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Diante dos últimos boletins com a notificação de casos de febre amarela no País, inclusive com óbitos já registrados, a Secretaria de Estado da Saúde, emitiu Nota Técnica para os municípios acerca das ações de vigilância da doença como ações preventivas contra a doença além de intensificar a cobertura vacinal especialmente nos municípios que fazem fronteira com o estado da Bahia.

 

De acordo com a gerente de vigilância em saúde, da secretaria estadual da saúde, Miriane Araújo, cerca de 57 municípios piauienses sugerem maior cuidado pelo fato se limitarem com o estados que apresentaram notificação de casos da doença. “Municípios como: Avelino Lopes, Barreiras do Piauí, Caracol, Corrente, Cristalândia, Curimatá, Dirceu Arcoverde, Dom Inocêncio, Julio Borges, Sebastião Barros, são exemplos de municípios que fazem fronteira com o estado da Bahia, onde já foram registrados casos da doença, portanto devem intensificar suas ações na prevenção da doença”. Explica.

 

Ainda de acordo com Miriane Araújo, em 2017 o estado vacinou 27.314 pessoas o que representa uma cobertura média de 57,14%, tendo sido atendida dentro da faixa orientada pelo Ministério da Saúde, mas alerta para que cada município esteja vigilante quanto à cobertura vacinal “A Nota Técnica sugere atenção para a análise da cobertura vacinal, mas também com orientações para profissionais de saúde quanto às ações e procedimentos acerca dos cuidados para tratar do agravo” afirma.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, os casos registrados de febre amarela no país, seguem de forma sazonal, ocorrem principalmente nos meses de verão. Neste caso, o analisado é de 1º de julho a 30 de junho de cada ano. Durante o período de monitoramento (que começa em julho/2017 e vai até junho/2018), foram confirmados 35 casos de febre amarela no país sendo que 20 vieram a óbito, até 14 de janeiro deste ano. Ao todo, foram notificados 470 casos suspeitos, sendo que 145 permanecem em investigação e 290 foram descartados.

 

Confira a nota técnica

Diante dos últimos boletins com a notificação de casos de febre amarela no País, inclusive com óbitos já registrados, a Secretaria de Estado da Saúde, emitiu Nota Técnica para os municípios acerca das ações de vigilância da doença como ações preventivas contra a doença além de intensificar a cobertura vacinal especialmente nos municípios que fazem fronteira com o estado da Bahia.

 

De acordo com a gerente de vigilância em saúde, da secretaria estadual da saúde, Miriane Araújo, cerca de 57 municípios piauienses sugerem maior cuidado pelo fato se limitarem com o estados que apresentaram notificação de casos da doença. “Municípios como: Avelino Lopes, Barreiras do Piauí, Caracol, Corrente, Cristalândia, Curimatá, Dirceu Arcoverde, Dom Inocêncio, Julio Borges, Sebastião Barros, são exemplos de municípios que fazem fronteira com o estado da Bahia, onde já foram registrados casos da doença, portanto devem intensificar suas ações na prevenção da doença”. Explica.

 

Ainda de acordo com Miriane Araújo, em 2017 o estado vacinou 27.314 pessoas o que representa uma cobertura média de 57,14%, tendo sido atendida dentro da faixa orientada pelo Ministério da Saúde, mas alerta para que cada município esteja vigilante quanto à cobertura vacinal “A Nota Técnica sugere atenção para a análise da cobertura vacinal, mas também com orientações para profissionais de saúde quanto às ações e procedimentos acerca dos cuidados para tratar do agravo” afirma.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, os casos registrados de febre amarela no país, seguem de forma sazonal, ocorrem principalmente nos meses de verão. Neste caso, o analisado é de 1º de julho a 30 de junho de cada ano. Durante o período de monitoramento (que começa em julho/2017 e vai até junho/2018), foram confirmados 35 casos de febre amarela no país sendo que 20 vieram a óbito, até 14 de janeiro deste ano. Ao todo, foram notificados 470 casos suspeitos, sendo que 145 permanecem em investigação e 290 foram descartados.

