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Você já ouviu falar nos transtornos de personalidade? Estes são problemas sérios que afetam drasticamente a vida das pessoas. Entenda mais aqui, no QVB!

Os transtornos de personalidade também são chamados de perturbações de personalidade. Essa condição faz parte do grupo de doenças psiquiatras, um problema mental caracterizado por um padrão de pensamento e comportamento mal ajustado.

Pessoas que sofrem com essa condição têm dificuldades de relacionamento em todos os âmbitos da vida, seja pessoal ou profissional.
TIPOS DE TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE
Quando se fala em transtorno de personalidade, é uma forma genérica de se referir, pois há categorias diferenciadas dessa condição, sendo elas:

Transtorno de personalidade antissocial – pessoas caracterizadas pela falta de consideração pelo próximo, não se importam pelos sentimentos alheios e não têm remorso pela maldade;
Transtorno de personalidade paranoide – desconfiam de tudo e de todos, são totalmente desapegadas emocionalmente;
Transtorno de personalidade obsessivo compulsivo – pessoas extremamente preocupadas com regras, são perfeccionistas e querem estar no controle;
Transtorno de personalidade Borderline – medo do abandono, têm um comportamento autodestrutivo e explodem emocionalmente;
Transtorno de personalidade dependente – não conseguem ficar sozinhas, são incapazes de tomar decisões por conta própria. Inclusive, são capazes de tolerar relações abusivas por conta disso;
Transtorno de personalidade esquiva – não gostam de interação social, são isoladas porque têm medo do julgamento negativo dos outros;
Transtorno de personalidade esquizotípica– pensamentos e crenças bizarras, são pessoas excêntricas, com muita dificuldade de ter relações íntimas;
Transtorno de personalidade histriônica – dramáticas e emotivas, precisam chamar atenção a toda hora, podendo usar inclusive o corpo para isso;
Transtorno de personalidade narcisista – necessitam ser admiradas a toda hora, querem ficar famosas e belas, mas possuem pouca empatia pelo próximo.
Somente um especialista pode detectar qual é o tipo de transtorno que um paciente pode apresentar. Para isso, ele se baseia no histórico e nos sintomas manifestados.


QUAIS AS CAUSAS DO TRANSTORNO DE PERSONALIDADE?
As causas dos transtornos de personalidade ainda são obscuras no campo da medicina e, de acordo com muitos especialistas, ela é desconhecida.

No entanto, alguns pesquisadores afirmam que o problema tem muito haver com fatores genéticos e ambientais. Como existem diversos tipos de transtorno de personalidade, cada um deles pode ter uma causa diferente.

Algumas possíveis causas podem ser:
Parente na família que sofre com o problema;
Histórico de abuso na infância e negligência de crianças logo nos primeiros anos de vida;
Problemas com uso demasiado de drogas e álcool;
Vivência de situações traumáticas na infância.


SINTOMAS DO TRANSTORNO DE PERSONALIDADE
No geral, os transtornos de personalidade são formados por padrões de sentimentos, pensamentos e comportamentos que não se encaixam em situações normais.


Os portadores do problema começam a apresentar os primeiros sinais ainda na adolescência e podem ter consequências negativas, sobretudo no convívio social na escola e na família.

Cada tipo de transtorno de personalidade possui condições específicas, todavia, há alguns sintomas em comum, como os sentimentos de impulsividade, insegurança, ansiedade, pensamentos bizarros e outros.

TRATAMENTO PARA O TRANSTORNO DE PERSONALIDADE
Caso alguém da família suspeite que a pessoa sofra com algum tipo de transtorno de personalidade, é necessário procurar um especialista, que pode ser o neurologista ou psiquiatra, para fazer uma avaliação mental.

O profissional vai avaliar o histórico do paciente e os sintomas para indicar o melhor tratamento. Essa é a base do diagnóstico, a observação de um conjunto de sinais que caracteriza a doença.

No entanto, alguns pesquisadores ligados ao Instituto de Saúde Mental dos Estados Unidos estão desenvolvendo um novo sistema de diagnósticos para esses transtornos. O novo método é chamado de NIHM Research Domain Criteria Project, que vai avaliar circuitos cerebrais para medir os níveis de transtorno mental.

O foco do tratamento para transtorno de personalidade é amenizar os sintomas. Geralmente, a abordagem é diferente conforme o tipo apresentado.

[VEJA TAMBÉM: O QUE SÃO OS TRANSTORNOS ALIMENTARES?]

A psicoterapia e o tratamento medicamentoso são grandes aliados para controlar os sinais e devolver a qualidade de vida ao paciente, bem como tornar o convívio com essa pessoa melhor.

Na maioria das vezes, as pessoas que sofrem dessa condição não buscam ajuda médica, salvo quando percebem que todos à sua volta se afastaram dela, percebendo por conta própria os problemas causados pela mudança de humor constante e pela falta de empatia.

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queroviverbem

 

herniaVocê já ouviu falar ou conhece os sintomas da hérnia de disco? Confira, aqui no Quero Viver Bem, quais as causas e as formas de tratamento dessa doença.

