Ribeiro, Ricardo Almeida, é um exemplo da inclusão que o Atendimento Educacional Especializado proporciona. Ricardo tem déficit intelectual, alguns aspectos de autismo, e já tem avançado na sociabilidade e nas atividades de informática. “Ele é um exemplo da eficácia do AEE. Monitoramos e orientamos suas atividades, adaptamos os conteúdos. As atividades de informática são as que ele mais domina e já demonstra muitas habilidades”, explica a professora de educação especial, Helena Souza.
A multifuncional da Unidade Escolar Darcy Ribeiro conta com recursos educacionais, como jogos e softwares adaptados para as necessidades de cada um desses alunos. “Nossa sala de recursos é voltada não apenas para os nossos alunos, mas para a comunidade em geral. Além do Ricardo, acompanhamos outras duas crianças que moram aqui perto e necessitam de acompanhamento especial”, diz a diretora da escola, Verônica Matias.
Centros Especializados
Nos seis centros especializados que existem no Piauí, são realizados atendimentos educacionais voltados para cada um dos públicos alvos atendidos, a formação continuada de professores e a confecção de recursos materiais adaptados. “Nesses Centros são trabalhadas habilidades específicas com os educandos, como o social e habilidades cognitivas. Os profissionais multidisciplinares são essenciais nesse processo de desenvolvimento e inclusão”, pontua a gerente de educação especial, Márcia Raika.
Com o intuito de abranger todo o Piauí, os professores da rede pública estadual e municipal de Floriano e Piracuruca têm recebido curso de formação, especialmente em libras. “Devido a demanda de alunos com surdez no Piauí, temos investido na formação de profissionais aptos a ministrar o ensino de maneira bilíngue, promovendo a inclusão e integração desses alunos com deficiência auditiva”, esclarece Márcia Raika.
O Centro Integrado de Educação Especial (Cies) é um desses locais especializados, que atende 506 crianças, com idade de 0 a 14 anos. “Aqui, o Atendimento Educacional Especializado é o nosso principal método, com o qual são desenvolvidas atividades terapêuticas, culturais, que estimulam nossas crianças que têm déficit intelectual”, explica a diretora do Cies, Eleonora Pereira Sá.
A família da pequena Juliellen Rêgo, de 11 anos que possui microcefalia, comprova a qualidade do trabalho desenvolvido pelo Centro e comemora a evolução que ela tem tido. “A Juliellen era bastante atrofiada, não sentava. Hoje, ela caminha até sozinha, conversa e tem desenvolvido muito ao longo desses cinco anos em que está aqui”, conta a acompanhante e irmã Juliane Rêgo.
O último centro especializado inaugurado foi o Centro de Estimulação para Criança com Deficiência Sensorial Auditiva e Visual Mauro César Evaristo, no final de setembro. Ele atende crianças com deficiência sensorial auditiva e visual entre zero e seis anos.
No Centro de Estimulação para Criança com Deficiência Sensorial Auditiva e Visual Mauro César Evaristo, uma equipe multidisciplinar, formada por fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, pedagogos e psicopedagogos, educadores físicos e assistentes sociais, trabalham em duas modalidades: estimulação precoce (zero a três anos e 11 meses) e AEE (quatro a seis anos e 11 meses).
“Todas essas ações fazem parte das nossas estratégias de promover a inclusão de pessoas com deficiência, e de capacitar os profissionais da educação para recebê-las e incentivá-las a crescer educacionalmente. Até 2013, faremos concurso público para intérprete de libras e abriremos cinco centros especializados no interior do estado”, finaliza gerente de educação especial.
A presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira, 19, que o Programa Ciência sem Fronteiras concedeu 18 mil bolsas de estudo até novembro. Segundo ela, mais 3.000 nomes de alunos estão na lista de aprovados, na última chamada, para estudar em universidades de sete países no próximo ano.
— Eles vão aprender o que há de mais avançado em ciência e tecnologia no planeta. E, quando voltarem ao Brasil, vão ajudar a melhorar nossas universidades e a criar novas tecnologias para agregar valor e dar mais competitividade às nossas empresas, aos nossos produtos e aos nossos serviços.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma destacou também que, a partir de desta terça-feira, 20, serão abertas 18 mil vagas para cursos que começam em setembro de 2013. Para ela, a meta do governo de levar 101 mil estudantes brasileiros ao exterior até 2014 será alcançada.
— O Brasil tem que enfrentar simultaneamente dois grandes desafios: o de combater a miséria e elevar o nosso país à condição de classe média e o de sermos capazes de criar tecnologia avançada e inovar, elevando o nosso país aos mais desenvolvidos do mundo. Esses jovens vão ajudar o Brasil a dar um salto em ciência, tecnologia e inovação, e a transformar nosso país em uma potência também na economia do conhecimento.
O Conselho de Administração e Planejamento (CONAPLAN) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) aprovou, durante uma reunião que ocorreu dia 29 de outubro de 2012, a resolução que padroniza o tamanho das placas dos formandos para o tamanho 50×60 cm. A resolução é válida desde o dia 08 de novembro, data em que foi publicada.
De acordo com o Prefeito Universitário, Marcos Antônio dos Santos Silva, foi realizado um levantamento quanto ao uso do espaço para as placas e número de alunos de cada curso, onde se identificaram problemas que estariam ocorrendo devido ao tamanho das mesmas.
“Além da falta de espaço, algumas placas, por serem de material pesado como o mármore, estavam danificando a estrutura física. Solicitamos, então, a padronização desse tamanho tendo em vista solucionar o problema”, ressalta Marcos Antônio.
Os Diretores de campi já estão sendo informados quanto a medida, que deverá ser encaminhada também as Coordenadores de curso para que os alunos formandos sejam notificados. “Com a padronização das placas, poderemos multiplicar esses espaços e evitaremos comprometer a estrutura física, além de termos uma melhor distribuição e organização das placas”, corrobora o Prefeito universitário.