cervejaA ressaca é uma doença, ao menos para um tribunal em Frankfurt, na Alemanha, durante um julgamento contra um fabricante de uma bebida contra ressaca.

Poucos dias após o início da Oktoberfest, no último sábado (21) em Munique, pessoas deram queixa contra uma empresa que estava oferecendo "shots" de uma bebida que prometia curar os efeitos colaterais do álcool.

Na decisão, os juízes argumentaram que empresas que vendem alimentos e bebidas não podem comercializá-los como sendo a cura para sintomas relacionados à ressaca, como cansaço, náusea e dores de cabeça.

"Um produto alimentício não pode atribuir propriedades para prevenir, tratar ou curar uma doença ou dar a impressão de que possui essa propriedade", diz a decisão, segundo publicado no jornal britânico The Guardian.

"Por uma doença, deve-se entender até pequenas interrupções ou temporárias no estado normal ou na atividade normal do corpo, incluindo cansaço, náuseas e dores de cabeça, que a empresa alegou que seu produto poderia acabar", acrescentaram os júizes.

"Um produto alimentício não pode atribuir propriedades para prevenir, tratar ou curar uma doença ou dar a impressão de que possui essa propriedade", diz a decisão, segundo publicado no jornal britânico The Guardian.

"Por uma doença, deve-se entender até pequenas interrupções ou temporárias no estado normal ou na atividade normal do corpo, incluindo cansaço, náuseas e dores de cabeça, que a empresa alegou que seu produto poderia acabar", acrescentaram os júizes.
Os médicos há muito tempo usam a palavra "veisalgia" como termo médico para designar a ressaca, observaram os juízes.

Segundo um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, liderado por cientistas na Alemanha, a ressaca é um complexo conjunto de sintomas físicos e mentais desagradáveis ​​que ocorrem quando concentrações elevadas de álcool no sangue retornam a zero.


A pesquisa afirma que não há remédios eficazes para esses sintomas e que crenças populares, como tomar cerveja antes do vinho para prevenir a ressaca, não foram cientificamente comprovados, segundo publicou o jornal norte-americano The New York Times.

Os sintomas da ressaca são um sinal de alerta que protege o corpo que ajudará os seres humanos a modificar o comportamento ao longo dos anos e passar essa vantagem evolutiva para as próximas gerações, concluiu o estudo.

 

R7

Foto: Freepik

criaçaUm estudo realizado na Inglaterra analisou 250 mil crianças que tomaram antibióticos mais de duas vezes ao ano, verificando sua eficácia. Os pesquisadores concluíram que o excesso do medicamento reduziu a qualidade do efeito do tratamento em 30%, levando crianças a consumirem mais remédios sem necessidade.

Os doutores das universidades de Oxford, Cardiff e Southampton observaram que a maioria das crianças era medicada com antibiótico para tratar infecções comuns, como dores de garganta, ouvido e tosse.

Segundo os pesquisadores, o uso do antibiótico, na maioria das vezes, é receitado para as crianças pela pressão feita pelos pais. "Os médicos estão bem conscientes dos perigos potenciais da prescrição de antibióticos quando não são absolutamente necessários - e como isso pode contribuir para a crescente resistência a essas drogas importantes, o que é uma preocupação global", conta a professora Helen Stokes-Lampard ao Jornal Britânico de Medicina Geral.

Por ter sido utilizado durante muitos anos como o tratamento principal para infecções recorrentes em crianças, os pais ainda acreditam que esse medicamento é o mais indicado para seus filhos, pressionando os médicos a receitarem o antibiótico.

Efeitos do antibiótico em excesso

A pesquisa indicou que 30% das crianças que ingeriram antibióticos mais de duas vezes ao ano precisaram prolongar o tratamento para suas doenças. Em alguns casos, até mesmo a internação médica foi necessária.

"Quando as crianças recebem mais antibióticos, sua probabilidade de consultar um profissional de saúde pela segunda vez é afetada e, inadvertidamente, aumenta a carga de trabalho clínico", explica o doutor Oliver van Hecke.