 

Confira a nota técnica

 

Sesapi

Independente do contexto, muita gente já deve ter ouvido em sedentarismo. Nesse caso, entenda a palavra ‘contexto’ como as diversas etapas da vida de uma pessoa durante o dia. A prática de atividades físicas é vista como um ingresso para a vida saudável. Porém, esse conceito deve ser ampliado para o dia a dia dos empregados dentro do ambiente de trabalho.

 

Nos grandes escritórios e até mesmo nas empresas mais modestas, não é difícil de encontrar pessoas que passam, praticamente, quase oito horas sentados em uma cadeira, em frente ao computador.

 

A saída desse ponto de trabalho é praticamente inexistente, salva as horas de ir ao banheiro, pegar um cafezinho ou copo de água, além de buscar uma impressão ou entregar um documento ao colega da mesa ao lado.

 

Mas, esse comportamento deve ser visto com certa preocupação, já que o desempenho do trabalho também depende de hábitos saudáveis.

 

Foi aí que surgiu a ginástica laboral, que integra as atividades desenvolvidas no dia do trabalhador com exercícios físicos. A ginástica laboral trabalha os três pilares mais importantes para plenitude do ser humano: saúde física, saúde emocional e saúde social.

 

Ginástica laboral

 

A ginástica laboral é conhecida como sendo uma modalidade de atividade física praticada no ambiente de trabalho. Ela promove o bem-estar, melhorar as relações interpessoais entre os colaboradores, traz benefícios físicos que fortalecem determinadas musculaturas, previne problemas posturais e lesões, mais conhecidas como “doenças do trabalho” (LER e DORT).

 

Já foi comprovado através de pesquisa que as empresas que promovem a ginástica laboral diminuem os índices de absenteísmo dos funcionários, fortalecem relações para o desenvolvimento de trabalhos em equipe e aumentam a produtividade.

 

Para que a prática seja aproveitada da melhor forma possível, a dica é que a empresa procure auxílio de um profissional.

 

A partir de uma avaliação rápida do ambiente de trabalho ele vai poder elaborar um cronograma de exercícios específicos, que auxiliará o alcance da qualidade de vida aos colaboradores. A atividade pode ser desenvolvida em poucos minutos, por isso não atrapalha na rotina da empresa.

 

Benefícios da ginástica laboral

Somado a todas as melhorias que pode trazer para a saúde do colaborador no ambiente de trabalho, a ginástica laboral é conhecida por estimular à rotina ativa, diminuir os problemas musculares e posturais, melhorar a disposição e produtividade, proporcionar que o praticante tenha conhecimento do próprio corpo, socialização entre as equipes, melhoramento da coordenação motora e qualidade de vida.

 

Dados

Você sabia que 433 mil mortes – cerca de 4% dos falecimentos no mundo – poderiam ser evitadas se as pessoas passassem três horas a menos sentadas por dia?

Esse é o resultado de uma pesquisa desenvolvida nas Universidades de São Paulo e na Federal de Pelotas com base em dados da Organização Mundial da Saúde sobre o tempo médio de permanência sentado em 54 países.

 

De acordo com o levantamento, os riscos de morte estariam relacionados a alterações cardiovasculares, alguns tipos de câncer, diabetes e colesterol e aumentam a cada hora que se passa a mais na cadeira. Dizem os especialistas que ficar quatro horas, por exemplo, eleva o risco em 2%, chegando a 18% após nove horas.

 

remediocaseiro

talcoantissepticoNo verão, transpiramos mais. Por isso, os cheiros podem ficar mais fortes e ruins. Os grandes responsáveis por esse inconveniente são os pés e as axilas – os famosos chulé e cecê. Os dermatologista Márcia Purceli, que também é consultora do Bem Estar, e Emerson de Andrade Lima falaram sobre os cuidados importantes nesses dias quentes.

 

O nome desse mau cheiro é ‘bromidrose’. Ter chulé ou aquele cheiro de desodorante vencido não é falta de higiene, é uma quantidade maior de um tipo de bactéria que causa o odor. O cheiro ocorre porque essa bactéria solta uma substância no final do metabolismo.

 

Cuidados com os pés

 

Sapatos fechados, com meia e pés úmidos propiciam o surgimento de bactérias e fungos. Por isso, é importante:

 

   Lavar e secar bem os pés

 

   Colocar o sapato no sol

 

   Alterar os sapatos

 

   Usar desinfetante no sapato

 

   Não repetir as meias

 

   Usar desodorante para os pés ou talco

 

Essas ações devem ser feitas diariamente para ter um bom resultado. Quando não são feitas, os fungos e as bactérias voltam a se proliferar e o cheiro também volta.

