A pasta da Educação, da gestão de Floriano-PI, está sendo denunciada por uma mãe de aluno da comulidade L-3, por colocar em risco a vida de todos os estudantes.  A Escola Aldenira Nunes, na comunidade L-3, zona rural da cidade, esta em reforma e, com  isso, a  gestão não removeu os alunos  para um outro local enquanto a oba está em andamento.

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Os estudantes, de ambos os sexos, estão dividindo espaços com os trabalhadores da obra(destaque na imagem)Conforme uma mãe de alunos e as imagens de vídeo comprovam, os estudantes, todos menores de idade, dividem espaço com os trabalhadores da construção civil e, dessa forma se expõe a vários riscos.

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Na escola em reforma que está sendo feita pela Prefeitura, à frente o professor/prefeito Antônio Reis, há situações com fios de energia elétrica a uma altura que põem em risco a vida de alunos e professores, já  buracos para escoar a água onde as crianças ficam brincando sujeito a caírem, há betoneiras no pátio, salas de aula com ventiladores e necessitando de pinturas nas paredes e portas.

Com tudo isso ocorrendo, conforme uma mãe, alguns alunos com fragilidade na saúde chegam a passar mal. Veja as imagens que foram enviadas por uma mãe de aluno, a sra. Luziene. 

A secretária Marisol Simplicio, da Educação, já se manifestou

 

Da redação

A Universidade Estadual do Piauí – UESPI, por meio da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação – PREG, torna pública a disponibilidade de vagas em seus diversos Cursos de Graduação na modalidade presencial, conforme quadro demonstrativo anexo. As vagas são destinadas ao período letivo 2025.2, em conformidade com a Resolução CONSUN 001/2008, que aprova o Regimento Geral da UESPI.

SEI_GOV-PI – 017265443 – FUESPI-PI – RESOLUÇÃO CEPEX

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A cerimônia de abertura do 6º Seminário Brasileiro de Museologia (6º SEBRAMUS) ocorreu na noite desta segunda-feira (24), no Cine Teatro da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Com o tema "Museus, Museologia e Inserção Social", o evento contou com apresentações musicais, incluindo a performance de uma representante do povo originário Guajajara.

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Com ampla visibilidade nacional, esta edição do Seminário, sediada na UFPI, resulta também de uma colaboração entre a Rede de Docentes e Cientistas no Campo da Museologia e o Programa de Pós-Graduação em Artes, Patrimônio e Museologia (PPGAPM) da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar). O evento busca fomentar debates sobre políticas de acessibilidade, educação e inovação tecnológica na museologia, contando com 18 Grupos de Trabalho (GTs) e a participação de pesquisadores de diversas regiões do país. A programação segue até sexta-feira, 28 de março.

A pró-reitora de Extensão e Cultura da UFPI, Waleska Albuquerque, esteve presente na cerimônia e parabenizou a realização do Seminário, enfatizando o papel da Universidade na difusão do conhecimento e da extensão. “Este evento contempla o tripé da Universidade Federal do Piauí: ensino, pesquisa e extensão. Hoje se inicia um grande diálogo sobre a museologia, com especialistas da área e a participação ativa da comunidade acadêmica e geral. Parabéns a todos os envolvidos”, declarou.

“É uma grande felicidade trazer o SEBRAMUS pela primeira vez para a Universidade Federal do Piauí”, destacou Áurea Pinheiro, professora do Curso de História da UFPI e coordenadora-geral do evento. Ela ressaltou a importância do Seminário para a divulgação da museologia como manifestação social: “A perspectiva que buscamos promover é a do museu não apenas como um espaço de preservação de objetos, mas como um ambiente político de intervenção social, no qual as comunidades possam gerir seu próprio patrimônio.”

Jezulino Lúcio Mendes, coordenador da Rede de Docentes e Cientistas do Campo da Museologia, também participou da cerimônia e celebrou o evento como um espaço para a troca de experiências e a construção do futuro da museologia. “Este encontro representa muito mais do que uma reunião de especialistas. Ele sintetiza os esforços, conquistas e desafios que compartilhamos na prática museológica. Nos próximos dias, teremos a oportunidade de revisitar nossas trajetórias, refletir sobre os caminhos percorridos e projetar um futuro promissor para a museologia”, afirmou.

