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Para quem não sabe, AVC é o entupimento ou rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro. Quando isso acontece, há uma paralisia na região, pois ela não recebe fluxo sanguíneo. E as principais vítimas são as mulheres.

De acordo com a Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization), seis, em cada dez mortes por AVC, acontecem com mulheres. E não é só isso! Uma em cada cinco mulheres sofre desse mal.

cerebro

Até os 50 anos, a chance de ter um AVC é maior nos homens. Após essa idade, a probabilidade passa a ser maior nas mulheres, devido às mudanças que ocorrem no corpo delas.

Existem dois tipos de AVC:

  1. O isquêmico, quando ocorre o entupimento dos vasos que levam o sangue até o cérebro.
  1. O hemorrágico, que rompe os vasos sanguíneos provocando sangramentos no cérebro.

“Mas o que será que causa esse tipo de problema” - você deve estar se perguntando. Bom, lá vai uma pequena lista de possibilidades de causa para a ocorrência de AVC:

- Uso de anticoncepcionais (especialmente no caso de mulheres com hipertensão)

- Reposição hormonal após a menopausa

- Colesterol

- Diabetes

- Sedentarismo

- Má alimentação

Note que o estilo de vida das mulheres mudou muito nos últimos anos. Elas estão bebendo, fumando e se estressando muito mais. Por causa disso, o risco de AVC só fez aumentar nas últimas décadas.

Infelizmente, o AVC no sexo feminino é sempre mais agressivo, podendo deixar sequelas graves e irreversíveis. Sendo assim, é importante que as mulheres estejam atentas aos sintomas.

Aqui estão os principais:

  1. Perda de equilíbrio

A pessoa que está sofrendo um acidente vascular cerebral perde o equilíbrio e coordenação.

  1. Problemas com a visão

É outro sinal muito importante.

Se a pessoa fica com dificuldades visuais (vista escura, borrada), ela pode sim está passando por um acidente vascular cerebral.

  1. Paralisia na face

O derrame se revela também na face: uma parte do rosto fica paralisado, os olhos podem ficar sonolentos e a boca pode ficar torta.

  1. Fraqueza nos braços

Em um AVC, os movimentos dos braços serão afetados.

A pessoa sentirá fraqueza neles.

  1. Alterações na fala

A pessoa que está tendo um AVC tem dificuldade para falar, pronunciando as palavras de forma arrastada.

  1. Dor de cabeça

Uma dor de cabeça súbita e severa pode ser um sintoma de AVC, especialmente quando combinada com um ou mais dos sintomas descritos aqui.

  1. Confusão mental

A dificuldade de articular ou compreender um pensamento é outra característica de quem está tendo um AVC. Caso você perceba um ou mais desses sinais, procure um médico imediatamente.

O tratamento e a reabilitação dependem muito do tipo do AVC e o quanto ele danificou a saúde do paciente. Às vezes, a doença não deixa nenhuma sequela, mas é possível também que cause consequências graves, impossibilitando a pessoa a sair da cama ou a levando a morte.

Outras doenças também podem contribuir com o desenvolvimento do AVC, como:

- Hipertensão

- Diabetes

- Obesidade

Você pode reduzir bastante as chances de ter AVC, garantindo uma boa alimentação e exercícios físicos.

 

curapelanatureza

Uma norte-americana descobriu que estava com câncer colorretal após passar meses acreditando que seus problemas digestivos eram fruto de intoxicação alimentar e estresse.

Agora, ela compartilha sua história com o objetivo de conscientizar pessoas quanto à necessidade de buscar ajuda médica e não se autodiagnosticar.

Mulher descobre câncer após ignorar sintomas

Em entrevista do site Today, a mulher de 34 anos contou que tinha crises de diarreia há dois anos, mas acreditava que eram causadas por dieta ou estresse, já que sua carga de trabalho muitas vezes era intensa e a levava a comer em food trucks e restaurantes delivery.

O caso começou a ficar preocupante com a permanência dos sintomas. Em janeiro de 2017, ela percebeu sangue nas fezes e a diarreia começou a acontecer dia sim, dia não, mas ainda assim pensou que a culpa era de seu estilo de vida.

Pouco tempo depois, a mulher resolveu ir a um gastroenterologista, que receitou exames e descobriu a presença de uma bactéria maléfica no intestino, a Escherichia coli. A paciente tomou antibióticos a fim de eliminá-la, mas os sintomas não passaram, pelo contrário, ficaram piores.

