Pelada dos Amigos x Carlito FC se encontram mas uma vez pelo Campeonato Os Quarentões.

Os times irão brigar por uma vitória numa partida que deve ser bem disputada e uma dessas equipes deve chegar na final da competição.

O jogo começa às 20:00h no Comércio Esporte Clube.

 

Da redação

O proprietário da Academia de Ginástica Medley, Marcelo Henrique, foi assassinado na tarde deste segunda-feira (09/07) em Teresina.

Ele teria reagido a um assalto logo após estacionar seu veículo nas proximidades da academia que fica na Av. Gil Martins, Bairro Tabuleta, zona sul de Teresina.

As primeiras informações por parte da polícia são de que Marcelo Henrique teria sido abordado apenas por uma pessoa que efetuou um disparo na cabeça do empresário.

academia

Ele ainda chegou a ser levado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT) mas não resistiu.

 

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O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), um dos principais articuladores políticos do governo Michel Temer, é suspeito de envolvimento com a suposta organização criminosa que, segundo a polícia e o Ministério Público, fraudava registros sindicais no Ministério do Trabalho.

A Polícia Federal pediu autorização para cumprir mandados de busca e apreensão em endereços de Marun e de sua chefe de gabinete, Vivianne de Melo, mas a Procuradoria-Geral da República entendeu que, por ora, não havia provas de que o emedebista integrava a organização criminosa.

No despacho de sexta (29) em que afastou do cargo o ministro do Trabalho, Helton Yomura, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator das investigações da Operação Registro Espúrio, concordou com o posicionamento da PGR, mas destacou trechos que reforçam suspeitas sobre Marun.

Em suas manifestações ao Supremo, a PF e a PGR apontaram que materiais apreendidos anteriormente pela Registro Espúrio, como mensagens de celular, mostram que Marun "se vale de sua força política para solicitar concessões de registros das entidades [sindicais] de seu interesse".

+ PTB coloca Ministério do Trabalho à disposição de Temer após operação

Há conversas entre a chefe de gabinete de Marun, Vivianne, e Renato Araújo Júnior, ex-coordenador de Registro Sindical do Ministério do Trabalho atualmente preso, que, para os investigadores, evidenciam as demandas do ministro da Secretaria de Governo dentro do Ministério do Trabalho.

Em relatório, os investigadores registraram que, em 23 de maio deste ano, Júlio de Souza Bernardo, o Júlio Canelinha, chefe de gabinete do ministro do Trabalho preso nesta quinta (5), enviou uma mensagem a Araújo Júnior na qual pediu que um despacho no Diário Oficial da União fosse revertido para atender a um pleito de Marun. A publicação contrariava interesses do ministro.

O despacho retirava o termo "cooperativas" do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas de Carnes de Derivados, Indústrias da Alimentação de São Gabriel do Oeste (Sintrael), em Mato Grosso do Sul, base eleitoral do ministro. Também excluía a cidade de São Gabriel da base territorial do Sindicato Estadual dos Trabalhadores Celetistas nas Cooperativas no Mato Grosso do Sul (Sintracoop-MS).

Conforme mensagens do ministro Yomura com auxiliares, interceptadas na operação, a decisão publicada no Diário Oficial era para atender aos interesses do Solidariedade em Santa Catarina, mas desagradou a Marun.

A PF registrou que, em mensagem de 25 de maio de 2018, Júlio Canelinha retornou ao assunto das demandas repassadas por Marun, pedindo informações sobre o que já havia sido resolvido.

"Percebe-se que, pela insistência, Júlio Canelinha está sendo cobrado para dar celeridade nos processos de interesse do ministro Marun, pressionando Renato a priorizar tais processos", diz o relatório.

"Os interesses políticos norteiam os trabalhos da Secretaria das Relações do Trabalho, contaminando todo o processo de concessão de registros sindicais, com fins de recebimento de vantagens, sejam elas políticas ou econômicas", acrescentou.

OUTRO LADO

Marun e sua assessoria não atenderam aos telefonemas da reportagem.

O advogado Breno Valadares, que integra a defesa de Yomura, disse que todas as medidas tomadas pelo ministro "estão em conformidade com a lei e com o interesse público".

A reportagem não localizou representantes de Renato Araújo Júnior e Júlio de Souza Bernardo, o Júlio Canelinha.

 

 

Com informações da Folhapress.

 

Mais uma inocente vítima morre em consequência do estado de insegurança por que passa o Rio de Janeiro. Agora foi o adolescente Marcos Vinícius da Silva, de 14 anos, baleado durante tiroteio no Complexo da Maré, onde houve protestos de moradores, ataques a ônibus, confronto com policiais e interdições de avenidas importantes.

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Deveria ser decretado pelo Congresso Nacional por solicitação do presidente da República o estado de sítio no Rio de Janeiro, para os miliares cumprirem as suas missões.

A intervenção federal na segurança pública do Rio – uma espécie de quase estado de defesa – não tem dado o efeito desejado e está desmoralizando o trabalho do Exército, que fica amordaçado sem poder agir com desenvoltura e eficácia sobre a macrodelinquência dos traficantes e congêneres.

O que estão esperando para sustar os tiroteios diários e a mortandade de cidadãos inocentes no Rio? Até agora as medidas tomadas não surtiram efeito, pois a escalada da criminalidade imposta pela bandidagem continua a sufocar a paz de seus cidadãos.

Gostaria de ver morando nas favelas e periferias pobres do RJ – Presidente da República, Governadores, Senadores, Deputados e demais pessoas do alto escalão da Republica – porque, certamente, já se teriam tomado medidas mais contundentes contra as facções criminosas instaladas no Rio.

A partir da redemocratização brasileira, o cidadão perdeu completamente o ambiente de segurança de que desfrutava. E os defensores dos Direitos Humanos têm parcela de culpa nas ocorrências criminais no Rio e no país, pois protegem demais os direitos de bandidos.

Quando a polícia age com energia, em defesa da sociedade, logo surge um hipócrita “direitista humano” para censurar a atuação policial. Por outro lado, é inadmissível e causa perplexidade que bandidos, de dentro da prisão, controlem presídios e deem ordens para que sejam perpetradas ações criminosas aqui fora. O Brasil precisa urgentemente de uma nova ordem superior para resgatar a paz e a moralidade do país.

É muito difícil esperar solução de um Congresso Nacional com a maioria de seus membros encalacrada na Justiça. Temos hoje um Congresso Nacional polarizado. De um lado, aqueles que só tratam da defesa do presidente da República, Michel Temer, também enrolado na Justiça. Do outro, os petistas e agregados defendendo a libertação e a candidatura de um corrupto, legalmente condenado e preso. Enquanto isso, os problemas graves sociais de segurança pública são relegados ou tratados com menoscabo.

Nós, que pagamos impostos, exigimos segurança pública no país. Associar a escalada da bandidagem à falta de oportunidades de trabalho é uma desculpa que deve ser responsabilizada à classe política e aos governos, que empregam muito mal o dinheiro do contribuinte.

Vejam os gastos astronômicos para manter a ilha da fantasia Brasília, onde o Congresso Nacional, inchado, inoperante e repleto de mordomias, consome rios de dinheiro, que deveriam estar sendo mais bem empregados em educação. Sem esquecer também que muitos políticos se locupletam do dinheiro da nação, como ficou demonstrado na Lava-Jato. E a condenação e prisão dos corruptos Lula e Sérgio Cabral é a prova cabal do enriquecimento ilícito de políticos.

 

Júlio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

Balneário Camboriú-SC

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