cancer mama copiarPara garantir a melhoria do atendimento e a qualidade de vida da população, o Ministério da Saúde vem montando novas estratégias para o combate ao câncer de mama.

 

Com o objetivo de qualificar e ampliar ainda mais a assistência oncológica no Piauí, principalmente entre as mulheres das camadas mais carentes da população, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), também, vem expandindo suas ações voltadas para este público.

 

A gerente estadual de Atenção à Saúde da Mulher, Alzenir Moura Fé, afirmou que o órgão vem firmando parcerias com o Governo Federal a fim de atingir o maior número de mulheres possíveis no combate ao câncer de mama. Para este semestre inúmeras ações já estão montadas, merecendo destaque o Outubro Rosa e a aquisição de duas unidades de mamógrafos móveis.

 

Alzenir Moura Fé informa que a Sesapi está dando total apoio ao Ministério da Saúde e ao Instituto Nacional do Câncer (Inca) na divulgação de uma videoconferência, que acontecerá nessa quinta e sexta-feira (dias 4 e 5), direto do Rio de Janeiro. “O Inca, órgão do Ministério da Saúde responsável pela política do controle do câncer no Brasil, promove o evento Inca no Outubro Rosa e junto com os estados disseminam, através da internet essa videoconferência a fim de fortalecer as ações voltadas para o controle do Câncer de Mama, então iremos participar e aproveitamos para pedir que a população possa participar maciçamente já que é uma importante iniciativa”, destaca a gerente.

 

O objetivo do seminário é promover o intercâmbio e o debate sobre avanços e desafios nas ações de detecção precoce e controle do câncer de mama. Para os interessados na vídeo conferência, o evento será transmitido pela RedeRUTE. Para assistir e participar do evento, é necessário abrir o link de exibição, no site www.saude.gov.br, selecionar a opção "entrar como convidado", digitar um nome para identificação e, por fim, clicar em "entrar na sala".

 

Já sobre a aquisição da Sesapi de unidades móveis de mamógrafos, Alzenir Moura Fé adianta que em breve esses aparelhos chegarão ao Estado. “Com  essas Unidades Oncológicas Móveis nossos técnicos percorrerão locais estratégicos dos municípios para a realização das mamografias, ajudando aquelas mulheres carentes que moram longe da capital e não têm informações necessárias sobre o exame”, explica Moura Fé. A sua implantação está prevista para o próximo ano.

 

Panorama

 

O câncer de mama é o primeiro tipo que mais afeta a mulher brasileira. Este ano, estima-se o surgimento de mais de 52 mil novos casos da doença. Até 2014, o Ministério da Saúde vai investir R$ 4,5 bilhões para fortalecer o Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer do Colo do Útero e de Mama.

 

 

governodoestado

A genética pode deixar algumas mulheres vulneráveis à pressão de ser magra, afirma uma pesquisa publicada nesta quarta-feira, 3, no “International Journal of Eating Disorders”. Pesquisadores da Universidade do Estado de Michigan (MSU), dos Estados Unidos, resolveram investigar um possível distúrbio psicológico em mulheres que “compram” o ideal de magreza. Segundo o estudo, mudanças na autopercepção e comportamento causados por esta idealização podem levar à insatisfação com o corpo, preocupação com o peso e outros sintomas de transtornos alimentares, como anorexia e a bulimia.

 

De modelos a atrizes de cinema, a magreza é retratada como sinal de beleza na cultura ocidental, ao mesmo tempo que é citada por médicos como causa de transtorno alimentar em jovens.

 

Porém, o que os pesquisadores estranhavam é que, apesar de todos estarem sujeitos a um bombardeio de informações diariamente, apenas algumas mulheres desenvolviam a ideia de que ser magra é uma meta de vida.

 

Gêmeas foram alvo de pesquisa

Para descobrir mais detalhes a respeito, os cientistas testaram 300 pares de gêmeas, com idade entre 12 e 22 anos. Foram estudadas gêmeas idênticas (nascidas a partir de um mesmo par de óvulo e espermatozoide, e com 100% dos genes compartilhados) e gêmeas fraternas (nascidas a partir de óvulos e espermatozoides distintos, portanto, sem compartilhamento total do DNA).

 

A equipe mediu o quanto as participantes queriam se parecer com as pessoas que viam em filmes, na televisão ou em revistas. Os resultados mostraram que gêmeas idênticas pensavam mais sobre ser magra do que as gêmeas fraternas, o que sugere a influência de alguma função genética importante nesta tomada de decisão.

 

De acordo com Jessica Suisma, uma das autoras da investigação científica, isto sugere que fatores genéticos podem tornar algumas mulheres mais suscetíveis a este tipo de pressão.

 

G1

peraParente da maçã, a pera é uma fruta perfeita para uma dieta saudável. A fruta não tem colesterol, sódio ou gordura saturada. Devido às grandes quantidades de frutose e glicose, oferece uma fonte rápida e natural de energia. 166 gramas de pera tem 2,3 gramas de fibras alimentares e ajudam a manter o nível de açúcar no sangue.

 

Além das fibras, ela também oferece potássio, que ajuda a manter os batimentos cardíacos, a contração muscular, a manter a transmissão nervosa e o metabolismo de carboidratos e proteínas. Ela também tem vitamina C, um antioxidante natural que repara os tecidos e ajuda o sistema imunológico e promove a cicatrização de cortes e machucados.

 

Veja os tipos de pera mais comuns, encontrados a venda no Brasil:

 

Anjou Crocante - É mais sequinha, ela é menos doce e perfumada que as demais. Perfeita para pratos salgados.

 

Portuguesa - É a mais perfumada das peras. Perfeita para se fazer geleia para comer com bolachas.

 

Williams - Tem acidez discreta e mantém a textura após ser aquecida. Fica ótima como doce em compotas. Pode ser usada no preparo de bolos, tortas e outros doces.

 

Asiática - Também conhecida como pera-maçã, é produzida no Brasil. Tem a crocância da maçã.

 

 

Agência Estado

tranquilizanteUm alerta que vem da Inglaterra pode ser transferido para outros países: o consumo indiscriminado de tranquilizantes. Remédios que deveriam ser tomados por curtos períodos estão sendo ministrados continuamente, causando dependência. Estima-se que na Inglaterra mais de 1,5 milhão de pessoas estão fazendo uso errado de substâncias, como diazepam, benzodiazepinas, entre outros.

 

Um estudo publicado no British Medical Journal aponta que tais remédios estão associados ao aumento de casos de demência e outras pesquisas já associaram o abuso de tranquilizantes a mortes prematuras. "Não há dúvidas que benzodiazepinas podem causar dependência, mas se usadas direito e por curtos períodos, podem tratar casos de ansiedade", diz o médico Owen Bowden-Jones, da Royal College of Psychiatry, ao jornal Daily Mail.

 

No entanto, pesquisas estimam que 8% de pessoas com mais de 65 anos estejam consumindo os remédios de acordo com a própria vontade. As principais consequências são estado de permanente confusão, lapsos de memória e cansaço extremo. E quando param com a medicação, sofrem sintomas de abstinência, como dores abdominais, enjoos e perda de apetite.

 

 

Terra