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anticoncmascUm grupo de homens que testou por um mês uma nova pílula anticoncepcional masculina, que apresentou resultados positivos e não mostrou efeitos colaterais graves ou a diminuição da atividade sexual, informou nesta segunda-feira(25) a Sociedade de Endocrinologia dos Estados Unidos.

O resultado dos testes realizados com este novo medicamento oral, chamado 11-beta-MNTDC, foi divulgado durante a reunião anual da Sociedade de Endocrinologia, em Nova Orleans.


O 11-beta-MNTDC é uma testosterona modificada, que tem ações combinadas de um hormônio masculino (andrógeno) e um progesterona, de acordo com Christina Wang, principal pesquisadora e uma das diretoras do Centro de Ciência Clínica do Instituto de Pesquisa Biomédica de Los Angeles (LA BioMed).

"Nossos resultados indicam que a pílula, que combina duas atividades hormonais em uma, diminuirá a produção de esperma e preservará a libido", afirmou Wang.

O estudo foi feito com 40 homens saudáveis no LA BioMed e na Universidade de Washington.


Dez participantes receberam uma cápsula de placebo diariamente com alimentos durante 28 dias e os outros 30 tomaram a 11-beta-MNTDC em diferentes doses: para 14 deles foi a de 200 miligramas, e para 16 a de 400. Entre os homens que tomaram a 11-beta-MNTDC, a testosterona diminuiu em nível médio equiparável à deficiência de andrógenos, sem efeitos colaterais graves.

Alguns participantes perceberam efeitos colaterais leves, como fadiga, acne e dor de cabeça. Já cinco informaram sobre uma tênue diminuição no desejo sexual e outros dois descreveram disfunção erétil leve, mas a atividade sexual não diminuiu.


Na comparação com os níveis de quem tomou o placebo, os de dois hormônios usados para a produção de esperma diminuíram consideravelmente. Além disso, os efeitos da pílula foram revertidos após a suspensão do tratamento, segundo os pesquisadores.

Conforme explicou Wang, os 28 dias do tratamento são um intervalo muito curto para observar a supressão ótima de esperma. Ela planeja agora estudos em períodos mais longos, e depois, se a pílula mostrar efetividade, em casais sexualmente ativos.

"O anticoncepcional masculino hormonal seguro e reversível deve estar disponível em dez anos", disse Wang.

A mesma equipe de pesquisa também está experimentando outro anticoncepcional oral, um "composto-irmão" conhecido como DMAU. O objetivo é encontrar a fórmula "com menos efeitos colaterais e mais efetividade", de acordo com Stephanie Page, professora de medicina da Universidade de Washington.

 

EFE

Foto: EFE/EPA

Dados da pesquisa entomológica do Aedes aegypti apontam que aumentou o número de municípios que estão com alta infestação do vetor. São 108 cidades no Piauí que estão em alerta e têm risco para ocorrência de surto das doenças relacionadas ao mosquito, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, referente aos meses de fevereiro e março deste ano.

 

O boletim também aponta a diminuição na redução dos casos de arboviroses em relação ao ano passado. Em 2018 foram notificados 575 casos de dengue em 34 municípios, já esse ano foram 378 casos em 42 municípios, representando uma redução de 34,4%. Já Chikungunya reduziu 76,5%, foram 170 casos em seis cidades em 2018 e este ano foram 40 casos em 10 cidades.

 

Os municípios devem manter a vigilância, pois dados da pesquisa apontam que 25 municípios do Piauí estão com Índice de Infestação Predial (IIP) acima de 4%, ou seja, alta infestação com risco para ocorrência de surto de arboviroses. Em estado de alerta, IIP de 1% a 3,9%, estão 83 municípios e 109 estão com o IIP satisfatório, menos de 1% de infestação.

 

Os dados da pesquisa entomológica são coletados pelos agentes de endemias nas residências, que verificam se há focos do mosquito no local. Após esse trabalho de campo, as secretarias municipais de saúde alimentam o sistema de informações LIRAa/ LIA do Ministério da Saúde.

 

Além disso, o sistema aponta que sete municípios não realizaram ou não informaram ao sistema os dados da pesquisa entomológica. “Esses dados servem para que tomemos medidas mais efetivas em regiões com maior risco, precisamos desses dados para nortear nosso trabalho. Se um município não notifica sua realidade, ele acaba prejudicando sua população”, alerta Antônio Manoel, supervisor de arboviroses.

 

Municípios com situação de maior risco

 

Alagoinha do Piauí, Alvorada do Gurguéia, Avelino Lopes, Belém do Piauí, Campo Grande do Piauí, Cocal de Telha, Demerval Lobão, Fartura do Piauí, Flores do Piauí, Francisco Santos, Guadalupe, João Costa, Júlio Borges, Landri Sales, Marcolândia, Matias Olímpio, Miguel Alves, Monsenhor Hipólito, Morro Cabeça no Tempo, Pajeú do Piauí, Pio IX, Pedro II, Regeneração, Santana do Piauí e Simões.

