A Petrobrás anunciou nesta quarta-feira que aumentou em média de 4,4% o chamado gás de cozinha, referente a um botijão de 13 quilos de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). O novo preço, sem tributos, será de R$ 23,10 na refinaria. No acumulado do ano, o GLP 13 Kg acumula queda de 5,2% e relação a dezembro de 2017, informou a estatal. Os novos preços entram em vigor nesta quinta-feira, 5.

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Pelo levantamento de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 kg ao consumidor no Brasil é vendido a R$ 68,28, sendo o maior preço de R$ 115,00 e o menor de R$ 50,00.

O gás de cozinha começou a ter reajuste trimestral em janeiro deste ano, para suavizar os repasses da volatilidade dos preços ocorridos no mercado internacional para o preço doméstico”, disse a Petrobras na época.

Em nota no seu site, a empresa apontou como motivos o ajuste a alta da cotação internacional do GLP, que subiu 22,9% entre março e junho, período em que a desvalorização do real frente ao dólar foi de 16%.

Segundo a Petrobrás, o impacto ao consumidor brasileiro seria maior do que o concedido, mas foi diluído pela combinação entre o período de nove meses usado como base para o cálculo do preço, conforme definido na metodologia anunciada em janeiro, e do mecanismo de compensação que permitirá que eventuais diferenças entre os preços praticados ao longo do ano e o preço internacional sejam ajustadas ao longo do ano seguinte, conciliando a redução da volatilidade dos preços com os resultados da Petrobras.

 

msn

O piauiense Frank Aguiar, ex-vice-prefeito de São Bernardo do Campo, interior de São Paulo, pode ser preso a qualquer momento pela Polícia Federal. Ele é acusado de participar de uma rede de tráfico internacional. O PSDB acompanha o escândalo de corrupção envolvendo um aliado do PT: o cantor Frank Aguiar (PMDB), vice do petista Luiz Marinho, prefeito de S. Bernardo e coordenador da campanha de Dilma em São Paulo.

frank aguiar

Aguiar é acusado de receber propina de um traficante internacional, Jailson Lopes de Souza, o “Jabá”, para lavagem de dinheiro. Sua prisão pode ser decretada a qualquer momento.

Frank Aguiar confirmou ter “comprado” do traficante uma casa de 949 metros² em São Bernardo. A polícia acredita em lavagem de dinheiro.

Policiais disseram ter sofrido pressão do ex-secretário de Segurança Antônio Ferreira Pinto (PMDB) para parar o inquérito, aberto em 2011.

A DEFESA DE AGUIAR

Frank Aguiar, esteve na tarde de terça-feira (8) na sede da Polícia Federal, em São Paulo e disse estar sendo alvo de acusações por motivos políticos. Frank é investigado por ligações com Jaílson Lopes de Souza, suspeito de comandar rotas nacional e internacional de tráfico de drogas.

“É coisa suja da política, estão usando a mim para atingir alguém. Depois vocês ficarão sabendo quem querem atingir. É drogas, tráfico e não sei o que, é tanta coisa, ainda estou bombardeado”, disse o cantor. Candidato a deputado federal pelo PMDB, ele não se elegeu.
Ao sair da PF, Aguiar declarou ainda que nunca teve nenhum envolvimento com crimes e que pretende ter seu nome preservado. Ele afirmou que foi à sede da PF para se colocar à disposição de autoridades e fazer um registro por calúnia e difamação contra acusações que, segundo ele, são infundadas.

O vice de São Bernardo nega que tenha sido chamado a depor em algum inquérito ou que seja alvo de alguma investigação policial. O advogado dele pontuou também que seu cliente apenas se colocou à disposição para esclarecer as acusações e que todos os seus bens estão declarados.

 

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O Ministério Público Federal (MPF) no Piauí solicitou à Justiça Federal – em liminar - o imediato afastamento da atual Direção do Hospital Universitário/PI/Ebserh e a notificação da Fundação Municipal de Saúde, após a constatação do subaproveitamento do hospital, comprovado em sucessivas auditorias do Denasus, realizada nos três últimos anos.

Na última auditoria, executada entre 2017 e 2018, ficou constatada - mesmo após sucessivas recomendações, reuniões e audiências - a subutilização do hospital e irregularidades na gestão da atual Direção. O relatório aponta que o número de exames ofertados pelo HU continua muito inferior ao número de exames estabelecidos na Ficha de Programação Orçamentária (FPO) e que o número de pacientes atendidos continua sendo bastante inferior ao número de pacientes agendados pelo Gestor do SUS.

