corncasosO Brasil registrou nesta quarta-feira (16) 36.820 novos casos de covid-19 e 987 mortes causadas pela doença fruto do novo coronavírus.

De acordo com as informações do Ministério da Saúde, o país agora soma 134.106 óbitos e 4.419.083 casos desde a primeira notificação da doença, registrada no final do mês de fevereiro.

 

Ainda segundo o balanço oficial do governo, 3.720.312 pessoas se curaram da doença e outras 564.665 casos estão em acompanhamento. A taxa de letalidade da covid-19 no Brasil é de 3%.

Desde o início da pandemia, quase de 29,7 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 937 mil morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.

O Brasil permanece como o terceiro país do mundo em número de casos de covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Veja a situação em cada Estado do Brasil
São Paulo: 909.428 casos
Bahia: 287.685 casos
Minas Gerais: 258.595 casos
Rio de Janeiro: 246.182 casos
Ceará: 230.406 casos
Pará: 217.500 casos
Santa Catarina: 201.682 casos
Distrito Federal: 179.823 casos
Goiás: 172.747 casos
Maranhão: 164.770 casos
Rio Grande do Sul: 164.373 casos
Paraná: 157.330 casos
Pernambuco: 138.568 casos
Amazonas: 128.851 casos
Espírito Santo: 121.708 casos
Paraíba: 114.582 casos
Mato Grosso: 108.890 casos
Piauí: 87.959 casos
Alagoas: 82.983 casos
Sergipe: 75.342 casos
Rio Grande do Norte: 65.993 casos
Rondônia: 61.619 casos
Tocantins: 61.271 casos
Mato Grosso do Sul: 60.963 casos
Roraima: 47.164 casos
Amapá: 46.266 casos
Acre: 26.463 casos

 

 R7

Foto: reprodução internet

cepasO contato com o coronavírus, de quem já teve a covid-19, causa aumento de anticorpos e não reinfecção, segundo afirma o imunologista Roberto Zeballos em um vídeo postado em seu Instagram. Ele contexta a interpretação de um estudo publicado na segunda-feira (14) na revista Nature Medicine que diz que a imunidade adquirida após o contágio da covid-19 é de curta duração. "Essa informação não está correta. Vou esclarecer uma notícia que pode gerar pânico”, explica no vídeo.

O estudo, realizado por pesquisadores da Holanda, Bélgica e Espanha, afirma que a imunidade do coronavírus sazonal, cepas mais simples de coronavírus, é de curto prazo. Isso poderia ser um indício de que a imunidade gerada pelo Sars-Cov-2, que causa a covid-19, também seja de curto prazo.


O médico explica que, quando os participantes do estudo analisados pelos pesquisadores tiveram contato novamente com o vírus, as células de memória desses indivíduos promoveram um aumento de anticorpos para aquele vírus, mas não houve doença. “Conforme esses pacientes entravam em contato com uma cepa que já tinham entrado eles desenvolviam anticorpos, não desenvolviam doença.”

O estudo afirma que a infecção por coronavírus sazonal pode ser assintomática e que, portanto, seriam necessárias contínuas amostras respiratórias, o que não é viável. Assim, os pesquisadores resolveram utilizar testes sorológicos.


Os pesquisadores examinaram 513 amostras de soro coletadas regularmente de dez homens adultos saudáveis em Amsterdã desde 1980. Os autores mediram o aumento de anticorpos contra a proteína do nucleocapsídeo (abundante no coronavírus) para cada coronavírus sazonal e consideraram cada aumento de anticorpos como uma nova infecção.

Cada paciente teve entre 3 e 17 infecções, com intervalos de 6 e 195 meses entre as infecções (8,7 anos). Os homens foram infectados pela mesma cepa de coronavírus 12 meses após a primeira infecção.

Os pesquisadores também notaram que no inverno as infecções eram mais frequentes, informação confirmada pelo imunologista.

 

R7

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imunidapoucaUma das questões-chave do coronavírus que permanece sem resposta é por quanto tempo dura a imunidade adquirida após a doença. Nesta segunda-feira (14), um estudo publicado na Nature Medicine alerta que a imunidade protetora contra a SARS-CoV-2 pode ser curta.

Para determinar isso, uma equipe de pesquisadores liderada por Lia van der Hoek, chefe do laboratório experimental de virologia da Universidade de Amsterdã (Holanda), analisou a imunidade em quatro cepas de coronavírus sazonais semelhantes ao SARS-CoV-2.


As quatro cepas (HCoV-NL63, HCoV-229E, HCoV-OC43 e HCoV-HKU1) causam infecções do trato respiratório e, de acordo com os autores do estudo, entender quais características compartilhadas esses coronavírus têm poderia ajudar a aprender mais sobre a SARS -CoV-2.

Para fazer o estudo, os autores examinaram 513 amostras de soro coletadas regularmente de dez homens adultos saudáveis ​​em Amsterdã desde 1980, ou seja, por mais de 35 anos.

Os autores mediram o aumento de anticorpos contra a proteína do nucleocapsídeo (abundante no coronavírus) para cada coronavírus sazonal e consideraram cada aumento de anticorpos como uma nova infecção.

De acordo com os resultados do estudo, cada paciente registrou entre 3 e 17 infecções por coronavírus em períodos de reinfecção entre 6 e 105 meses (8,7 anos), e que os indivíduos estudados foram infectados pelo mesmo coronavírus sazonal doze meses após o infecção inicial.

Os autores também descobriram que amostras de sangue coletadas na Holanda nos meses de junho, julho, agosto e setembro tiveram a menor taxa de infecções nos quatro coronavírus sazonais, indicando uma maior frequência de infecções de inverno no países temperados.

Os autores sugerem que o SARS-CoV-2 pode compartilhar o mesmo padrão após a pandemia.

Embora mais pesquisas com coortes maiores sejam necessárias, os autores acreditam que as reinfecções são comuns em todos os quatro coronavírus sazonais, sugerindo que pode ser uma característica comum a todos os coronavírus humanos, incluindo SARS-CoV-2.

 

EFE

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.Como programado foi entregue na manhã de hoje, 14, uma nova ambulância para o SAMU, órgão de Floriano-PI.

O veículo foi entregue pela gestão municipal que estava sendo representada pelo secretário James Rodrigues, da pasta da Saúde. Houve uma solenidade com presença dos colaboradores do órgão.

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Os profissionais receberam ainda fardamentos novos para o uso diário nas suas funções. Juçara César, irmã do vereador Liacir César, é quem está como coordenadora do SAMU.

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Da redação

 IMAGENS: Ivan Nunes