 

Confira o boletim

 

Sesapi

A longevidade é um presente, mas tem seus efeitos colaterais. No começo deste mês, um estudo publicado na revista “JAMA Surgery” mostrava que, entre 2004 e 2017, fraturas relacionadas a prosaicos passeios com cães haviam mais que dobrado entre pessoas acima de 65 anos. O lado bom da questão: não para de crescer o número de idosos que permanecem ativos – e sair com o cachorro para uma caminhada é ótimo exercício. O problema: não podemos perder de vista que o envelhecimento afeta nossa robustez e alguns cuidados devem ser observados para não nos arriscarmos.

A pesquisa foi realizada pela Penn Medicine, a escola de medicina da Universidade da Pennsylvania. No levantamento, que cobriu mais de 30 mil casos registrados em cerca de 100 hospitais, 78% das fraturas tinham ocorrido em mulheres. Esse é um ponto de atenção para a população feminina, que vive mais e, frequentemente, só. Para os pesquisadores, duas tendências estão espelhadas no estudo: além de os idosos estarem ativos, houve um incremento na disposição para ter um animal doméstico.


Metade das fraturas era em extremidades superiores, como dedos, pulso, braço e ombro. No entanto, 17% dos idosos fraturavam o quadril, um percentual expressivo e preocupante, por se tratar de uma lesão grave. Os estudiosos alertaram que os números computados – dos 1.671 casos em 2004 para 4.396 em 2017 – não refletem a realidade, porque boa parte das pessoas não chega a dar entrada em hospitais depois de um acidente desse tipo. Entretanto, podem haver sequelas que, se não forem tratadas, provocarão dor e limitação nos movimentos.

Eu mesma fui derrubada algumas vezes quando tinha uma adorável labradora chamada Nani, grande companhia que volta e meia causava acidentes domésticos. As duas piores experiências: quando caí de costas numa calçada, ao tentar frear seu ímpeto; e uma queda numa ladeira, com direito a joelhos ralados e uma luxação na mão. Meu amor pelos labradores continua o mesmo, mas em hipótese alguma me aventuraria a ter de novo um cachorro tão cheio de energia. Na lista de cuidados a serem observados, considere a necessidade de adestramento do seu animal; a escolha de raças de menor porte; a utilização de guias curtas, para que não haja o risco de se enrolarem em suas pernas; e o uso de calçados que garantam seu equilíbrio.

 

G1

O Brasil registrou 72 mil novos casos de tuberculose em 2018, segundo o Ministério da Saúde. No ano anterior, foram 73 mil.

Segundo a pasta, a doença tem relação direta com a pobreza e a exclusão social. Entre os novos casos, 10,4% são presidiários, 8,7% pessoas com HIV, 2,5% população de rua e 1% indígenas, considerados de maior vulnerabilidade à doença.
A tuberculose matou 4,5 mil pessoas em 2017 e 4,4 mil no ano anterior, no país. Os números de 2018 ainda não foram divulgados.

Exames para diagnóstico e tratamento para a doença estão disponíveis no SUS (Sistema Único de Saúde).

Neste domingo (24), Dia Mundial de Combate à Tuberculose, o ministério está lançando uma campanha publicitária para chamar a atenção em relação aos sintomas da doença. O público-alvo são homens entre 25 e 40 anos, os mais afetados pela tuberculose, segundo a pasta.

Os principais sintomas são tosse por três semanas, febre vespertida, sudorese noturna, cansaço e emagrecimento, segundo a pasta.

Além do diagnóstico precoce, outra preocupação do governo é informar sobre a importância da não interrupção do tratamento, que dura no mínimo seis meses, para que se alcance a cura da doença.

A tuberculose é um problema de saúde pública. Trata-se da quarta causa de morte entre as doenças infecciosas e primeira as entre doenças infecciosas em pessoas com HIV no Brasil. De acordo com a nova classificação da OMS (Organização Mundial da Saúde), o país ocupa a 20ª posição na lista dos 30 países prioritários para tuberculose.


Segundo a OMS, a tuberculose é uma das doenças infecciosas que mais matam no mundo. Cerca de 10 milhões de pessoas contraíram a doença no mundo, em 2017, e 1,3 milhão morreram.

A principal forma de prevenir a doença é por meio da vacina BCG, disponível na rede pública - em UBS e maternidades. Essa vacina deve ser dada à criança, ao nascer, ou, no máximo, até os 4 anos de idade.

OMS orienta uso de remédio oral

A OMS divulgou na quinta-feira (21) uma nova orientação para o tratamento da tuberculose multirresistente (MDR-TB), recomendando o uso de medicamento oral no lugar de injetável.


A agência da ONU argumenta que o remédio é mais eficaz e provoca menos efeitos colaterais. "Medicamentos injetáveis não são mais considerados prioridade no desenho de regimes de tratamento contra esse tipo de tuberculose", afirmou por meio de nota.

Segundo a OMS, a medida faz parte de um pacote de ações que serão anunciadas para acelerar o fim da tuberculose. Cerca de 54 milhões de pessoas alcançaram a cura da doença nos últimos 20 anos e as mortes caíram um terço. "A maior carga é suportada pelas comunidades que enfrentam desafios socioeconômicos e pessoas que trabalham e vivem em locais de alto risco, mais pobres e marginalizados", afirmou.

 

R7