Piauí vai receber 12 ambulâncias do Samu e instalar 5 novas bases no interior

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Piauí deve receber até o final do ano, 12 novos veículos para auxiliar nos trabalhos das equipes em diversos municípios. Parte da frota será destinada para iniciar o funcionamento de cinco novas bases estaduais.

Entre os municípios que receberão novas ambulâncias estão: São João do Piauí, Bocaina, Cristino Castro, Tanque do Piauí, Guadalupe, Itaueira, Gilbués e Picos. Os outros cinco veículos serão utilizados na implantação de novas bases do Samu estadual em Barro Duro, Floresta do Piauí, Santa Luz, Luzilândia e São João da Serra.

“A chegada desses veículos possibilita o início das atividades com qualidade e equipamentos novos. Todos os profissionais e bases estão capacitados e prontos para o início do serviço”, destaca a coordenadora do Samu estadual, Christianne Rocha.

Christianne Rocha, explica ainda que a chegada desses veículos é de suma importância para que as equipes do Samu estadual continuem prestando um serviço de qualidade para a população.

“Isso trará melhores condições de trabalho para as equipes que já atuam pelo estado, o que será refletido diretamente na qualidade do serviço prestado a população e nos resultados atingidos pelas nossas equipes. Esperamos ainda que com o aumento dos repasses para o Samu em nível nacional, cada vez mais os nossos serviços evoluam, melhorando a assistência prestada aos piauienses”, disse o superintendente de Gestão da Rede de Média e Alta Complexidade da Sesapi, Dirceu Campelo.

Durante a abertura do XXXVII Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde, que aconteceu em Goiânia (GO), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou ampliação de 30% dos valores repassados para custeio do Samu no país, o que representa um incremento de R$ 396 milhões por ano.

20 anos

 O Samu 192 foi instituído há 20 anos por meio da Portaria nº 1.864 de 29 de setembro de 2003, que estabelece o componente pré-hospitalar móvel da Política Nacional de Atenção às Urgências em todo o território nacional.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência atua em 3.917 municípios brasileiros, alcançando a cobertura de mais de 86% da população.

Sesapi

A doença hepática gordurosa não alcoólica, também conhecida como esteatose hepática, pode ser silenciosa em seus estágios iniciais. Isso significa que muitas pessoas podem ter a condição sem ter conhecimento dela pela falta de sintomas perceptíveis. No entanto, existem alguns sinais indicadores que podem ser observados na boca.

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A doença hepática gordurosa é causada por um acúmulo de gordura nas células do fígado. Esse acúmulo pode levar a inflamação e danos ao fígado ao longo do tempo.

Os sinais na boca podem ocorrer porque os depósitos de gordura no fígado prejudicam a capacidade do órgão de produzir fatores de coagulação, levando a gengivas a ficarem inchadas e sangrarem.

No entanto, as gengivas não são a única parte da boca que pode soar o alarme. Veja outros sinais de doença hepática gordurosa que aparecem na boca:

Lábios e gengivas descoloridos ou pálidos – danos no fígado podem levar à anemia, causando palidez; Língua avermelhada – toxinas que o fígado não consegue processar entram no sangue e podem alterar a aparência e a umidade da língua; Mau hálito – isso ocorre porque o fígado não consegue desintoxicar adequadamente as substâncias químicas do corpo; Boca seca – a diminuição da produção de saliva pode acontecer quando a doença hepática prejudica a digestão.

Outros sinais de doença hepática gordurosa não alcóolica

De acordo com o Ministério da Saúde, nos quadros leves de esteatose hepática, a doença não provoca sintomas, estes são percebidos quando aparecem as complicações. Inicialmente, as queixas são dor, cansaço, fraqueza, perda de apetite e aumento do fígado.

Nos estágios mais avançados, que se caracterizam por inflamação e fibrose que resultam em insuficiência hepática, os sintomas mais frequentes são ascite (acúmulo anormal de líquido dentro do abdome), encefalopatia (doenças no encéfalo) e confusão mental, hemorragias, queda no número de plaquetas do sangue, icterícia (pele e olhos amarelados).

Catraca Livre

Foto: Créditos: fotostorm/istock

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não concederá mais, a partir desta quinta-feira (20), autorizações nem comprovantes de cadastro para autorizar a importação da planta Cannabis in natura, partes da planta ou flores. A planta é popularmente conhecida como maconha.

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A decisão consta de uma nota técnica publicada nesta quarta-feira (19). De acordo com a Anvisa, a regulamentação atual dos produtos de Cannabis no Brasil “não inclui a permissão de uso de partes da planta, mesmo após o processo de estabilização e secagem ou nas formas rasurada, triturada ou pulverizada”.

Com isso, a importação de Cannabis in natura, flores ou partes da planta fica proibida, sob a justificativa de que, segundo a Anvisa, há “alto grau de risco de desvio para fins ilícitos”, uma vez que o princípio ativo da maconha é concentrado em suas flores.

A nota cita, também, o fato de o Brasil ser signatário de tratados internacionais de controle de drogas.

A Anvisa informa que haverá um período de transição de 60 dias para a conclusão das importações em curso. “Já as autorizações emitidas para importação de Cannabis in natura, partes da planta e flores terão validade até o dia 20 de setembro deste ano”, esclarece a Anvisa.

A agência afirma que os produtos derivados de Cannabis previstos na Nota Técnica 35/2023, para uso medicinal mediante prescrição, continuam autorizados.

Agência Brasil

Foto: Freepik/jcomp

Uma mutação genética pode explicar o fato de algumas pessoas nunca desenvolverem sintomas quando contraem a Covid-19, revelou nesta quarta-feira (19) um estudo publicado pela revista Nature.

A pesquisa, da Universidade da Califórnia (EUA), fornece pela primeira vez provas de que existe um componente genético nas pessoas assintomáticas infectadas com o coronavírus Sars-CoV-2. A chave, explicam os especialistas, está nos antígenos leucocitários (HLA), proteínas que permitem ao sistema imunológico diferenciar suas próprias células saudáveis dos elementos nocivos. Uma mutação em um dos genes codificadores do HLA pode ser responsável pelo fato de as células T (ou timócitos) serem capazes de identificar e atacar o coronavírus.

De acordo com o estudo, as células T de algumas pessoas com essa variante genética conseguem detetar o Sars-CoV-2, mesmo que este seja desconhecido do organismo, porque se assemelha a outros vírus sazonais comuns. Tal descoberta, observam os investigadores, pode ajudar a desenvolver novos medicamentos e vacinas na luta contra esse tipo de doença. "Se tivermos um exército capaz de reconhecer o inimigo precocemente, isso é uma grande vantagem. É como ter soldados prontos para a batalha, que sabem o que procurar e quem são os maus", diz Jill Hollenbach, a principal autora do estudo.

A mutação, chamada HLA-B*15:01, é bastante comum, pois os especialistas a encontraram em cerca de 10% da população estudada. Mas eles advertem que isso não impede o coronavírus de infectar as células.

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No entanto, a mutação neutraliza os sintomas da Covid-19, como a rinorreia (secreção nasal) e a dor de garganta.

Os pesquisadores descobriram que 20% dos indivíduos do estudo que permaneceram assintomáticos após a infecção tinham pelo menos uma cópia da variante HLA-B*15:01, em comparação com os 9% que desenvolveram sintomas.

E aqueles com duas cópias da mutação tinham "muito maior probabilidade" (até oito vezes maior) de não apresentar os sintomas do coronavírus.

Agência EFE

Foto: National Reprodução/Institute of Allergy and Infectious Diseases