Pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, identificaram o local exato onde as placas ateroscleróticas se rompem, levando a um infarto do miocárdio ou derrame. Eles também identificaram uma enzima, a MMP-9, que está associada à área onde as placas se rompem e é um marcador para futuras complicações cardiovasculares.

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Os cientistas esperam usar a MMP-9 como uma ferramenta para prever quais pacientes correm o risco de ter um ataque cardíaco ou derrame e também para desenvolver novos tratamentos que reduzam o risco de ruptura da placa. O estudo foi publicado no Journal of the American College of Cardiology nesta segunda-feira (5).

A aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura — compostas de colesterol, substâncias gordurosas, resíduos celulares, cálcio e fibrina (um material de coagulação do sangue) — nas paredes dos vasos sanguíneos, o que faz com que eles endureçam.

Esse processo, que ocorre com o passar dos anos e é influenciado por alguns fatores, como altos níveis de colesterol e triglicerídeos, leva frequentemente a casos de infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, angina (dor no peito), doença arterial periférica (nas pernas) e doença renal crônica. O estudo foi publicado no Journal of the American College of Cardiology nesta segunda-feira (5).

A aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura — compostas de colesterol, substâncias gordurosas, resíduos celulares, cálcio e fibrina (um material de coagulação do sangue) — nas paredes dos vasos sanguíneos, o que faz com que eles endureçam.

Esse processo, que ocorre com o passar dos anos e é influenciado por alguns fatores, como altos níveis de colesterol e triglicerídeos, leva frequentemente a casos de infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, angina (dor no peito), doença arterial periférica (nas pernas) e doença renal crônica.

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Foto: Freepik

Um levantamento feito pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) constatou que cinco marcas de suplementos de vitamina C apresentam quantidade de sódio acima do recomendado por entidades de saúde.

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Para tal, a entidade analisou lotes das marcas Benegrip, Raia, Redoxon, Vit Care, Vitaxon e Bio-C, sendo que a última não foi considerada nos resultados finais. De acordo com o documento, o valor médio de sódio foi de 243 mg por porção diária, o equivalente a um comprimido. A quantidade seria o equivalente a 12% da quantidade recomendada por dia pela OMS (Organização Mundial da Saúde) – um total de 2.000 mg diários, conforme explica Adrielle Rodrigues, especialista da Proteste no levantamento.

No teste, foram verificados que a vitamina C da Benegrip foi a com maior quantidade de sódio, com 321 mg. Já a vitamina C da Raia teve as menores quantidades, totalizando 200 mg. O documento alerta que hipertensos devem se atentar à rotulagem dos suplementos vitamínicos e verificar as quantidades de sódio, além de reforçar que que o uso indiscriminado e sem prescrição não é recomendado, sob o risco de hipervitaminoses.

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O desaparecimento de um linfoma não Hodgkin de um paciente de 61 anos tratado com uma técnica nova reacendeu a esperança de cura do câncer. Mas por que ainda não se pode falar que ele está definitivamente curado? O termo correto é remissão completa.

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Segundo a American Cancer Society, na remissão completa, todos os sinais e sintomas do câncer desaparecem, e as células cancerígenas não são mais encontradas em nenhum exame. Para um leigo, seria possível, então, dizer que o paciente está curado. Só que não é bem assim. O desaparecimento de um linfoma não Hodgkin de um paciente de 61 anos tratado com uma técnica nova reacendeu a esperança de cura do câncer. Mas por que ainda não se pode falar que ele está definitivamente curado? O termo correto é remissão completa.

Segundo a American Cancer Society, na remissão completa, todos os sinais e sintomas do câncer desaparecem, e as células cancerígenas não são mais encontradas em nenhum exame. Para um leigo, seria possível, então, dizer que o paciente está curado. Só que não é bem assim.

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A Universidade de São Paulo (USP), junto com o Instituto Butantan e o Hemocentro de Ribeirão Preto, trouxeram um estudo para a rede pública de saúde do país, que consiste em uma técnica inédita contra o câncer que é utilizada em alguns países. A terapia celular usa as células de proteção do paciente que foram modificadas em laboratório contra a doença.

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A terapia celular também conhecida como CAR-T Cell, combate três tipos de cânceres, leucemia linfoblástica B, linfoma não Hodgkin de células B e mieloma múltiplo, que ataca a medula óssea do indivíduo. A pesquisa consiste na retirada de celular T (sistema de defesa do corpo), após passado por modificação genética, o DNA é inserido novamente no paciente. Essa modificação obriga as células a produzirem um elemento chamado CAR-T (Receptor de antígeno quimérico) que começam a reconhecer as células cancerígenas no organismo e a combatê-las com mais força.

No Brasil, com o auxílio das verbas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Cerca de 14 pessoas já receberam o tratamento com a terapia celular. Dentre todos os pacientes houve ao menos 60% de remissão dos tumores. Paulo Peregrino, de 61 anos, foi um dos que realizaram o tratamento. Ele conviveu com a doença por 13 anos e em apenas um mês com a terapia celular teve a remissão completa do seu linfoma. Sua recuperação, como dos outros pacientes foi pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Para este segundo semestre, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), aprovou a pesquisa clínica e 75 pessoas devem receber o tratamento com o CAR-T Cell pelo SUS. O procedimento também está disponível na rede privada no país, contudo, custa em torno de R$ 2 milhões por pessoa. A reação da terapia pode ser agressiva no organismo e todo procedimento deve ser feito em hospitais especializados para o controle da inflamação. O estudo é essencial e revolucionou a medicina moderna.

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