Homens que fumam maconha correm maior risco de desenvolver o câncer nos testículos, sugere um novo estudo. Os resultados dizem que não são somente osmaconha1192012 usuários da maconha que devem considerar esse risco, mas também, os médicos que administram a droga para fins terapêuticos em pacientes jovens do sexo masculino.

 

O câncer no testículo é o câncer mais diagnosticado em homens de 15 a 45 anos, segundo o site Daily Mail. A doutora Victoria Cortessis, da Escola Keck de Medicina da Universidade do Sul da Califórnia fez uma comparação de 163 jovens com a doença com 292 homens saudáveis e da mesma idade.

 

A descoberta é que os homens com um histórico do uso da maconha tinham duas vezes mais a chance de ter subtipos de câncer no testículo chamados tumores de células não-seminoma e misto germinativas. Victoria disse:

— Nós não sabemos o que a maconha pode provocar nos testículos que levam à carcinogênese, embora haja uma especulação de que ele pode estar agindo por meio do sistema endocanabinoide – a rede celular que responde ao ingrediente ativo da maconha – uma vez que este mostra a importância na formação do esperma.

 

Além disso, os pesquisadores também descobriram que homens que usam cocaína tiveram um risco reduzido de ambos os subtipos de câncer no testículo.

 

No entanto, os autores suspeitam que a droga possa matar as células produtoras de espermatozoides germinativas. Victoria disse:

— Como este é o primeiro estudo em que uma associação entre o uso de cocaína e o menor risco de câncer no testículo é observado, estudos adicionais epidemiológicos são necessários para validar os resultados.

 

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Os recordes que a Apple bate ano após ano na venda de seus produtos como o iPod significam também que cada dia mais pessoas estão conectadas a seusfonedeouvido1092012 fones de ouvido. Entretanto, a popularização desse acessório preocupa especialistas que afirmam que o uso excessivo do fone pode resultar em perda auditiva leve ou, em casos mais graves, em surdez.

 

O uso do fone de ouvido é prejudicial quando ele ultrapassa os níveis saudáveis para o aparelho auditivo. Quando a medida de som – o decibel – vai além dos 80 é hora de começar a ficar alerta, como explica o otorrinolaringologista Salomão Caruí.

 

— A altura recomendada é a metade do volume máximo emitido pelo aparelho. Uma dica prática é perguntar às pessoas próximas se estão escutando o som que sai pelo seu fone de ouvido. Se sim, é melhor baixar o volume.

 

Segundo a sociedade Brasileira de Otologia, a 85 decibéis, o tempo máximo de exposição por dia é de oito horas. Conforme o volume aumenta, o tempo de exposição tem de ser reduzido. A 115 decibéis, por exemplo, que seria ficar na balada perto da caixa de som, a exposição não deve ultrapassar os sete minutos.

 

Um dos mitos em relação ao fone de ouvido é que o fone de inserção (pequeno colocado dentro da orelha) seria pior que o de oclusão (externo). Na verdade os dois são prejudiciais, como acrescenta Salomão.

 

— Os menores, por estarem em contato direto com o canal auditivo, podem agredir mais, mas tudo depende da equação formada pelo tempo de exposição e a altura do som, se a soma for negativa, ambos farão mal.

 

Um dos primeiros sintomas de que algo não vai bem com o aparelho auditivo é o tinnitus, o conhecido — e chato — zunido. Se você tem problemas para escutar o que alguém diz, em um tom normal de voz, estando em um ambiente com pouco ruído, é aconselhável procurar um fonoaudiólogo e diminuir imediatamente a intensidade do uso do fone.

 

Felizmente, o uso do fone de ouvido não é somente prejudicial. Desde que utilizado na medida certa, ele pode trazer diversos benefícios para a saúde e o bem-estar. O fone é um excelente aliado para te ajudar a relaxar em momentos de estresse no trabalho ou para aumentar seu pique na hora da malhação.

 

R7

sesapiAo monitorar e reestruturar seus hospitais regionais e estaduais, a Secretaria de Estado da Saúde vem também apoiando e acompanhando, desde agosto de 2011, os hospitais municipalizados. O objetivo é diagnosticar problemas que dificultam o bom andamento dos serviços de saúde.

 

Uma Equipe Técnica composta por várias áreas da SESAPI avalia os hospitais municipalizados através de eixos como: gestão, assistência, humanização e controle social. “Em março deste ano realizamos encontros com os prefeitos e secretários municipais de saúde, onde mostramos os primeiros resultados de um estudo realizado pela coordenação de Apoio e Acompanhamento aos Municípios. Fizemos propostas de melhorias, que culminaram com a assinatura do Protocolo de Intenções entre o gestor e a SESAPI”, explica Leidimar Alencar, coordenadora de Apoio e Acompanhamento aos Municípios.

