Chegou ao Brasil nesta quinta-feira (27) o primeiro lote com 1 milhão de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer destinadas a crianças de 6 meses a 4 anos.
O Ministério da Saúde informou que as vacinas passarão por análise do INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde) e, posteriormente, "serão distribuídas de forma proporcional a todos os estados". A pasta reforça que somente podem receber a vacina indivíduos da referida faixa etária que tiverem comorbidades, ou seja, indicação médica. A aplicação deve começar nos próximos dias.
A vacina da Pfizer para o público de 6 meses a 4 anos, no entanto, foi aprovada para todos, sendo a restrição algo imposto pelo ministério.
O imunizante foi liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 17 de setembro e tem dosagem e composição diferentes daquelas utilizadas para as faixas etárias previamente aprovadas. "A formulação da vacina autorizada hoje deverá ser aplicada em três doses de 0,2 mL (equivalente a 3 microgramas)", informou a agência em comunicado. "As duas doses iniciais devem ser administradas com três semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose."
Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, somente no Brasil, cerca de 18,6 milhões de pessoas sofrem com ansiedade. Os sintomas da doença podem ser notados no corpo, além de tornar os pensamentos da pessoa acelerados. Durante as crises de ansiedade, é comum que a pessoa tenha dificuldade para desempenhar as atividades diárias.
A especialista Bruna Capozzi, atuando como psicóloga no Instituto Meraki, em Brasília, afirma que os gatilhos para as crises de ansiedade variam de acordo com a pessoa. Lugares com muitas pessoas e momentos únicos, como falar em público ou viajar de avião, são exemplos de momentos que geram ansiedade. Nessas situações, um conselho é tentar identificar sons, elementos visuais e texturas com o objetivo de se desconectar do estado de ânimo.
“O indivíduo que possui ansiedade parte de um percebimento de medo extremo e risco diante das situações da vida. Há uma superestimação do perigo e, consequentemente, uma elevada preocupação sobre o que está por vir. Essa forma de interpretação negativa dos estímulos, situações e eventos fazem parte da compreensão do transtorno”, afirma a psicóloga.
Para ficar mais atento aos sinais, a psicóloga separou alguns sintomas de ansiedade mais comuns que podem ser percebidos. Veja:
Sintomas físicos de ansiedade
Congelamento
Quando um momento faz com que o indivíduo se sinta muito ansioso, o corpo pode ficar no “modo de congelamento”. Nessa situação, os ombros podem se levantar, os músculos faciais e os maxilares se contraem e, com isso, o indivíduo se sente preso e tenso.
2. Desorientação
Pode fazer com que o indivíduo se sinta um pouco desorientado, gerando uma crise de pânico. Manter a contração nos pés e na conexão com o chão pode ajudar. Identificar as sensações do corpo também é essencial.
3. Dificuldade para respirar
Alguns ainda acham difícil respirar quando estão ansiosos e esse sintoma não deve ser ignorado. Para resolver a crise sem que acabe virando um ataque de pânico, deve respirar lentamente e profundamente pelo nariz e expirar pela boca, como se estivesse soprando uma vela.
4. Suor corporal
Suar incontrolavelmente é uma reação que possui relação com a ansiedade ou estresse. Seja nas mãos, axilas ou na testa, o sintoma pode ser por conta do estado de ânimo e não deve ser ignorado. Para controlá-lo, é preciso manter a calma, tentando organizar os pensamentos.
5. Dificuldade para dormir
A qualidade do sono pode ser abalada pelas crises de ansiedade e a dificuldade pode inclusive se tornar rotineira. Dormir mal por um longo tempo causa carência de concentração, cansaço e até problemas digestivos. A especialista ensina que é importante acalmar a mente, no momento de ir para cama.
6. Agitação intestinal
A ansiedade pode causar uma agitação intestinal, causando necessidade de ir ao banheiro nos momentos de crise. Por conta da descarga de adrenalina no corpo, o sintoma é inclusive mais um estopim para um estado de ânimo descontrolado.
A perda de cabelo é muitas vezes considerada inevitável, já que o crescimento de novos fios é difícil. No entanto, cientistas da Universidade Nacional de Yokohama, no Japão, conseguiram produzir em laboratório novos folículos capilares — estrutura em formato de bolsa onde fica a raiz do cabelo, localizada na camada de pele abaixo da epiderme.
Na pesquisa publicada na revista Science Advances na última sexta-feira (21), os pesquisadores mostraram que os folículos são cavidades presentes em quase todo o corpo humano e se formam ainda na fase embrionária, graças à interação entre a camada externa da pele e o tecido conjuntivo, chamado mesênquima, que se encontra abaixo.
Exatamente por isso, a produção artificial dos folículos sempre foi mais difícil. Para entender melhor essas interações, Junji Fukuda, da Universidade de Yokohama, no Japão, e sua equipe de cientistas estudam organoides — versões pequenas e simples de um órgão — de folículos capilares.
Ao controlar a estrutura das organelas, a equipe conseguiu melhorar o crescimento dos folículos capilares. "Investigamos várias condições, incluindo fatores de crescimento, ativadores e inibidores de vias de sinalização e componentes básicos do meio de cultura", disse Fukuda na publicação.
No ensaio, os japoneses usaram células embrionárias da pele de camundongos e conseguiram cultivá-las em um tipo especial de gel, que permite que as células sejam reprogramadas em folículos pilosos. Esse gel possibilita que as partículas cresçam no laboratório, escalando umas sobre as outras, como fazem no corpo. Em um mês, os folículos atingiram o comprimento de até 3 milímetros.
"Isso provavelmente está relacionado ao fato de que o ciclo de mudança em camundongos é de cerca de um mês", aponta Fukuda.
A equipe agora está trabalha na recriação do experimento com células humanas. E, com isso, um dia pode ser a solução para a perda de cabelo.
A intenção dos pesquisadores é tirar o cabelo de uma pessoa que tenha os fios em boas condições, cultivar em um laboratório e depois usar esses folículos para implantar nas pessoas com queda capilar ou calvície.
Esse avanço pode abrir caminho para medicamentos e tratamentos para o crescimento do cabelo que podem afetar inclusive sua cor e seu formato, uma vez que os folículos implantados terão as características dos doadores.
"Nosso próximo passo será usar células derivadas de humanos e aplicá-las ao desenvolvimento de medicamentos e medicina regenerativa", disse Junji Fukuda, coautor do estudo.
Atualmente, o transplante capilar é feito a partir da retirada de cabelo de uma parte do corpo para uma área que está diminuindo ou ficando calva, o que pode levar a cicatrizes.
No sábado, 22, muitos atendimentos foram realizados nos Postos de Saúde, de Floriano, num mutirão que envolveu vários profissionais. Os atendimentos começaram nas primeiras horas da manhã e se estenderam até o meio dia.
O mutirão foi de exames citopatológico (prevenções) com pedidos de mamografias e, os atendiento estavam ocorrendo nos vários postos de Floriano-PI. O Ivan Nunes, do Piauí Notícias, esteve fazendo as imagens no Posto de Saúde do bairro Bosque Sana Teresinha.