Em anos anteriores, os auditores já tinham constatado que a Ebserh não cumpriu com as metas estipuladas no contrato de gestão com a Secretaria Municipal de Saúde de Teresina e que existe restrição do perfil assistencial de pacientes para atendimentos de média e baixa complexidade, caracterizando perfil similar ao já fornecido pela rede hospitalar municipal.

Os técnicos também constataram divergências entre as informações prestadas pela Direção e a realidade fática do hospital. Embora tenha informado o cumprimento do cronograma de atividades, verificou-se que existem serviços parados por falta de materiais e insumos. Esse fato, na avaliação do MPF, é muito grave pois revela a intenção da gestão de esconder a verdadeira situação do hospital.

Em outro ponto da auditoria, fica destacado o fato de a Direção desconhecer a legislação do SUS e tentar distorcer os fatos apresentados pelos auditores. Para eles, “o que falta ao SUS é o controle, bons gerentes e bons gestores, e de nada adianta colocar mais dinheiro na saúde se não se profissionalizar a gestão”. No relatório, o HU/PI é citado como exemplo e prova de má gestão.

Para o procurador da República Kelston Lages, o HU não pode se tornar o equivalente a um grande hospital de bairro, como ressaltaram os auditores. “Precisamos evoluir e muito a atenção de média e alta complexidade, pois os números de produtividade são pífios e se repetem. Os auditores constataram mais uma vez que o problema não está na falta de dinheiro e sim na gestão, apesar das diversas reuniões e alertas por parte do MPF”, frisa.

Kelston Lages destaca que foram feitas várias tentativas buscando evitar essa medida de afastar a Direção, que, na sua avaliação, é dura, porém necessária. O procurador não descarta a possibilidade de pedir a anulação do contrato do HU com a Ebserh, caso a realidade apresentada pelo Denasus não se modifique.

Pedidos – Além do afastamento da Direção, o procurador da República Kelston Lages pediu à Justiça Federal que seja fixado o prazo de 30 dias, ou outro que o juízo entender mais pertinente, para que o novo gestor do HU/PI/UFPI, e o gestor do Município de Teresina e da Fundação Municipal de Saúde, cumpram as recomendações dos auditores federais do Denasus apontados pelo relatório de auditória nº 17905, notadamente, as não conformes e conformes parcialmente, elencadas no corpo da ação, sob pena de multa diária pessoal ao novo gestor por descumprimento, a ser arbitrada pelo juízo.

Ele solicita, também, que a Fundação Municipal de Saúde seja notificada, na pessoa do presidente , para que o mesmo apresente imediatamente as informações não fornecidas, porém requeridas pela auditoria do Denasus referentes à lista de pacientes que estão em fila de espera para consulta/realização de exames, conforme constatação nº 504256, sob pena de multa diária.

Ação Civil Pública - O pedido ocorreu nos autos da ação civil pública, Processo n° 14183-14.2015.4.01.4000, ajuizada pelo MPF em 2015 - contra o Hospital Universitário, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares e a Fundação Municipal de Saúde do Município de Teresina, bem como seus respectivos representantes – para ajustar o funcionamento do Hospital à legislação e às necessidades da população piauiense.

A ação tramita na 5ª Vara da Justiça Federal do Piauí.

Confira a última manifestação do MPF em:http://www.mpf.mp.br/pi/sala-de-imprensa/docs/acao-civil-publica-hu-ufpi-ebserh

Assessoria de Comunicação Social

Ministério Público Federal no Piauí (MPF/PI)

Raquel Dodge enviou ao Supremo uma nova denúncia contra o presidente do PP, senador piauiense Ciro Nogueira.

Desta vez, a PGR o acusa de tentar comprar o silêncio de uma testemunha.

Tanto ele quanto o deputado Dudu da Fonte foram alvos de uma operação no fim de abril.

Os procuradores descobriram que a dupla vinha fazendo ofertas e pressionando um ex-assessor de Nogueira para tentar dissuadi-lo de contar à Lava-Jato os podres das excelências.

Como a denúncia apresentada nesta segunda, 18, é sigilosa, não se sabe quais crimes a PGR aponta na peça. O mais provável, no entanto, é que Raquel Dodge tenha sustentado que há provas de obstrução de Justiça.

 

Veja abril

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