No dia 9 de agosto, o Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (HU-UFPI) recebeu a entrega oficial das ações de eficientização energética do projeto E+ Energia do Bem, realizada pela Equatorial Piauí. O programa irá beneficiar o Hospital com a instalação de sistemas fotovoltaicos e troca de eletrodomésticos e lâmpadas ineficientes na instituição com o objetivo de promover mais eficiência energética e redução no valor da conta de energia.

O evento contou com a presença do reitor da UFPI, Gildásio Guedes, que explicou a importância do projeto para as atividades no HU. “Como um dos principais hospitais do Piauí e em atendimento SUS, o HU também tem a responsabilidade de garantir uma sustentabilidade de energia elétrica para garantir melhor funcionamento e certificar que estamos oferecendo um serviço de qualidade para todos”, declarou. ma das vantagens é a possibilidade de economia que amplia a oportunidade de redirecionar recursos financeiros para outras necessidades, que antes eram destinados para o pagamento de conta de energia elétrica. O programa permite cerca de até 90% de redução no consumo.

O evento contou também com a presença do Gerente de Atenção à Saúde, Maurício Giraldi; a Chefe do Setor de Governança e Estratégia, Regiane Lustosa; o Gerente de Ensino e Pesquisa, Carlos Eduardo Lima e Lariza Martins Falcão Chefe da Divisão de Logística e Infraestrutura Hospitalar, que fazem parte da equipe do HU-UFPI.

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A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente – PPGDMA, nível Mestrado, da Universidade Federal do Piauí, torna público, pelo presente edital, a abertura do processo de inscrição, seleção e credenciamento para preenchimento de três (3) vagas para docente do referido programa. As vagas são destinas para as linhas de pesquisa Biodiversidade e Utilização Sustentável dos Recursos Naturais, uma vaga (1) e Políticas de Desenvolvimento e Meio Ambiente, duas vagas (2), tendo a Área de Concentração em Desenvolvimento e Meio Ambiente, enquadradas sob a Área de Ciências Ambientais da CAPES. Podem candidatar-se docentes com título de doutor reconhecido pela CAPES.

Confira o edital.

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Compromisso com a formação e o bem-estar da sociedade piauiense, a Universidade Federal do Piauí (UFPI) avança com as tratativas de implantação do Curso de Terapia Ocupacional. Em audiência pública ontem (8/8), o vice-reitor, Prof. Viriato Campelo, esteve presente na Assembleia Legislativa do Piauí (ALEPI) para discutir a criação do novo curso. A audiência também contou com a presença do Diretor do CCS, Prof. Arquimedes Cavalcante; a Vice-diretora do CCS, Prof.ª Carla Leite; a Chefe do Departamento de Educação Física, Prof.ª Dionis Machado, além dos presidentes do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) e Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO-14), e terapeutas ocupacionais da capital e representantes da sociedade civil e de associações que tratam de pessoas com deficiências.

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Segundo o vice-reitor, Viriato Campelo, a ALEPI encaminhou um documento para a UFPI solicitando um debate público acerca do curso, após receber a demanda de dezenas de pais. O Ministério Público do Piauí também se manifestou a favor da graduação. “Não há a formação deste profissional no estado do Piauí, então acolhemos essa demanda da sociedade piauiense. Durante a audiência, eu também informei que o curso de Terapia Ocupacional já estava nos planos da Universidade. No momento, estamos ajustando com os departamentos das áreas básicas para que ele possa ser viabilizado, antes de conseguirmos todos os códigos de vagas necessários”, explicou.

Curso de Terapia Ocupacional na UFPI

A construção do curso de TO foi proposta inicialmente em 2016 para acontecer no então Campus Parnaíba e somente em 2020 tomou forma com a elaboração do Projeto Político Pedagógico, a partir de uma comissão formada por docentes do Departamento de Educação Física. Desde então, esforços estão sendo somados para que a UFPI possa implantar o novo curso e atender uma demanda crescente que existe hoje no Piauí.

O terapeuta ocupacional tem como objeto a atividade humana, no tocante ao desempenho ocupacional, às atividades do cotidiano e atuação no SUS, desde a promoção da saúde até a reabilitação. Apesar do exercício da profissão ter sido regulamentado em 1969, ainda hoje o estado carece de profissionais desta área. Atualmente o curso não vem sendo ofertado por nenhuma IES no Piauí, fato que ocasiona enorme carência deste profissional no mercado de trabalho.

No Brasil, a Terapia Ocupacional possui 34 cursos de graduação em funcionamento, sendo 21 em Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e 17 em IES privadas, com concentração histórica na região Sudeste do Brasil. No Piauí, estão registrados cerca de 120 profissionais para dar atendimento a uma população estimada em 3.289.290 milhões, havendo uma proporção de profissionais/pacientes infinitamente aquém do recomendado pela OMS. Além disso, diversos municípios do estado não dispõem destes profissionais, que em maioria se concentram na capital.

O Prof. Anselmo Lustosa, pai de uma criança autista, representou a sociedade civil e manifestou as angústias que diversos pais e mães têm por não terem acesso ao tratamento de seus filhos, que envolve a Terapia Ocupacional. Ele fez o relato do quanto o próprio filho conseguiu avançar em autonomia em atividades diárias após receber atendimentos de Terapia Ocupacional, e que outras inúmeras crianças no Piauí, merecem também este direito.

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O MEC (Ministério da Educação) divulga nesta terça-feira (9) o resultado da primeira chamada do programa Prouni (Programa Universidade para Todos), na página da internet do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Nesta edição, foram ofertadas mais de 190 mil bolsas de estudo.

O programa oferece bolsas de estudo, integrais e parciais, em instituições particulares de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica para estudantes sem diploma de nível superior. Para disputar uma bolsa de estudos, os candidatos precisaram atender a alguns pré-requisitos no processo seletivo como: ter participado das edições do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2020 ou 2021, ter atingido, no mínimo, 450 pontos na média das notas e não ter zerado a redação. Outra exigência é a de não ter participado do Enem na condição de treineiro.

Para concorrer à bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio; e para a bolsa parcial (50%) a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

A classificação considera a modalidade de concorrência escolhida pelo estudante em sua inscrição por curso, turno, local de oferta e instituição.

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