Durante a preparação para colonoscopia, a mulher teve uma crise intensa de vômito, o que levou médicos a optarem por um procedimento menos invasivo, a sigmoidoscopia, que revelou um tumor no cólon.

Após uma biópsia, veio o diagnóstico inesperado: câncer de cólon em estágio 4.

A paciente ficou chocada pois não tinha histórico familiar que justificasse o aparecimento desse tipo de câncer.

O câncer havia se espalhado e o tratamento indicado foi a remoção cirúrgica de parte do cólon e 75% do fígado, além de seu apêndice, vesícula biliar e cerca de 20 gânglios linfáticos.

Antes do procedimento, a paciente teve de se expor à radiação para tentar reduzir o tamanho do tumor. Depois, teve de realizar seis meses de quimioterapia que fizeram seu câncer regredir.

"Foi como a pior ressaca da vida, mas por seis meses. Estou tolerando relativamente bem porque sou mais jovem e estava bem saudável antes", afirmou a mulher.

Como há 50% de chance de o tumor voltar, ela terá de passar por acompanhamentos constantes. Ainda assim, se sente mal pelo excessivo tempo que levou para procurar ajuda. "Não há sorte em contrair câncer, mas ainda sinto que tenho muita sorte. Minha mensagem é: 'Pare de se autodiagnosticar e, por favor, vá ao médico'", insistiu.

Sintomas de câncer de cólon

Câncer de cólon é um tumor que afeta especificamente o intestino grosso e o reto e que geralmente é fruto de fatores genéticos, externos e maus hábitos alimentares, como dieta gordurosa e com poucas fibras.

A doença é mais comum em pessoas mais velhas, mas pode ocorrer em jovens também.

Esse tipo de câncer no intestino gera sintomas inespecíficos, mas alarmantes, como:

Mudança no hábito intestinal, como diarreia ou constipação

Sangramento nas fezes e anal

Perda de peso inexplicada

Dor abdominal persistente

Suor noturno

Anemia

Recomenda-se buscar ajuda médica assim que forem notados esses sintomas, já que o diagnóstico nas fases iniciais aumenta a probabilidade de o prognóstico ser bom.

 

Vix

sifilis "Eu pensei que a sífilis era algo da Idade Média, que havia desaparecido e que não era algo que poderia ocorrer nos tempos modernos."

Quem diz isso é Gavin, jovem britânico que descobriu ter a doença ao realizar um teste caseiro para detectar infecções sexualmente transmissíveis (DSTs).

Sem apresentar nenhum sintoma da doença, ele teve sorte ao identificá-la antes de sofrer consequências que poderiam ser muito graves.

"Descobri a infecção na etapa secundária (da doença), um ano depois do contágio. Depois dessa etapa, a doença pode causar loucura, cegueira e até mesmo a morte."

O caso de Gavin serve de alerta para um aumento dos casos notificados de sífilis em diversos países do mundo, incluindo o Brasil.

Na Inglaterra, por exemplo, o número de casos da doença chegou ao maior nível desde 1949; nos EUA, dados de 2017 apontam que a sífilis avançou em todas as regiões e na maioria dos grupos etários. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, 5,6 milhões de pessoas contraem sífilis no mundo.

E é uma infecção que se propaga mais facilmente que outras DSTs, como gonorreia e clamídia.

No Brasil, a sífilis adquirida (ou seja, em adultos) teve aumento de 27,9% entre 2015 e 2016 (dados mais recentes disponíveis), segundo o Ministério da Saúde. Em 2016, foram registrados 87.593 mil casos em adultos. As infecções por sífilis congênita em bebês, passada de mãe para filho na gestação, cresceu 4,7%.

O ministério disse em 2017 que esses números são resultado de um desabastecimento da penicilina (medicamento mais efetivo contra a sífilis), mas também do aumento nos diagnósticos, por conta da distribuição de testes na rede pública de saúde.

Sintomas (ou ausência deles)

Em alguns casos, os sintomas da sífilis em adultos são:

- úlceras genitais

- erupções generalizadas na pele, ou na palma das mãos e plantas dos pés

- cansaço e dor de cabeça

- febre e dor nas articulações

O problema é que, diferentemente do que acontece com outras DSTs, uma pessoa pode estar infectada com sífilis e não apresentar nenhum sintoma. E, dessa forma, acaba contagiando outras pessoas inadvertidamente.

