O Piauí foi palco do lançamento nacional do IX Prêmio AMB de Jornalismo, nesta quarta-feira (14). A solenidade, realizada no Palácio de Karnak, contou com a presença do presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Nelson Calandra, representantes dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, além de familiares do ministro Evandro Lins e Silva, piauiense homenageado no Prêmio AMB de Jornalismo.

 

De acordo com a AMB, o Prêmio tem o objetivo de estimular a cobertura jornalística qualificada  sobre temas relacionados à Magistratura, ao Judiciário e à Justiça cidadã. A premiação pretende desmitificar o conteúdo jurídico, aproximando-o do dia a dia do cidadão, de forma a ampliar o acesso da sociedade às decisões tomadas pela Magistratura.

 

Em seu discurso, o presidente da AMB, Nelson Calandra, destacou que, pela primeira vez em nove anos de história, a premiação não é lançada na sede da AMB, em Brasília. “Nossa homenagem ainda é pequena diante de todos os serviços prestados por Evandro Lins e Silva na defesa e fortalecimento da Democracia brasileira”, afirma.

 

Representante da Associação dos Magistrados do Piauí (AMAPI) no evento, o juiz Marcelo Mesquita frisou que o Prêmio de Jornalismo da AMB é importante para estreitar os laços entre a Magistratura e a imprensa. “O juiz, até pelo seu ambiente de trabalho, tem uma postura mais fechada. Muitas vezes não sabe escolher as palavras corretas e acaba não sendo compreendido pelo jornalista. A ação da AMB é importante para aproximar duas instituições tão importantes na garantia da liberdade e dos direitos republicanos”, reflete.

 

O neto de Evandro Lins e Silva, Lucas Lins e Silva, participou da solenidade e agradeceu a homenagem em nome da família. Emocionado, Lucas lembrou o orgulho de seu avô em ter nascido na Ilha de Santa Isabel, em Parnaíba. “Evandro não faz falta apenas para nós, familiares, mas para toda a nação”, diz. Para obter mais informações sobre o Prêmio AMB de Jornalismo basta acessar o site www.amb.com.br/premio/2012.

 

Mérito Renascença

 

Na oportunidade, o Governo do Piauí concedeu a Ordem do Mérito Renascença ao presidente da AMB, Nelson Calandra.

A honraria foi instituída em 31 de março de 1973 e é a mais alta comenda do Estado do Piauí. É destinada a agraciar personalidades e entidades nacionais e estrangeiras por serviços prestados ao povo piauiense.

Fonte: Ascom

A Secretaria Estadual de Educação e Cultura (Seduc), através da  da Direção da Unidade de Gestão e Inspeção Escolar, determinou às Gerências Regionais de Educação e Gestores Escolares que todas as unidades escolares estaduais deverão funcionar normalmente nessa sexta-feira, 16. O objetivo é garantir a regularidade dos serviços essenciais.

 

O esclarecimento se fez necessário em função do Decreto Nº 14.983 de 14/11/2012 que estabelece ponto facultativo no dia 16 de novembro de 2012, em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual Direta, indireta, Autárquica e Fundacional, do Poder Executivo.

 

De acordo com a diretora da Unidade de Gestão e Inspeção Escolar , Eudina Rocha, “a reformulação realizada no calendário do ano letivo 2012 em função do movimento de paralisação dos docentes e o cumprimento da Legislação que determina a carga horária mínima de 800 horas, distribuídas por um mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar”.

 

Governo do Estado

 

Durante dois dias, quinta e sexta-feira da semana passada os alunos do Colégio Dinâmico, que tem sede num trecho da Rua Marques da Rocha, bairro Caixa D`Água,  se envolveram em mais uma edição do Dinâmico Arte e Cultura (DAC), um evento promovido pela escola que tem o envolvimento dos alunos e professores. Palestras e presenças de autoridades marcaram alguns momentos da feira de Ciências, que teve como tema esta ano, Doenças do Século XXI e o médico Luimar de Jesus foi um dos participantes.  

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Foi um momento importante para o Dinâmico, bem como para a nossa cidade e claro, para os nossos alunos e professores que se envolveram nas atividades contidas na programação, disse o professor Joseval Cunha, diretor da unidade.

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O colégio vem investindo sempre mais na estrutura da escola em todos os sentidos e já conta com laboratórios que estão ajudando no dia a dia dos alunos e professores. “Estamos entregando a comunidade florianense cinco laboratórios que certamente irão ajudar na qualidade do nosso alunado de maneira muito respeitosa e de forma grandiosa, tudo com o objetivo de fortalecer cada vez mais a formação dos nossos alunos”, colocou ele.

