PRF recupera veículo furtado em São Paulo e prende homem por receptação no PiauíChamada também pelo termo “dismenorreia”, a cólica menstrual é uma ocorrência muito frequente em mulheres com idade fértil, e seu principal sintoma é a dor na parte inferior do abdômen.

colicamenstrual

Ela pode ter diferentes causas, mas está sempre associada ao ciclo menstrual. Geralmente, surge junto da menstruação, sendo mais intensa 24 horas após seu início e podendo durar por até três dias.

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, assim como sua intensidade. Apesar de comum, a cólica pode afetar negativamente o dia a dia da mulher, prejudicando seu trabalho e estudos.

Neste artigo você vai entender mais sobre essa condição e como tratá-la.

Índice

O que é a cólica menstrual e qual é sua causa? Sintomas mais comuns Cólica menstrual forte: como aliviar? Quando buscar ajuda médica? O que é a cólica menstrual e qual é sua causa? A cólica menstrual consiste em um período de dor na parte inferior do ventre durante a menstruação. O ciclo menstrual é um processo normal do organismo feminino, que faz parte da preparação do corpo para uma possível gravidez.

Durante essa fase, várias coisas vão acontecendo no aparelho reprodutivo, movidas principalmente pelas alterações hormonais do estrogênio e da progesterona.

A menstruação é a consequência da descamação do endométrio, uma camada que reveste o interior do útero, que se desprende quando não há a fecundação. Os mecanismos associados a esse processo geralmente são os responsáveis pela cólica.

A dor pode vir acompanhada de outros sintomas, e seu nível varia de pessoa para pessoa, podendo ser leve, moderado ou intenso. Casos mais leves criam um incômodo pequeno, sem prejudicar tanto a rotina. Porém, quanto mais intenso, mais afeta negativamente a qualidade de vida da mulher.

A cólica pode estar presente em toda a idade reprodutiva, podendo atingir até 90% das mulheres desse grupo em algum momento, sendo mais comum em adolescentes.

É possível dividir a cólica em dois grupos, de acordo com sua causa: primária e secundária.

Primária É o mais comum entre adolescentes e se dá diretamente por consequência dos ciclos ovulatórios. A mudança hormonal que ocorre na fase anterior à menstruação pode criar um processo inflamatório, estimulado principalmente pela queda dos níveis de progesterona.

A razão também pode ser o aumento nas taxas de prostaglandinas, que, entre outras coisas, pode reduzir o fluxo sanguíneo do útero e provocar contrações no órgão.

Além da dor, outros sintomas físicos também podem surgir na cólica menstrual de origem primária, como náuseas.

Secundária Por sua vez, a cólica menstrual secundária se dá por apresentar uma outra condição associada. Alguns exemplos são:

Endometriose; Adenomiose; Miomas. Em casos mais raros, a causa pode ser a presença de doença inflamatória pélvica, cistos ou tumores, DIU, entre outras condições.

Sintomas mais comuns O principal sintoma da cólica menstrual é a dor na parte inferior abdominal, na altura da pelve. Essa dor pode se manifestar de forma contínua ou em pontadas. Sua duração costuma ser de algumas horas ou dias, e pode se estender para a região lombar e pernas.

Outros sintomas que podem acompanhar a cólica são:

Náuseas; Vômitos; Dores de cabeça; Fraqueza. Quando a razão da cólica é alguma condição em paralelo, pode ainda surgir sangramento anormal, dor pélvica ou genital, entre outras manifestações, além do agravamento dos sintomas já citados.

Cólica menstrual forte: como aliviar? O alívio da cólica pode ser buscado por alguns meios, mas para isso, é importante que o tipo da condição seja definido, que pode ser primária ou secundária.

Medicamentos podem ser indicados por um profissional para a redução das dores, e o grupo de anti-inflamatórios é o principal utilizado nesse caso. O Naproxeno é um exemplo de medicamento que pode ser utilizado.

O uso de bolsa térmica também é indicado. Ela pode ser colocada no baixo ventre, aliviando a dor pelo contato com o calor. A prática constante de exercícios físicos, como caminhada, corrida ou natação, aliada a uma alimentação equilibrada e rica fibras, pode ser importante para auxiliar na redução dos sintomas a médio e longo prazo.