Foi o caso de Gavin, que descobriu a doença justamente na fase chamada sífilis secundária, que é a etapa mais contagiosa da doença.

"Eu não tinha nenhum sintoma. Não sabia que estava infectado, porque a doença fica oculta. E você acaba passando ela adiante sem sequer saber", diz à BBC.

A sífilis é provocada pela bactéria Treponema pallidum e transmitida sobretudo pela via sexual (pela lesão genital que causa), seja vaginal, anal ou oral.

É, também, transmitida de mãe para filhos durante a gravidez -e também a segunda maior causa de mortalidade entre recém-nascidos no mundo.

Para cumprir a meta da OMS de eliminar as mortes por sífilis congênita, o Brasil terá de reduzir a taxa atual de 6,8 casos por mil nascidos vivos para no máximo 0,5 por mil.

Isso seria factível no curto prazo "porque a sífilis é facilmente detectada e tratada. Tendo o teste rápido e tendo a penicilina, é possível alcançar a eliminação (da doença)", disse à Agência Brasil em 2017 Adele Benzaken, diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle de DSTs, HIV/Aids e Hepatites Virais do ministério.

Tabus e consequências

Mas, entre adultos, a doença ainda enfrenta tabus.

"Falei com alguns amigos sobre a infecção, mas não disse nada a meus pais. Seria uma conversa muito estranha e constrangedora", prossegue o britânico Gavin - que também descobriu ser HIV positivo.

"Você conta com um grande apoio quando tem HIV, há muita conversa sobre isso. Mas sobre a sífilis não se fala absolutamente nada", diz ele. "Tampouco se fala dos perigos pelo fato de a infecção não ter sintomas em algumas pessoas, pelo fato de que se você tem relações sexuais não protegidas você tem que se submeter a um teste (de DST)."

O tratamento consiste em antibiótico - penicilina benzatina para adultos e penicilina cristalina em bebês.

É crucial, porém, fazer o diagnóstico o mais cedo possível, uma vez que, sem tratamento, a infecção pode perdurar anos e causar problemas sérios de saúde a longo prazo, como derrames, sintomas de demência, perda de coordenação, cegueira e males cardíacos. E, ainda que a sífilis possa ser tratada nesse estágio posterior, os danos causados por ela podem ser irreversíveis.

Por fim, as úlceras genitais causadas pela sífilis são uma porta de entrada para o contágio também pelo vírus HIV, como foi o caso de Gavin.

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Esmalte, sombra, rímel... Os aliados da beleza também podem se transformar em inimigos da saúde. O dermatologista Marco Rocha explicou no Bem Estar desta terça-feira (10) quais os cuidados com os cosméticos.

A data de validade não é um mero detalhe. Ela indica até quando a empresa vai se responsabilizar por qualquer coisa que aconteça da interação do produto com a pessoa e até quando esse produto terá eficácia, até quando os conservantes estarão atuantes. Sem conservantes, os produtos têm mais chances de serem contaminados por vírus, bactérias e fungos.

Hidratantes corporais e cremes antienvelhecimento estão entre os que mais irritam a pele quando vencidos. Produtos para cabelo costumam gerar dermatites no couro cabeludo. Os sintomas são coceira, vermelhidão, feridas e até bolhas.

Produtos para o rosto merecem atenção redobrada. Além de prejudicarem a pele, que é mais sensível, podem comprometer os olhos. Já os esmaltes vencidos provocam reações surpreendentes. Para evitar qualquer problema, além da data de validade, é importante prestar atenção às formas de usar e armazenar os produtos.

Os cosméticos também precisam ficar longe da umidade e da luz direta do sol para serem preservados. Se com todos esses cuidados, você tiver qualquer sinal de alergia, suspenda o uso imediatamente.

Cabelos coloridos

Cabelo com atitude: rosa, verde, roxo, azul! As cores dominaram as cabeças de muita gente. Elas falam da nossa energia, personalidade, de uma vida com atitude. Mas será que todo mundo pode pintar o cabelo? A alergista Alexandra Sayuri Watanabe falou sobre as reações alérgicas.

O químico e especialista em cosmético capilar Celso Martins Júnior explicou que não é indicado fazer grandes mudanças nos cabelos de crianças até 11 anos. Isso porque para aplicar a tinta é preciso clarear o cabelo com água oxigenada e pó descolorante. É aí que mora o perigo.

 

G1