 

 

No anexo do Colégio Dinâmico foi onde houve a abertura do evento e local onde teve diretamente a participação do médico Luimar de Jesus Santos que abordou um tema voltadas as doenças do século XXI.


Da redação
IMAGENS: piauinoticias.com

 

O curso de medicina voltou a ser o mais concorrido do vestibular da Fuvest. A disputa de 56,43 candidatos por uma das 275 vagas no curso de medicina na saladeaula14112012Universidade de São Paulo (USP) e na Santa Casa, no entanto, é pequena se comparada a outros processos seletivos. Na Universidade Estadual Paulista (Unesp), que terá a primeira fase neste domingo, 18, a concorrência é de 185,3 candidatos por vaga. Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), são 127,3 candidatos por vaga. A disputa na Unicamp começou no último domingo, 11. A primeira fase da Fuvest será no dia 25.

 

Garantir uma vaga na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ou Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) também não é nada fácil.

 

Os números não assustam os estudantes que disputam vagas nos cursos de medicina. Em geral, esses candidatos têm afinidade com ciências exatas e aprenderam a enfrentar outros números, aqueles que podem ser os verdadeiros vilões para quem sonha em ser médico: a concorrência entre candidato e vaga.

 

O estudante João Paulo Natalino Ferrari, de 20 anos, vai tentar uma vaga no curso de medicina pelo quarto ano consecutivo. Sua família é de engenheiros, mas ele sonha em ser médico desde criança. Ferrari foi aprovado em uma faculdade particular de Araraquara, a Uniara, vai se matricular como garantir, mas vai prestar o vestibular da Unicamp, Unesp, Fuvest, além de outras instituições privadas.

 

“A concorrência não me assusta, porque temos de avaliar quantas pessoas estão no seu ou acima do seu nível. No montante de candidatos tem muita gente que está saindo do ensino médio e não tem boa preparação. Eu me assustaria mais se soubesse que há dez candidatos melhores ou tão bem preparados como eu, do que saber que há 300 pessoas na disputa geral”, afirma Ferrari.

 

Neste ano, o candidato resolveu mudar a estratégia dos estudos focando nas disciplinas de ciências humanas, com as quais tem mais dificuldade. Também mescla o tempo de estudo no cursinho e em casa, por pelo menos uma hora diária de exercício físico na academia. “Aos fins de semana procuro descansar, até para melhorar o aproveitamento. Este ano estou bem confiante”, diz.

 

‘Tem de enfrentar’

Yuri Inoue, de 18 anos, também encarar vai uma sequência de provas seguidas com os vestibulares da Unicamp, Unesp, Fuvest, Unifesp e da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).

 

Inoue afirma que o vestibulando de medicina sabe que tem de enfrentar uma concorrência grande, porque os números são esperados e não assustam. O estudante concluiu o ensino médio em 2011 e neste ano se dedicou ao cursinho, mesclando os estudos na instituição e em casa à noite. “A rotina é puxada, entro no cursinho à 7:00h, fico o dia todo. Tem dia que estudo até as 2:00h da manhã, além de fim de semana e feriado. Mas, por outro lado, acho que estou bem preparado para as provas.”

 

Universidades federais que vão usar o Sistema Unificado de Seleção (Sisu) para definir seus calouros só terão a concorrência divulgada durante o processo do sistema do MEC, em janeiro.

 

Teste como treineiros

Os estudantes Diogo Silva Lira e Eduardo Galvão de Franca de Moraes Alves, de 17 anos, de São Paulo, foram aprovados como treineiros na Fuvest no ano passado, mas como neste ano, concluem o ensino médio, entram na disputa por uma vaga no curso de medicina para valer.

 

Além da Fuvest, os estudantes vão prestar os vestibulares da Unicamp, Unesp, Unifesp, além de disputar vagas em outras instituições por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Apesar de saberem que é comum o candidato a uma vaga em medicina, não conseguir ser aprovado logo na primeira tentativa, os jovens estão confiantes e dizem não se intimidar com o tamanho da concorrência.

 

“Temos ciência de que a concorrência é bem alta, como se fosse de um concurso público. Alguém vai ter de ocupar as vagas e estudamos para que sejamos nós”, diz Eduardo. O jovem diz que encara uma rotina pesada de estudos, inclusive aos fins de semana quando participa de simulados. Para ele, o candidato que quer estudar medicina precisa estudar mais do que os outros, ir além e não errar. “Décimos de pontos decidem os que entram ou ficam fora da universidade.”

 

Diogo Silva Lira conta que neste ano abdicou de atividades de lazer, como jogos de futebol e saída com os amigos. “Procuro não me importar com os dados [da concorrência] porque o resultado é individual, depende de cada um. E se eu me preocupar muito com isso pode ser que me prejudique nas provas.”

 

 

G1