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O Hospital Tibério Nunes está com planos de trabalhar inúmeras ações neste mês de outubro e, muitas desas ações estão direcionadas ao Outubro Rosa, uma campanha que visa combater o câncer de modo em geral.

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A Dra. Anne katiúscia Carvalho, coordenadora do Serviço Social do Hospital Regional Tibério Nunes. Numa entrevista ao Ivan Nunes explicou sobre o projeto. 

Da redação

A quantidade de casos de câncer de fígado aumentará 55% em nível mundial até 2040, com 1,4 milhão de pessoas diagnosticadas e 1,3 milhão de mortes, avisou nesta quinta-feira (6) a Iarc (Agência Internacional de Pesquisa em Câncer). A previsão faz parte de um estudo publicado no Journal of Hepatology.

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"O número de pessoas diagnosticadas ou morrendo de câncer de fígado aumentará em quase 500 mil casos ou mortes por ano até 2040", a menos que a incidência seja reduzida por meio da "prevenção primária", disse Harriet Rumgay, uma dos principais autores do estudo. O texto da Iarc, um centro da OMS (Organização Mundial da Saúde) com sede em Lyon, na França, lembra que câncer de fígado é a terceira causa principal de morte por câncer em nível mundial e está entre os cinco tipos mais comuns em 90 países, apesar de "a maioria dos casos poder ser evitada".

A prevenção é essencial para evitar essa patologia, com medidas como "imunizar, detectar e tratar a hepatite B" e a hepatite C, diz Rumgay.

A autora frisa também que a redução do consumo de bebidas alcoólicas pode ser fundamental para evitar o aumento do número de casos e mortes por câncer de fígado.

Um estudo recente da Iarc concluiu que 17% das ocorrências de câncer diagnosticadas em 2020 poderiam ter sido evitadas por meio da redução do consumo de álcool.

EFE

Foto: Freepik

Um estudo publicado nesta sexta-feira (30) mostrou que é possível frear a progressão de certos tipos de câncer de mama com a descoberta precoce da mutação genética no centro dos tumores e, a partir disso, adaptar o tratamento.

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O relatório, publicado no Lancet Oncology, uma das principais revistas sobre o câncer, é o primeiro do tipo "a mostrar um benefício clínico significativo depois de, anteriormente, direcionar a mutação bESR1", resumem os autores. Em um câncer de mama, as células do tumor evoluem com o tempo e, dependendo de certas mutações, podem se tornar resistentes aos tratamentos utilizados. Os autores desse estudo, organizado em dezenas de hospitais franceses pelo oncologista François Clément Bidard, avaliaram que é importante detectar a mutação bESR1 a tempo e agir em conformidade.

Para detectar essa mutação, utilizaram uma técnica que vem sendo promissora nos últimos anos dentro dos estudos de câncer: a "biópsia líquida".

Diferentemente da biópsia clássica, uma operação potencialmente complexa e com consequências para a paciente, o objetivo é estudar o conteúdo dos tumores sem precisar extrair tecido da própria mama.

Em seu lugar, basta uma simples coleta de sangue. O sangue das pacientes contém uma pequena parte do DNA vindo das células cancerígenas. Isso torna cada vez mais fácil isolar e estudar a doença.

Formaram-se dois grupos de aproximadamente 80 pacientes com essa mutação. Uma parte seguiu recebendo o tratamento original, já a outra mudou para o medicamento fulvestrant.

AFP

Foto: Reprodução

Apesar de parecer ser algo vindo diretamente dos filmes, cientistas dos Estados Unidos conseguiram criar microrobôs carregados como se fossem nanoantibióticos com capacidade de eliminar bactérias causadoras de pneumonia do pulmão de camundongos com a enfermidade, segundo o “Metrópoles”.

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Tal experimento foi compartilhado pela revista “Nature Materials”, neste mês, e feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia San Diego. Os cientistas deixaram claro que esses resultados são importantes para o tratamento da comorbidade em humanos. De acordo com os pesquisadores, os pequenos robôs reduziram a carga bacteriana efetivamente. “Os microrobôs efetivamente reduziram a carga bacteriana, diminuindo substancialmente a mortalidade animal com toxicidade insignificante. Os achados destacam as funções dos microrobôs híbridos de algas-nanopartículas na entrega de terapêuticas aos pulmões, em especial em ambientes de unidades de terapia intensiva”, afirmaram.

Os responsáveis pelo experimento explicam que os microrrobôs, no caso, foram inseridos, através de um tubo na traqueia, nos camundongos e, em seu revestimento, foram nanoantibióticos e microalgas. A razão por trás disso era facilitar a movimentação no fluido pulmonar, melhorando a aderência e eficácia do tratamento, conforme detalhado pelo “Metrópoles”.

O veículo de comunicação ainda mostra que, com o intuito de ajudar a neutralizar as moléculas inflamatórias produzidas pelas bactérias causadoras da doença (além do próprio sistema imunológico dos camundongos), a tecnologia dos microrobôs foi revestida por membranas de neutrófilos.
Dessa forma, os realizadores da pesquisa mostram que o tratamento conseguiu ser 3 mil vezes mais eficiente do que as injeções intravenosas dos antibióticos. Depois desse avanço, serão feitos novos estudos para que essa tecnologia possa ser testada em humanos de uma forma que seja segura, fácil e duradoura.

Os cientistas agora vão procurar entender como os microrobôs interagem com o sistema imunológico de animais a partir de testes realizados em indivíduos de porte maior. Além disso, a “CNN Brasil” também informou que, na atualidade, 3 milhões de pessoas, aproximadamente, no mundo morrem anualmente devido pneumonia.

3 min de leitura R7

Foto: Reprodução/Twitter @digitalplanet