Minha Vida

Foto: Getty Images

criaçatividadeSeu filho pratica atividade física todos os dias? A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que crianças de 2 a 5 anos façam, pelo menos, duas horas de atividade física por dia, e as crianças de 5 a 17 anos, uma hora por dia. Isso vale para todos os dias da semana, não somente nos cinco dias úteis. Tendo em vista esse tempo, a média de duas aulas de educação física, por semana, com duração de 50 minutos cada, não são suficientes para garantir a recomendação.

Segundo o educador físico, Márcio Atalla, 78% das crianças brasileiras não atingem o tempo mínimo de atividade física recomendado pela OMS. As crianças precisam brincar mais. Quando a gente diz ‘atividade física’, entende-se por qualquer atividade em que a criança tenha movimento, não necessariamente um esporte. Brincadeiras, subir escada, ajudar a arrumar o jardim, andar de bicicleta. São vários os exemplos de situações que podemos fazer com que as crianças sejam mais ativas.

 

Atalla lembra da importância dos pais darem o exemplo e fazer exercício também. E na atividade programada, é preciso respeitar o gosto da criança, para que a atividade não fique cansativa.

Do ponto de vista social, a prática da atividade física proporciona à criança aprender a conviver em grupo, a respeitar regras, a respeitar o colega, faz novas amizades. Do ponto de vista físico, a criança adquire o ganho de força, melhora da qualidade óssea, menor risco cardiovascular, menor risco de síndrome metabólica e de obesidade e o desenvolvimento da coordenação motora. Do ponto de vista cognitivo, melhora o desenvolvimento intelectual, sinapses mais rápidas e melhores, menos depressão e ansiedade.

Benefícios da atividade física:

Convívio em grupo;
Respeito às regras;
Ter ossos mais fortes;
Menor risco de obesidade;
Melhor desempenho na escola.

 

Bem Estar

Foto: Reprodução TVGlobo

Quando falamos de uma alimentação vegetariana ou vegana, imaginamos uma refeição saudável capaz de proteger o organismo de uma série de doenças, como as cardiovasculares por exemplo.

dietevegana

Por outro lado, um estudo publicado no BMJ analisou pessoas que comem carne, peixes e vegetarianos ou veganos ao longo de 18 anos e descobriu uma relação entre a dieta e o risco de acidente vascular cerebral (AVC).

Segundo o resultado, os consumidores de peixe e os adeptos da dieta vegetariana apresentaram taxas de 13 a 22% mais baixas de doenças cardíacas em comparação aos que consomem carne.

Além disso, o estudo também apontou que os vegetarianos tinham 20% mais chances de sofrerem um AVC do que aqueles que consumiam carne. O motivo apontado pelos autores é a taxa elevada de um quadro conhecido por derrame hemorrágico.

AVC hemorrágico: o que é

"O AVC hemorrágico é um tipo de AVC causado por uma ruptura de um vaso sanguíneo enfraquecido, causando derramamento de sangue no cérebro. As causas mais comuns incluem pressão alta não controlada, ruptura de um aneurisma cerebral ou ruptura de um vaso sanguíneo anormal no cérebro", explicou o neurointensivista do estudo, Ishwara Sankara.

Enquanto pesquisas anteriores associaram a alimentação vegetariana e vegana a um risco reduzido de doenças cardíacas coronárias em comparação à pessoas que consomem carne, pouco foi relatado sobre a diferença no risco de derrame.

"No entanto, a extensão total dos potenciais benefícios e riscos dessas dietas para a saúde não são bem conhecidas", disse a principal pesquisadora do estudo, Tammy Tong, ao Healthline.

Falta de vitaminas

De acordo com Sankara, o fato de que vegetarianos e veganos correrem maior risco de desenvolver deficiência de vitaminas B12 e D, pode ser o fator contribuinte para os maiores riscos de doenças neurológicas.

Se o corpo tiver uma deficiência de nutrientes, pode levar a um risco aumentado de vários problemas de saúde. "A deficiência de vitamina D também pode aumentar o risco de derrame", alertou Sankara.

 

minhavida

Foto: divulgação