• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

anabolizantEspecialmente no verão, muitas pessoas passam a buscar a realização de um milagre: atingir curvas invejáveis em curto espaço de tempo. Não raro, os anabolizantes aparecem como uma solução temporária.

 

Mas é preciso ter consciência que este tipo de substância traz graves problemas para a saúde, entre eles, o aumento de riscos do câncer de fígado. O alerta é do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo.

 

De acordo com o órgão, o uso sem prescrição médica de hormônios, mais conhecidos como “bomba”, para acelerar o crescimento muscular é arriscado e perigoso. “O uso de anabolizantes de forma indiscriminada, com objetivos estéticos, pode gerar efeitos colaterais fatais, pois esses hormônios sobrecarregam o fígado e desequilibram o organismo de forma grave”, explica o hepatologista Carlos Baía, responsável pelos transplantes de fígado no hospital.

 

Os tumores associados ao uso de anabolizantes podem ser benignos ou malignos e, em alguns casos, o transplante de fígado pode ser a única opção de tratamento.

 

E os problemas não param por aí; a prática também pode trazer consequências como problemas cardiovasculares, impotência, atrofia testicular, falta de libido, acne, elevação do colesterol, aumento da pressão arterial e perda óssea.

 

Além disso, alguns produtos são derivados de hormônios masculinos, e podem causar “masculinização” de mulheres, como mudança da voz, queda de cabelos e interrupção da menstruação.

 

Os anabolizantes são medicamentos indicados para tratamentos específicos, supervisionados e prescritos somente por médicos, por um período de tempo predeterminado. São utilizados para tratar desgastes da musculatura e ossos, além de serem prescritos aos portadores de hipogonadismo (homens que sofreram trauma testicular ou que tiveram que retirar os testículos).

 

 

Para conquistar massa muscular de maneira correta e saudável, é preciso aliar alimentação balanceada, recomendada por nutricionistas, com exercícios de hipertrofia (musculação), acompanhados por educadores físicos.

 

Terra

aguasanitTomar banho com água sanitária diluída poderia ajudar a tratar algumas doenças da pele e até retardar o envelhecimento, sugeriu um novo estudo conduzido por pesquisadores americanos. A descoberta, publicada na revista científica Journal of Clinical Investigation, foi feita por uma equipe da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

 

Segundo os cientistas, a água sanitária diluída poderia tratar dermatites causadas por radioterapia, além de necroses e úlceras. Os pesquisadores, no entanto, alertaram aos pacientes que não apliquem o produto diretamente sobre a pele. Ainda não foram feitos testes em humanos.

 

Eles ainda ressaltaram que a água sanitária também poderia interferir no sistema imunológico do paciente. Banhos com até 0,005% da substância já podem ser usados para o tratamento de eczemas, mas ainda há incertezas sobre se o procedimento é totalmente eficaz.

 

Banho simples

 

Testes iniciais em células da pele mostraram que doses baixas de água sanitária poderiam bloquear a substância química que desencadeia a resposta inflamatória do sistema imunológico.

 

Nos experimentos feitos em ratos, os banhos com o produto conseguiram reduzir o dano causado pela exposição à radiação. A radioterapia, tratamento comum em pacientes com câncer, destrói o tumor, mas também pode deixar de hematomas na pele a queimaduras.

 

"Nós mostramos que um simples banho melhora os efeitos desagradáveis dos danos causados pela radiação", afirmou à BBC o dermatologista Thomas Leung.

 

Leung disse que a substância também poderia ser usada para o tratamento de outras doenças inflamatórias da pele, como úlceras diabéticas ou necroses.

 

"Ainda há muito o que se estudar sobre esse tratamento e esperamos poder testá-lo em humanos em breve", afirmou Leung.

 

Potencial

 

Outros experimentos em ratos velhos também indicaram que a água sanitária poderia rejuvenescer a pele. Após duas semanas de banhos com o produto, os animais desenvolveram uma pele mais grossa e mostraram sinais de que estavam produzindo mais células da pele.

 

No entanto, isso foi observado apenas pelo microscópio. Sem a ajuda do aparelho, os ratos não pareciam mais jovens. Graham Johnston, da Associação Britânica de Dermatologistas, disse que problemas de inflamações na pele são "extremamente comuns".

 

"Apesar de banhos de água sanitária diluída não serem comumente usados no Reino Unido, essa pesquisa abre a possibilidade de novos tratamentos clínicos no futuro."

 

"No entanto, é importante ressaltar que esse estudo é apenas o começo, e embora a ciência acerte em muitos casos, os testes ainda precisam ser realizados em seres humanos."

 

"Por isso, não recomendo que pacientes com problemas de pele tomem banho de água sanitária. Muitas vezes, recebo pacientes com reações graves até mesmo a alvejantes leves", alertou.

 

 

 BBCBrasil

cafe-da-manha-inglesComer um café da manhã completo tradicional da Inglaterra - que, em geral,  serve bacon, ovos fritos, tomates, cogumelos, feijão assado com molho de tomate, salsicha e pão torrado - pode ajudar a perder peso, segundo um novo estudo feito pela Universidade de Missouri. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

 

A pesquisa concluiu que uma refeição com alto teor de proteína ao invés de carboidrato e fibras pode combater a fome excessiva e o desejo de comer além da conta no fim do dia. Trocar os cereais de baixo teor de gordura e as frutas por salsicha, ovos e bacon logo na primeira refeição ajuda a reduzir por um período maior de tempo, além de diminuir o número de calorias consumidas no almoço.

