Informações repassadas agora ao Piauí Noticias dão conta de que faleceu nesta manhã no Hospital de Floriano, bairro Manguinha, o florianense Chico Carimbó (Francisco Carlos Dias, 64 anos). 

Francisdodias

 O ex-jogador de futebol e também carnavalesco com grande referência na construção civil era genro da dona Isabel do Carimbó e filho do saudoso Né Preto.

Chico estava com alguns problemas de saúde e deixa esposa e filhos. Não há ainda, informações sobre velório do corpo do mesmo.

Da redação

 

O diretor do Instituto Butantan e membro do Comitê de Contingência do Coronavírus, Dimas Covas, disse hoje (3), que o tamanho da epidemia de covid-19 no país será percebido já nas próximas semanas.

“Nas duas ou três semanas vamos conhecer exatamente o tamanho dessa epidemia. Estamos no começo dela e vamos saber [nessas próximas semanas] se vamos encontrar um Everest [montanha de maior altitude do mundo] ou um monte mais suave”, disse ele.

Segundo o governador de São Paulo, João Doria, abril será um mês de muita tristeza para os brasileiros. “Lamentavelmente, estamos no mês mais duro, mais agudo, mais difícil da crise do coronavírus. Será um mês de notícias tristes para os brasileiros. Temos que ter consciência disso e a capacidade de reconhecer de que este será o mês mais difícil da nossa crise. O embasamento para isso é científico”, falou Doria hoje, em mais uma das entrevistas que ele está dando diariamente na sede do Palácio dos Bandeirantes. Por isso, acrescentou Doria, o importante é manter, no momento, o isolamento social. “Fiquem em casa”, ressaltou.

São Paulo tem hoje 3.506 casos confirmados e 214 óbitos por covid-19, com 395 pacientes internados em regime de tratamento intensivo e 489 em regime de enfermaria.

Amostras paradas

De ontem para hoje, São Paulo conseguiu analisar mais 87 amostras de pessoas que morreram no estado com suspeita de coronavírus e cujo exame estava parado, aguardando resultado. Do total de analises, 26 deram diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Ontem já haviam sido analisadas 93 do total de 201 amostras que estavam paradas. Com isso, até este momento, São Paulo conseguiu analisar 180 dessas amostras.

Doria negou hoje que São Paulo esteja deliberadamente escondendo dados sobre os casos de covid-19 no estado. “Não há nenhuma informação omitida, escondida ou deliberadamente retardada para a opinião pública. Temos aqui uma guerra de saúde, uma guerra econômica e uma guerra de informação. E vencer a guerra de informação é fornecer informações corretas, precisas e transparentes”, disse Doria.

A ideia, disse Covas, é tornar a notificação dos casos de coronavírus automática em São Paulo. “Na questão dos testes, nós vamos colocar isso online. A ideia é que fez o teste, ele já caia direto na rede”, falou ele.

 

Agência Brasil

 

 

diassNo início da tarde desta sexta-feira, 03 o governador Wellington Dias (PT) confirmou em entrevista à Rede Meio Norte, que subiu para 21 o número de casos de coronavírus no Piauí.

Até ontem, a Sesapi informava 19 infecções por Covid-19.

Na entrevista, Dias voltou a questionar a quantidade de casos no estado e em todo país, para ele, abaixo da realidade, e reforçou a importância da testagem em massa, inclusive em pessoas assintomáticas.

Para o governador, só no estado do Piauí deveriam ser realizados testes em mais de 500 mil pessoas.

"Não tem lógica dizer que tem 8 mil casos no Brasil, é mentira. Assim como não são só 21 casos no Piauí. Na hora que a gente fizer os testes é que vamos ver uma realidade", comentou.

 

180graus

bolsoneroO presidente Jair Bolsonaro afirmou que tem 1 “decreto pronto” que determina a reabertura dos comércios e atividades que foram consideradas não essenciais pelos governadores e prefeitos. Fez 1 apelo para que os mandatários estaduais e municipais “revejam” as medidas restritivas adotadas para combater a propagação da covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus.

“Eu tenho 1 decreto pronto na minha frente pra ser assinado, se preciso for, considerando atividade essencial toda aquela exercida pelo homem ou mulher através da qual seja indispensável para ele levar o pão pra casa todo dia”, disse em entrevista aos jornalistas Augusto Nunes, Vitor Brown e José Maria Trindade, do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan.

O presidente voltou a fazer críticas ao governadores que determinaram o isolamento total nos Estados, citando o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Segundo o presidente, o país não vive uma “ditadura”. “Comecem a abrir [os comércios]. Não querem abrir de imediato, vão abrindo devagar”, pediu.

No início da entrevista, o presidente afirmou que a medida ainda não foi assinada porque teme 1 pedido de impeachment. Disse ainda que vai esperar “o povo pedir mais”.

“Sei que tem ameaça de tudo quanto é lugar contra mim se eu vier a assinar essa medida provisória, até de sanções de modo a buscar afastamento, sem qualquer amparo legal para isso. Agora eu apelo aos senhores governadores, não são todos, aos senhores prefeitos, não são todos, apenas uma minoria, que revejam as suas posições”, disse.

“Um presidente pode muito, mas não pode tudo. Nós temos gente ali, gente poderosa em Brasília que espera 1 tropeção meu. Eu estou esperando o povo pedir mais porque o que eu tenho de base de apoio são alguns parlamentares, tudo bem, não é maioria, mas eu tenho o povo do nosso lado. Eu só posso tomar certas decisões com o povo estando comigo”, afirmou.
Para Bolsonaro, os governadores querem que ele tome essa decisão. No entanto, disse que tem a preocupação de cada morte que for registrada no país ficar sob sua responsabilidade.

“O que alguns governadores mais querem é que eu tome uma decisão para trazer o problema para o meu colo. E, dali pra frente, qualquer morte que acontecer, começar a me culpar e massificar. É essa que é a minha preocupação no momento”, disse.

Apesar da fala, ao fim da entrevista, Bolsonaro foi enfático: “Na semana que vem, com toda certeza, se não começar a volta, pelo menos gradativa, dos empregos, eu vou ter que tomar uma decisão”.

“Eu acho que até semana que vem o pessoal que está empregado, que vai receber, geralmente recebe por volta do dia 5, não vai receber. O servidor público tem que entender, se não tiver arrecadação não vai receber também. O Rio de Janeiro, por exemplo, não tem dinheiro para pagar em maio”, disse.

 

Poder 360

Foto: Sérgio Lima/Poder360