O ministro da Educação pretende melhorar os índices educacionais no ranking mundial

O Governo Federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), irá encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta de alteração nas regras do financiamento da educação básica. Instituído no ano de 2006, com a intenção de ser mantido em atividade até 2020, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é, atualmente, o principal mecanismo de financiamento da educação básica no país.

O diálogo sobre a possibilidade de elevação dos repasses da União já está em debate na Câmara dos Deputados, desde a criação de uma comissão especial sobre o tema, a PEC 15/2015. O Senado também discute a pauta, por meio da implementação da PEC33/2019.

Os recursos são responsáveis por mais de 60% do investimento de todo ensino básico no Brasil. Tais valores são provenientes de impostos e repasses da União, estados e municípios. Em 2018, somente a União transferiu R$ 14,3 bilhões aos estados. Informações coletadas pela comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para discutir a PEC 15/2015 indicam que, caso a proposta de ampliar a participação da União dos atuais 10% para 40% em 2031 seja aprovada, o impacto orçamentário da mudança será da ordem de R$ 279,8 bilhões.

De acordo com o ministro da Educação Abraham Weintraub o intuito das novas regras é fazer com que o Brasil avance no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), índice que avalia o nível da educação básica no mundo.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

ensinmedioAbordagens foram citadas por diretores de colégios com melhores pontuações no Enem

Período escolar em que se intensifica o olhar para o acesso ao ensino superior, o ensino médio possui demandas que merecem maior atenção dos pais ao escolher a escola adequada para os filhos. O professor do ensino médio, por exemplo, deve estar pronto para auxiliar o estudante, tirando suas dúvidas e incentivando o estudo para um resultado satisfatório nas provas regulares e na preparação para os futuros vestibulares ou o Enem

Para Elisabete Lima, diretora do Colégio Alfa, uma das tarefas essenciais do professor é oferecer além do conteúdo da sua disciplina. “Ele pode ensinar, por exemplo, a importância de manter a calma para realizar uma boa prova e orientar, ainda, que se o resultado não for o esperado haverá novas chances de seguir com o sonho”, explica a diretora.

Já o diretor da Escola do Bosque Mananciais, Paulo Henrique de Lima, acredita que período de pré-vestibular precisa contar com o suporte dos mestres para que seus alunos façam escolhas adequadas de carreiras, de acordo com seus perfis e sonhos. “A gente precisa achar o ponto de rendimento do aluno, mas ele precisa querer, ter boa vontade”, comenta o diretor.

Mas com tanta opção de escolas, como saber qual é a que vai orientar melhor o estudante? Para responder a essa questão, diretores de escolas que obtiveram melhores pontuações no ranking Enem 2019 citaram três abordagens que agregam na formação do estudante.

Atenção no aluno: algumas escolas bem classificadas no Enem estão priorizando a atenção do professor sobre o aluno, oferecendo suporte e orientação. Em algumas é possível encontrar a educação preceptoria, em que a atenção do docente é direcionada ao aluno em uma espécie de “coaching”, na qual é possível detectar as fragilidades e os pontos fortes do estudante para obter o melhor rendimento dele.

Treinamento constante: no ensino médio, principalmente, no último ano letivo, é comum que as escolas apliquem simulados para que os estudantes se acostumem com o tipo de prova e criem familiaridade com a abordagem do conteúdo. Nesse quesito, os testes podem ser aplicados durante a aula, no período do contraturno ou aos sábados.

Abordagem interdisciplinar: a abordagem interdisciplinar é aquela que une diferentes áreas de estudo. No ensino médio, aplica-se quando todos os conteúdos trabalhados ao longo dos três anos se relacionam e são amplamente conhecidos pelos estudantes.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

Os Veículos Aéreos Não-Tripulados (VANTs), mais conhecidos como drones, chegaram ao Brasil e logo ficaram conhecidos pela capacidade de fazer imagens aéreas e com qualidade. Por causa dessa característica e versatilidade, a sua utilização tornou-se crescente em diversos segmentos, sendo amplamente usado para auxiliar no monitoramento no campo e na produção de vídeos de marketing, por exemplo.

Um drone consegue captar melhores ângulos para fotos e filmagens aéreas mantendo a câmera estável por mais tempo, se comparado ao uso do helicóptero. Além disso, seu uso tem custos menores.

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Diante do custo-benefício, e a ampla exploração do mercado, tais equipamentos vêm sendo usados, também, no cinema, na fotografia, construção civil e agropecuária – nessa, é uma das tecnologias implementadas no campo, onde o dispositivo ajuda a monitorar os hectares com maior agilidade na obtenção e apresentação dos dados de mapeamento, além de favorecer uma visão completa da lavoura e possibilitar um backup da área para futuras análises sazonais. Com isso, a atividade que era realizada em meses de trabalho passou a ser feita em poucos dias.

Além desse aproveitamento em áreas distintas, eles também conquistaram espaço nas agências de marketing que já utilizam o equipamento em seus serviços. Exemplo é a campanha televisiva da Dove, veiculada nas emissoras brasileiras. Com o título de “Mamãe, cheguei!”, a marca apostou na produção de vídeos com drones vestindo-os com uma fantasia de cegonha. Os equipamentos aproximaram-se das mulheres grávidas e de mães com crianças para lançar sobre elas alguns produtos da marca.  

Esses equipamentos também são utilizados para lazer. No entanto, especialistas alertam que um drone não é brinquedo. Para controlar um equipamento do tipo é preciso ter licença aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que dispõe de um regulamento para este fim. Também é preciso ter conhecimentos sobre a manipulação do aparelho.

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Em resposta às expectativas do mercado, em uma busca intensa pelos aparelhos, as instituições de ensino começaram a oferecer cursos para atender a procura.

Atualmente, há cursos online de drone, assim como presenciais de curta duração, graduação e pós-graduação. O arquiteto e fundador da CG Drone, Carlos Galassi, explica que cada escola tem sua carga horária própria de curso, sendo a média de um módulo básico de 16h.

Os tópicos abordam legislação para que o controlado saiba como operar dentro das normas ANAC, Anatel e Decea; manutenção do equipamento; funcionamento – comando e precauções, além de aulas práticas para colocar a aprendizagem teórica em exercício, onde o aluno pratica movimentos de decolagem e pouso, por exemplo.

Os cursos de operação de drones estão autorizados a emitir certificado com validade legal e o custo varia conforme o módulo e a modalidade de curso, que oscila entre online, curta duração, graduação ou especialização. Para os cursos de curta duração, por exemplo, o valor médio apresentado pelo mercado varia entre R$800 e 1.400.

 

Fonte:  Agência Educa Mais Brasil