Busque sempre uma orientação médica para entender o que é mais indicado para o seu caso, visto que cada organismo pode se comportar de forma diferente. O acompanhamento também é importante, não apenas médico mas também com outros profissionais, como nutricionistas.

Também vale lembrar que o uso de medicamentos, ainda que esporádico, deve ser feito com o aval de um profissional.

Quando a cólica possui origem secundária, ou seja, é provocada por alguma outra condição, é necessário que esse problema que a origina seja tratado, a fim de reduzir esse e outros sintomas.

Quando buscar ajuda médica? O acompanhamento médico é importante para todas as pessoas. As visitas ao(a) ginecologista, em especial, devem ser feitas periodicamente a fim de realizar exames importantes e verificar o estado de saúde nas áreas tratadas por essa especialidade.

Porém, é necessário buscar ajuda médica sempre que houver episódios de cólicas além do normal e quando ela vier acompanhada de outros sinais, como:

Piora da condição ao longo do tempo; Dor pélvica; Dor durante a relação sexual; Sangramento fora do normal; Tratamento clínico ineficiente. Essas manifestações podem indicar que a cólica seja de origem secundária. O histórico familiar também deve ser considerado, já que condições como a endometriose podem ser influenciadas por fatores hereditários.

Por mais que a cólica seja uma condição comum, ela pode ser muito prejudicial à mulher e atrapalhar sua rotina. Então, não hesite em buscar ajuda médica, especialmente diante de sintomas mais graves. E, se necessário, adote os meios indicados para a melhora da condição.

R7

 

Adolescentes que vivem nas redes sociais são mais suscetíveis a experimentar cigarros eletrônicos, sugere um novo estudo da Universidade Yale, nos Estados Unidos. O artigo foi publicado no Preventing Chronic Disease, periódico científico financiado pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention, serviço americano que cuida da prevenção e do controle de doenças).

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Segundo os autores, há muita informação sobre cigarros disponível na internet, mas pouco se sabe sobre a influência do mundo virtual no fumo em jovens. Para descobrir essa relação, eles avaliaram dados de mais de 7.000 adolescentes entre 12 e 16 anos participantes do PATH (Population Assessment of Tobacco and Health), um estudo longitudinal que avalia o impacto do tabaco na saúde dos americanos. O levantamento foi feito em dois momentos, entre 2016 e 2018 e entre 2018 e 2019. Nenhum dos voluntários tinha provado vape na avaliação inicial.

Um ano depois, aqueles que usavam mídias sociais diariamente apresentaram três vezes mais risco de experimentar o dispositivo comparado a quem não tinha esse hábito. Os cientistas ressaltam que há muito conteúdo em que os cigarros eletrônicos costumam ser apresentados como algo glamouroso, saudável e seguro. Isso, somado ao uso pelos colegas, levaria a uma maior suscetibilidade para experimentar. No entanto, eles não constataram uma associação direta com a continuidade do uso do cigarro.

“Um dos principais perigos das redes sociais é justamente a exposição a informações midiáticas e chamativas, nem sempre com dados informativos de prós e contras. Crianças e adolescentes podem não ter a maturidade para saber quanto isso é prejudicial”, diz a psicóloga Caroline Nóbrega, do Hospital Israelita Albert Einstein. “O vape está muito relacionado a festas, a algo ‘descolado’, e esse conteúdo desperta curiosidade e vontade de experimentar, até em busca de aceitação social.”

Por outro lado, tanto a experimentação quanto a dependência estão associadas a diversos fatores, um deles o estilo parental. “É importante que os pais tentem acompanhar os conteúdos e orientar os filhos a usar as redes sociais com limites e de forma saudável”, afirma a psicóloga. “É preciso conscientizar, mas sempre explicando os motivos, e não simplesmente proibir ou ser excessivamente rígido. Isso não funciona.”

Além disso, promover atividades em família e estimular outros interesses extracurriculares pode ajudar a proteger contra os riscos do excesso das telas. “Se o adolescente ficar ocioso, vai achar algo para ocupar o tempo. As redes sociais apresentam um mundo paralelo de coisas prazerosas, e a própria exposição excessiva a telas também já pode ser um vício”, lembra a especialista.