A conferência de abertura foi ministrada por Elizabete Mendonça, pesquisadora em museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Em sua fala, destacou a crescente demanda dos movimentos sociais para que os museus sejam mais inclusivos, indo além da democratização do acesso, promovendo uma verdadeira democracia cultural. “Os museus estão respondendo a uma demanda social, o que se reflete em diversas frentes. Povos indígenas e comunidades quilombolas, por exemplo, têm se apropriado da noção de museu como instrumento de política pública, dando a esses espaços novos significados e usos”, explicou.

Para Bruna Marcelle Silva Amaral, estudante de Arqueologia da UFPI, a expectativa é que o evento contribua para ampliar a visibilidade da museologia e estimule o debate a partir de diferentes perspectivas acadêmicas. “Esperamos que seja um evento abrangente, permitindo que as pessoas conheçam as diversas abordagens existentes dentro do meio acadêmico em relação aos museus e à museologia”, declarou a estudante.

Durante a solenidade de abertura, a mesa de honra foi composta pela pró-reitora de Extensão e Cultura, Waleska Albuquerque; o diretor do CCHL, Vitor Sandes; o coordenador da Rede de Docentes e Cientistas do Campo da Museologia, Jezulino Lúcio Mendes Braga; a professora da UFPI e organizadora do evento, Áurea Pinheiro; e o professor do curso de História da UFPI, Fonseca Neto.

Para mais informações acerca da programação do 6º Sebramus, clique aqui.

Acesse também o instagram do evento @sebramus

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Nos dias 22 e 23 de maio, o Campus Heróis do Jenipapo, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), em Campo Maior, recebe o I Simpósio BioHistória: Eugenia, Bioética, Genética e Populações. O evento interdisciplinar discutirá o controle populacional sob uma perspectiva histórica e científica. A iniciativa, organizada pelo Laboratório de Estudos e Pesquisas em História (LEPH), conta com o apoio dos cursos de Biologia e História da UESPI e financiamento da FAPEPI.

O professor Leonardo Dallacqua de Carvalho, doutor em História pela FIOCRUZ e docente da UESPI, explica que o simpósio busca aprofundar as discussões sobre as continuidades entre as formas de controle populacional no pós-Segunda Guerra Mundial e os discursos eugênicos e bioéticos.

“O I Simpósio BioHistória mapeia como essas questões são recebidas na universidade e incentiva novos estudos sobre os impactos dos discursos eugênicos nos séculos XX e XXI”, afirma Leonardo Dallacqua. Suas pesquisas investigam esterilizações forçadas e teorias da hereditariedade, como a eugenia, no Brasil e no Nordeste, com foco nos estados do Piauí e Maranhão.

A programação do I Simpósio BioHistória inclui a participação do pesquisador internacional Daniel Florence Giesbrecht, da Universidade de Coimbra (FLUC), que apresentará a palestra “Eugenia à Portuguesa: Trajetórias e Contradições na Escrita Histórica”. O professor Leonardo Dallacqua abordará o tema “Eugenia e populações no pós-Guerra: esterilizações de mulheres no Nordeste”.

No segundo dia, os professores Rodrigo Ferreira de Morais (UESPI) e Maria Claudene Barros (UEMA) apresentarão a discussão “A revolução genômica: implicações evolutivas e bioéticas”.

O I Simpósio BioHistória: Eugenia, Bioética, Genética e Populações é aberto ao público e oferecerá certificação aos participantes. A proposta visa envolver alunos de diferentes cursos da UESPI e de outras instituições, ampliando o alcance da discussão.

“O tema ainda é pouco explorado, e o diálogo internacional fortalece essa abordagem. Esperamos participantes de diversos estados”, destaca o professor Leonardo Dallacqua de Carvalho.

Para mais informações, acesse o perfil do Laboratório de Estudos e Pesquisas em História (LEPH) no Instagram: @leph.uespi.

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