 

Cuidados com as axilas

 

Nas axilas, temos a ação de duas glândulas sudoríparas – écrinas (responsáveis por manter a temperatura corporal) e apócrinas (elas produzem um tipo de suor completamente diferente, mais oleoso). Os dermatologistas lembram que o suor é composto por água e sal e não tem cheiro. Veja as dicas para diminuir o odor:

 

   Usar sabonete antisséptico diariamente

 

   Usar desodorantes e antitranspirantes

 

   Depilar a axila

 

   Evitar roupas de tecido sintético

 

   Manter as axilas secas

 

G1

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (16) proposta de resolução que traz novas regras de exposição e comercialização de cigarros e outros produtos derivados do tabaco. Por unanimidade, os diretores da Agência acataram o voto do relator, Fernando Mendes, pela regulamentação da forma como os maços de cigarros devem ser expostos nos locais de venda.

 

A resolução será publicada nos próximos dias e só então entrará em vigor. De acordo com a proposta aprovada, os locais de venda deverão seguir regras mais restritas de exposição das embalagens de cigarros, como manter a maior distância possível entre os maços de cigarro dos produtos destinados ao consumo do público infantojuvenil, como balas e chocolates.

 

Os comerciantes também não poderão colocar nenhum recurso de marketing adicional, como cores, sons, iluminação direcionada, entre outros, aos mostruários ou vitrines que expõem as embalagens de cigarro. Segundo o relator da proposta, a resolução complementa outro ato normativo aprovado pela Anvisa no fim do ano passado (RDC 195/2017), que veda a utilização de recursos de propaganda nas embalagens que possam induzir ao consumo do cigarro ou sugerir que o produto não é prejudicial à saúde.

 

Durante a reunião, o representante da Aliança para o Controle do Tabagismo e Promoção da Saúde (ACT), Rafael Arantes, explicou que a regulamentação da exposição é necessária para evitar abusos por parte da indústria. Arantes chamou a atenção para a obrigação do Brasil em seguir a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco, acordo internacional ratificado pelo país há mais de dez anos e que prevê no Artigo 13º o banimento de qualquer forma de publicidade.

 

A pesquisadora Cristina Perez, do Projeto Internacional de Avaliação das Políticas de Controle do Tabaco (ITC), apresentou pesquisa divulgada semana passada pela revista científica Tobacco Control, que mostra que nos 77 países onde atualmente as propagandas de cigarro já foram banidas nos pontos de venda, houve redução média de 7% na prevalência do tabagismo entre adultos. Outro estudo apresentado pela pesquisadora mostra que 71% dos jovens que já viram cigarros em supermercados, padarias, ou bancas de jornais se sentem influenciados a consumir o produto.

 

O representante da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Lauro Júnior, argumentou que é “operacionalmente inviável que os expositores fiquem foram da área do caixa” em supermercados, padarias ou outros estabelecimentos que comercializam cigarro. Os produtores alegam que o caixa é mais seguro para evitar o contato direto dos jovens com os produtos. A resolução aprovada permite a exposição próxima à área dos caixas, desde que não tenha por perto alimentos ou outros produtos destinados para crianças e adolescentes.

 

A indústria também solicitou ampliação do prazo para atender às novas regas dem conforme a resolução da Anvisa aprovada em dezembro. Para os produtores, o prazo estabelecido é curto e não garante “viabilidade logística” para que todos os mais de três mil pontos de venda de todo o país façam as alterações.

 

O pedido foi indeferido pelo relator, que manteve a data de 25 de maio deste ano para que todos os pontos só exponham e vendam maços que contenham as novas imagens e todas as advertências sanitárias. A partir desse prazo, todas embalagens que não seguirem as novas determinações deverão ser recolhidas do mercado.

 

*Matéria alterada às 13h35 para correção de informação no 5° parágrafo. O percentual de jovens que já viram cigarros em supermercados, padarias ou bancas e que se sentem influenciados a consumir o produto é 71% e não 77% como informado anteriormente.

 

Agência Brasil