Atualmente, sabe-se que o cigarro eletrônico está associado a doenças e riscos similares aos do cigarro comum, como asma e enfisema pulmonar. Também pode gerar lesões agudas nos pulmões e provocar alterações nos vasos sanguíneos, que aumentam o risco cardiovascular. O famoso vapor também contém substâncias cancerígenas.

Por Gabriela Cupani, da Agência Einstein

Foto: Freepik

Técnicos dos 152 municípios do Piauí que aderiram ao Termo de Adesão à Estratégia de Busca Ativa Vacinal (BAV), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), estão participando de uma qualificação em Teresina. O curso acontece até esta terça-feira (07), às 17h, no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O objetivo do Busca Ativa Vacinal é identificar crianças menores de 5 anos com atraso vacinal ou não vacinadas, estabelecendo estratégias para o encaminhamento delas aos serviços de saúde ou atualização de vacinação.

buscativa

A Busca Ativa Vacinal (BAV) é uma estratégia do UNICEF para apoiar os municípios na garantia da imunização infantil. A plataforma usa uma metodologia social e uma ferramenta tecnológica disponibilizada gratuitamente para os municípios.

A estratégia incentiva a participação de diferentes áreas na BAV – como Saúde, Educação, Assistência Social, entre outras –, fortalecendo a rede de garantia de direitos.

A Superintendente de Atenção à Saúde e Municípios da Sesapi, Leila Santos, reforça a importância do busca ativa, que pode mudar a realidade da cobertura ativa no país.

“Estamos trabalhando com todas as estratégias para que possamos aumentar a nossa cobertura vacinal. A BAV do Unicef chega para nos ajudar ainda mais a reverter as baixas coberturas” afirma.

Segundo a Consultora em saúde e desenvolvimento infantil do Unicef, Juliana Vergetti, o objetivo é ajudar os municípios a alcançar os 95% de cobertura vacinal. “Não queremos que nenhuma criança fique para trás porque quem ama, vacina”, diz.

O Governo do Piauí aderiu ao BAV em setembro, durante evento realizado no auditório da Associação Piauiense de Municípios (APPM), em Teresina. O evento reuniu diversas autoridades.

O documento foi assinado pela primeira-dama e coordenadora do Pacto Pelas Crianças, Isabel Fonteles; o secretário estadual de Saúde (Sesapi), Antonio Luiz, e representantes do Unicef.

Sesapi

O Hospital Regional Tibério Nunes, referência em atendimento de saúde na região de Floriano, passa por um grande processo de expansão que visa aprimorar e ampliar os serviços de saúde oferecidos à comunidade local e regional. As obras de ampliação do hospital estão divididas em duas etapas que irão melhorar a infraestrutura e a capacidade de atendimento da unidade.

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A primeira fase das obras conta com 80 novos leitos, incluindo 02 leitos de isolamento. Essa etapa tem previsão de conclusão para o mês de fevereiro de 2024. Com esses novos leitos, a unidade de saúde poderá acomodar um maior número de pacientes, garantindo um atendimento de alta qualidade e maior disponibilidade de recursos médicos.

A segunda etapa da expansão abrangerá a construção de mais 68 leitos no segundo pavimento, como explica o superintendente de média e alta complexidade da Sesapi, Dirceu Campêlo.

"Assim como na primeira, a segunda etapa também contará com leitos de enfermaria, além de mais 02 leitos de isolamento. Quando essa fase for concluída, a capacidade total do hospital terá aumentado para 148 novos leitos, divididos em dois pavimentos", afirmou.

O diretor do hospital, Gabriel Silva, enfatizou que as reformas na unidade de saúde fortalecerão ainda mais Floriano como um polo de saúde na região e permitirão a alocação adequada de serviços médicos.

"A ampliação do Hospital Regional Tibério Nunes é um passo importante no fortalecimento da infraestrutura de saúde na macrorregião de Floriano, garantindo um atendimento mais abrangente e de alta qualidade para a população local”, destaca.

Sesapi

Foto: Ascom