Os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos nascidos em janeiro e fevereiro começaram a receber hoje (15) o abono salarial do Programa de Integração Social (PIS). Os servidores com inscrição final 5 no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) também começaram a ter o benefício depositado.

A Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia estima que cerca de R$ 2,8 bilhões sejam pagos a 3,4 milhões de trabalhadores. O pagamento refere-se ao abono salarial de 2018, ano-base 2017.

Os trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726-0207. Os servidores públicos devem entrar em contato com o Banco do Brasil, que fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729-0001.

Responsável pelo pagamento do PIS, a Caixa Econômica Federal começou a depositar nesta terça-feira os valores para os clientes com conta na instituição. No caso do Pasep, o Banco do Brasil também depositou hoje o benefício para seus clientes. Os correntistas dos demais bancos só receberão o abono a partir de quinta-feira (17).

Benefício

Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há, pelo menos, cinco anos, trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2017 e ganhou até dois salários mínimos. O empregado precisa ter os dados corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor do benefício é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Quem trabalhou por um mês recebe R$ 84, equivalente a 1/12 do salário mínimo. O valor aumenta conforme o número de meses trabalhados com carteira assinada até atingir o salário mínimo integral (R$ 998) para quem esteve empregado o ano inteiro.

O abono salarial ano-base 2017 foi pago ao longo do segundo semestre do ano passado para os trabalhadores nascidos entre julho e dezembro. Os nascidos de janeiro a julho sacam o dinheiro de janeiro a março deste ano. Quem se esquecer de retirar o dinheiro até 28 de junho, perderá o direito ao benefício.

 

Agência Brasil

Como a informação da suposta morte do Nema Brasil era falsa, os criminosos que divulgaram a nota nas redes publicaram também o nome próprio dele errado.

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Pessoas ligadas a famílias ao jovem, ao ver a publicação no portal fizeram um contato no sentido de que as informações corretas fossem publicadas.

Jonas Henrique Junior, 32 anos de idade, não é o nome verdadeiro do homem que vem ganhando as redes sociais e divulgando a Cachaça Vale do Riachão.

O nome verdadeiro do Nema Brasil é Raimundo Nonato Lima da Silva. O jovem que é natural de Buriti Bravo-MA é nascido em 02 de agosto de 1991, por tanto fará 28 anos.

Ele próprio chegou a gravar um vídeo desfazendo os boatos e que estão circulando. Ele diz que está muito bem e que ainda vai beber uma “cachaça amuaaada”.

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 Nema Brasil desfaz boatos nas redes sociais de sua suposta morte

Da redação

A campanha “Janeiro Roxo”, dedicada à conscientização, prevenção e luta contra a hanseníase, terá ações em Floriano até o dia 31 de janeiro. A abertura da campanha ocorreu na manhã desta terça-feira (15), na Unidade Básica de Saúde Camilo Filho, no bairro Meladão. A programação inclui palestras, rodas de conversa, dinâmicas, distribuição de panfletos e folder informativo, em todas as UBS.

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O dia mundial da luta contra a hanseníase acontece em 27 de janeiro, a data busca alertar a população sobre os sinais e sintomas da doença, além de incentivar a procura pelos serviços de saúde.

“A hanseníase é uma doença que atinge a pele e os nervos periféricos, que pode causar deformidades físicas se não forem diagnosticadas no início da doença”, alerta a coordenadora do programa de Hanseníase do município, Milena Portela. 

Por este motivo, a campanha desse ano tem como tema “Diagnóstico precoce: cura sem sequelas”, com foco para o diagnóstico precoce.

Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura e o diagnóstico precoce é fundamental. O tratamento é fornecido gratuitamente em qualquer Unidade Básica de Saúde, podendo durar de 6 a 12 meses. Por isso é preciso estar atento aos sinais da doença, que incluem manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, principalmente com perda de sensibilidade. 

Dados da Coordenação Municipal de Hanseníase mostram que 42 pacientes estão em tratamento desde o último ano, nenhum caso de abandono de tratamento foi registrado, nem de óbito. Além disso, 70 pessoas que possuem contato direto com esses pacientes foram avaliadas nos serviços de saúde para realização de exames e orientações sobre a doença. “Nosso trabalho não para, estamos sempre fazendo buscas para diagnosticar e tratar a hanseníase”, finalizou Milena Portela.

 

Ascom pmf