Médicos Cirurgiões chineses fizeram crescer um 'nariz' artificial na testa de um jovem de 22 anos. O 'órgão', construído com cartilagem retirada da costela do próprio paciente, será transplantado para substituir o nariz danificado por uma infecção.
O paciente Xiaolian, sofreu um acidente de carro em agosto do ano passado, quando teve um trauma no nariz. Depois de vários meses, a infecção, que não foi tratada adequadamente, corroeu grande parte da cartilagem do nariz, tornando a reparação impossível para os cirurgiões.
A equipe do hospital na cidade de Fuzhou, na província de Fujian, decidiu, então, construir um nariz artificial para substituir o original. Isso foi possível graças ao implante de um expansor de tecido da pele no formato de um nariz na testa de Xiaolian. Cartilagem retirada da costela do paciente também foi utilizada na construção do órgão artificial.
Cirurgiões afirmam que o nariz tem um bom formato e que a cirurgia de transplante pode ser realizada em breve, segundo relatos da mídia local.
Os médicos estrangeiros que foram enviados às cidades do interior do Piauí pelo programa "Mais Médicos" serão supervisionados por tutores da Universidade Federal (UFPI). O objetivo é acompanhar o processo de adaptação dos profissionais e trocar experiências.
"Haverá supervisão local e regional. Os tutores viajarão uma vez por mês até as cidades dos médicos e juntos trocarão experiências e discutirão as condições do local. Após cada visita será produzido um relatório com o resultado da análise do tutor, inclusive no aspecto de relacionamento com a equipe e com a comunidade", explicou José Ivo Pedrosa, coordenador de Medicina Comunitária da UFPI.
O coordenador ressalta, entretanto, que não há vinculação entre o registro provisório e o tutor. "O médico com registro é responsável pelos seus atos, até porque tecnicamente todos eles são especialistas, mestres e temos até doutores. A supervisão vai dar suporte a essa formação, mas não se responsabilizará por qualquer erro", destacou.
Dentro da supervisão da UFPI, os médicos estrangeiros terão ainda o dever de produzir um projeto para solucionar alguma dificuldade de sua região.
Os corredores do Senado sempre cheios de assessores e parlamentares engravatados ganharam um tom diferente no início da tarde de hoje, 24, com a chegada de 70 vaqueiros de várias regiões do país. Vestidos a caráter com chapéu e gibão, o grupo veio acompanhar a votação do Projeto de Lei (PLC) 83/2011, que reconhece e regulamenta a profissão deles.
A pedido de líderes partidários, a proposta será votada em regime de urgência hoje e será o primeiro item da pauta do plenário . O texto define o vaqueiro como profissional responsável pelo trato, manejo e condução de animais como bois, búfalos, cavalos, mulas, cabras e ovelhas.
Segundo o presidente da Associação dos Vaqueiros de Conceição do Coité, na Bahia, Áureo Carneiro, a regulamentação vai permitir ao vaqueiro "trabalhar com mais satisfação e amor”. “Hoje quem paga bem um vaqueiro, paga um salário [mínimo]. A maioria, 90%, não ganha nem isso. Enquanto tem a sua juventude, sua força física, ele consegue emprego. Depois que ele fica velho e cansado ou sofre algum acidente na lida, ele é dispensado pelos patrões sem nenhuma garantia”, lamentou.
“Vamos ter os direitos legais que todas as profissões já têm: periculosidade, insalubridade, adicional noturno, hora extra, que ninguém que trabalha como vaqueiro recebe isso. É uma maneira de valorizar a nossa profissão que é uma das mais antigas do mundo”, disse o representante da Associação dos Encourados de Pedrão, também da Bahia, Anderson dos Santos Maia.
Pelo projeto, estão entre as atribuições do vaqueiro: alimentar os animais, fazer a ordenha, treinar e preparar animais para eventos culturais e socioesportivos com a garantia de que não sejam submetidos a atos de violência; e, sob a orientação de veterinários e técnicos qualificados, auxiliar com os cuidados necessários à reprodução das espécies.
Uma emenda ao projeto, aprovada pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária, incluiu como papéis completares do vaqueiro, do administrador e do médico veterinário o cuidado com a saúde dos animais. No projeto original, a atividade está a cargo apenas do vaqueiro.
De acordo com outras emendas aprovadas durante a análise do projeto pela comissão, o vaqueiro tem a obrigação de comunicar ao administrador fatos que representem risco epidemiológico para os animais, especialmente em casos de febre aftosa, bem como de auxiliar nas tarefas relativas ao rastreamento dos rebanhos.
Se as emendas forem acatadas pelo plenário do Senado, o texto precisará voltar à análise da Câmara dos Deputados.
Um incêndio que começou na tarde dessa segunda-feira, 23, na localidade conhecida como Chapada do Fio, continuou nesta terça-feira, 24. O tempo seco e os ventos contribuem para a propagação das chamas. No final da tarde de ontem, o Corpo de Bombeiros, da cidade de Picos esteve em Oeiras e conseguiu controlar o fogo. Contudo, na manhã de hoje o fogo recomeçou e com mais intensidade.
Por volta de 12:00h de hoje, o incêndio já atingia a sede da Cooperativa Campo e o terreno da Escola Agrícola de Oeiras. Muitas pessoas se juntaram para tentar controlar as chamas, para que não causassem grandes prejuízos e também para que não chegue às casas do Conjunto Uberaba.