 

Ao todo, o Piauí possui 77 Hospitais de Pequeno Porte (HPP), sendo que destes 53 foram municipalizados. Pela primeira vez estas Unidades de Saúde passaram a ser classificadas por grupos, denominados de (A, B, C e D). Os HPPs foram municipalizados entre 2005 e 2009, todos eles foram avaliados.

 

As unidades de saúde do grupo A são aquelas que funcionam como ponto de apoio para transferências de usuários. As do grupo B prestam atenção primária em saúde. As do grupo C, além das atribuições de atenção primária, realizam pequenas urgências. O grupo D é responsável por atendimento de média complexidade, urgência e emergência, como partos e pequenas cirurgias.

 

“Estamos fazendo um trabalho intenso para melhorar a saúde de todo o estado do Piauí, de norte a sul, vez ou outra nos deparamos com problemas de gestão graves, que terminam por atrasar nossos cronogramas, e isso inclui hospitais de municípios”, afirma o secretário de Saúde, Ernani Maia.

 

Ao todo, são 76 Hospitais Municipalizados no Piauí, sendo 53 de Pequeno Porte e 22 de Média Complexidade, onde dois retornaram para esfera estadual. É o caso de Amarante e Buriti dos Lopes.

 

 

Sesapi

 

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) apresentou o andamento das metas na manhã desta segunda-feira, 10, na reunião mensal de acompanhamento da gestão estadual, coordenada pelo governador Wilson Martins, no Palácio de Karnak. O secretário de Estado da Saúde, Ernani Maia, esteve acompanhado da superintendente de Atenção à Saúde, Cristiane Moura Fé, e da diretora da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde, Telma Evangelista.

 

Ernani completa nesta segunda 100 dias à frente da Sesapi como secretário e comemorou, junto ao governador Wilson Martins e os demais secretários da Dimensão Social II, os diversos avanços na saúde pública que o Piauí vem registrando. Dentre eles, a real resolutividade em diversas áreas, como na ortopedia, nos municípios-pólo do Estado.

 

Corrente, por exemplo, inaugura no próximo dia 20 o seu novo Hospital Regional, que passou por uma ampla e moderna obra de reforma, adequação e ampliação da sua estrutura física e passa, agora, a oferecer novos serviços à população, como a ortopedia, com centro cirúrgico especializado, equipe multiprofissional, inclusive, com anestesista: um marco histórico na saúde pública daquela região.

 

“Pequena ou grande, houve mudança significativa em todos os hospitais da gestão estadual, desde que assumimos a pasta. Mais do que isso, estamos profissionalizando os recursos humanos e investindo em estruturas modernas. Mas, ainda há muito para ser feito, inclusive, no que diz respeito à infraestrutura. O Centro Materno Infantil e Adolescente, por exemplo, terá sua ordem de serviço assinada ainda neste semestre”, disse Ernani.

 

A inauguração da obra do Hospital de Corrente, inclusive, será a primeira ação alusiva ao aniversário do Piauí. “Queremos abrir o nosso calendário festivo com essa grande festa que é assegurar essa importante mudança na região de Corrente. Fizemos um bom investimento e quem vai ganhar é a população, com uma saúde bem melhor”, disse o governador Wilson Martins.

 

Além disso, o secretário Ernani Maia mostrou o bom andamento de outras ações. Com previsão para conclusão em dezembro, as seguintes obras: em Teresina, reforma do CAPS I, da cobertura do Hospital Areolino de Abreu e do CSU do bairro Buenos Aires, onde será instalado o CAPS AD III; reforma do Hospital de Francinópolis; construção do Necrotério do Hospital de São Miguel do Tapuio; reforma do Hospital de São Francisco do Piauí; reforma do Hospital de Elesbão Veloso; reforma e ampliação da Regional de Sáude de Bom Jesus; ampliação do Centro Cirúrgico e do Hospital-Maternidade, ambos de Piripiri; construção da Unidade de Fisioterapia de Belém do Piauí e de Socorro do Piauí; reforma do Hospital Regional de São João do Piauí, entre outras importantes obras.

 

Ainda em comemoração ao aniversário do Piauí, no início de outubro será inaugurado o novo Centro Cirúrgico do Hospital Getúliojoaraleao82012 Vargas, com nove modernas salas de cirurgia. “Também em outubro inauguraremos o Hemocentro de Floriano”, finalizou Ernani.

 

 

O órgão da saúde em Floriano vem sendo administrado pela servidora Joara Leão (foto), que vem procurando com ajuda dos colabodores e de parte da população manter um estoque de sangue para os casos de urgência e emergência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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