 

O estudo descobriu que comer 35 gramas de proteína de manhã ajuda a regular o apetite. Esta quantidade equivale a um omelete de 4 ovos ou duas salsichas e um pedaço de bacon.

 

Os estudiosos analisaram um grupo de 18 mulheres de 55 anos que mostraram que uma refeição repleta de proteína as manteve mais tempo satisfeitas do que um café da manhã com menos protéina, mas a mesma quantidade de gordura e fibra.

 

 

"Nos Estados Unidos, muitas pessoas preferem pular o café da manhã, mas estes resultados demonstram que refeições ricas em proteínas podem ajudar as mulheres a se sentirem satisfeitas até a hora do almoço e, assim, evitar excessos e melhorar a qualidade da dieta", explica a Dra. Heather Leidy, uma das responsáveis pelo estudo.

 

 

Terra

friturasAlimentos fritos, assados, empanados, grelhados: são várias opções de preparo, com sabores, nutrientes e calorias diferentes.

 

No Bem Estar desta sexta-feira, 15, as nutricionistas Ana Maria Lottenberg e Simone Caivano explicaram como essas preparações do dia a dia podem interferir na saúde. As frituras, por exemplo, são as que mais oferecem riscos por causa do excesso de óleo usado no preparo, que aumenta muito o valor calórico dos alimentos - por isso, elas devem ser evitadas.

 

Segundo a nutricionista Ana Maria Lottenberg, vale ressaltar que a fritura pode fazer mal porque tem excesso de óleo - em quantidades ideais, porém, o óleo tem gorduras essenciais para o organismo.

 

A especialista explicou que uma alimentação com muita gordura, especialmente a trans, aumenta o risco de formação de placas nas artérias, que pode levar até mesmo a um infarto e, por isso, é importante tomar cuidado.

 

Segundo a nutricionista Simone Caivano, a recomendação é ingerir, no máximo, 2 colheres de óleo ou azeite por dia. Para evitar excessos de gordura no preparo dos alimentos, uma das opções são os grelhados, que usam muito pouco ou até nada de óleo.

 

No caso do bife, um dos alimentos mais comuns na mesa dos brasileiros, a forma como é feito traz grandes diferenças no resultado.

 

Se colocado em uma panela elétrica, por exemplo, não precisa de nada de óleo e o resultado é um prato com muito menos calorias, apesar do sabor um pouco diferente, como mostrou a nutricionista Cynthia Antonaccio na reportagem da Natália Ariede (veja no vídeo ao lado).

 

Segundo a especialista, além da panela elétrica, o forno é também uma opção interessante para não ter que recorrer à fritura. No caso das batatas, as fritas também são muito mais calóricas – elas têm 260 calorias, enquanto as feitas na panela elétrica têm apenas 140, quase a metade.

 

Porém, já existe a possibilidade de fritar sem óleo, com panelas que usam o ar, como mostrou a reportagem da Natália Ariede.

 

Segundo a gerente de marketing Lídia Luz, essas panelas atingem até 200 graus e podem garantir o mesmo efeito da fritura – quando o ar circula em uma velocidade muito rápida e se choca com o alimento, ele causa a mesma oxidação que o óleo.

 

Mas em casos de alimentos que não tem nada de gordura, pode ser que seja preciso acrescentar uma colher de óleo, mas mesmo assim, o resultado é um prato muito menos gorduroso e mais seco, apesar do sabor um pouco diferente.

 

Para reduzir os riscos do óleo à saúde, as nutricionistas deram algumas dicas na hora de fritar. Caso o preparo faça fumaça, por exemplo, é um sinal de que o óleo está se degradando e que substâncias ruins para a saúde estão se formando. É importante ainda tampar a panela se ela tiver que ficar ligada, para evitar a oxidação do óleo.

 

As nutricionistas alertam ainda que não é recomendável misturar um óleo novo a um óleo velho e, se o óleo velho for reutilizado, é bom filtrá-lo e não misturá-lo ao produto novo. Na hora de guardar, a dica é colocá-lo protegido da luz na geladeira, mas caso ele esteja escuro e com espuma, significa que já não está bom e é preciso descartá-lo no lixo orgânico ou encaminhá-lo à reciclagem.

 

Caso o preparo escolhido seja empanar, a nutricionista Simone Caivano também deu dicas para diminuir as calorias.

 

 

No caso dos vegetais, por exemplo, usar o ovo junto com a farinha na hora de empanar forma uma proteção e faz menos óleo ser absorvido pelo alimento – uma couve-flor empanada com ovo e farinha, por exemplo, tem 252 calorias enquanto o mesmo alimento empanado só com farinha tem quase o dobro, 467 calorias, como mostrou a reportagem da Natália Ariede. Já as carnes não precisam da adição do ovo porque elas têm menos água que os vegetais e já formam uma barreira contra o óleo.

 

 

G1