A hérnia de disco é uma doença que se caracteriza pelo deslocamento ou lesão do disco de cartilagem presente entre as vértebras da coluna, provocando um “vazamento” que chega a pressionar o nervo ou a medula espinhal.

Quando isso ocorre, há a produção de sintomas específicos, como dor intensa ao se movimentar, muitas vezes de caráter incapacitante, prejudicando imensamente a qualidade de vida do paciente e a realização de atividades básicas.
QUAIS SÃO OS TIPOS DE HÉRNIA DE DISCO?
Curiosamente, a hérnia de disco é segmentada em três diferentes tipos. Conheça, a seguir, quais são eles:

Protrusa: ocorre quando há o estiramento do disco de cartilagem, somente. Não há registro de rompimentos;
Extrusa: tipo em que acontece o rompimento do disco de cartilagem, levando ao vazamento do líquido gelatinoso de seu interior;
Sequestrada: caracteriza-se pela migração do líquido gelatinoso do disco ao interior do canal da medula, sempre no sentido vertical decrescente.


CAUSAS DA HÉRNIA DE DISCO
A hérnia de disco pode ser provocada por diferentes fatores, sendo a maioria passível de controle por qualquer pessoa. Saiba, abaixo, quais são as principais causas:

 

MÁ POSTURA
Permanecer numa postura errada (com a coluna desalinhada) por um longo período provoca o surgimento da doença, já que facilita o deslocamento dos discos de cartilagem.

TRAUMAS NA COLUNA
Traumas são choques intensos ou a realização de movimentos repetitivos por um longo período. Tais situações podem comprometer o estado dos discos de cartilagem ou então deslocá-los.

SEDENTARISMO
O sedentarismo torna os músculos da região da coluna mais frágeis, ou seja, eles não são capazes de proteger toda essa estrutura, o que aumenta o risco de desenvolvimento de hérnia de disco.

FATORES HEREDITÁRIOS
Há pessoas que possuem predisposição genética para a doença, isto é, elas desenvolvem hérnia de disco com mais facilidade.
ENVELHECIMENTO
O envelhecimento aumenta a chance de ter hérnia de disco, porque toda a estrutura muscular da coluna se torna mais frágil e há uma maior suscetibilidade à má postura.

TABAGISMO
O tabagismo maximiza o risco de desenvolvimento de hérnia de disco, além de retardar a recuperação do paciente que já foi diagnosticado, porque acelera o processo de degeneração do disco de cartilagem.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA HÉRNIA DE DISCO?
A hérnia de disco pode ser assintomática em alguns casos, ou seja, o paciente só descobre que tem a doença quando faz outros exames de diagnóstico paralelos.
No entanto, esse problema de saúde pode gerar sintomas. Quem passa por eles costuma enfrentar as seguintes reações:

Dores nas costas, muitas vezes elas são intensas e se irradiam para braços, pernas e pés. Geralmente, acontecem todos os dias e por mais de três meses;
Dormência, sensação de queimação e formigamento, sobretudo nas pernas, passando a ter dificuldade para andar normalmente;
Dificuldade para movimentar o pescoço, principalmente para fazer movimentos de baixar e levantar a cabeça, além de ter rigidez na nuca;
Espasmos e fraqueza muscular, com redução progressiva da força nas pernas e nos braços.


EXAMES E DIAGNÓSTICO DA HÉRNIA DE DISCO
A hérnia de disco pode ser diagnosticada por meio da combinação da análise dos sintomas do paciente e de exames, por exemplos, Raio-X, ressonância magnética e tomografia, que ajudam a definir o grau da lesão e região exata acometida.

TRATAMENTO PARA HÉRNIA DE DISCO
O tratamento para hérnia de disco é simples e conservador, tanto que é realizado com administração de analgésicos, anti-inflamatórios, repouso e sessões de fisioterapia.
Em um caso muito grave, como quando há déficit motor e o paciente não respondeu ao tratamento inicial, um procedimento cirúrgico pode ser indicado pelo médico para eliminar a dor e a dificuldade de movimentação.

DICAS PARA PREVENIR A HÉRNIA DE DISCO
Procure manter uma postura ereta e correta sempre que estiver em pé ou sentado;
Evite realizar movimentos repetitivos. Se for impossível, por conta de seu trabalho, faça pausas programadas durante o dia, para aliviar o esforço feito na coluna;
Pratique exercícios regularmente. Será bom tanto para prevenir a hérnia de disco, como para evitar outros problemas de saúde;
Não carregue peso em excesso, para preservar suas costas. Esta dica vale tanto para levantar cargas grandes esporadicamente como para mochilas e bolsas;
Busque um médico quando sentir dor nas costas por mais de uma semana e se ela for se intensificando com o passar do tempo. Assim, será possível agir precocemente.

 

Quero viver bem

 

Ainda sem aprovação para venda no Brasil, os dispositivos eletrônicos, como cigarros eletrônicos e dispositivos de aquecimento de tabaco são os protagonistas do debate entre pesquisadores e médicos que consideram a vaporização da nicotina uma forma mais "segura" de consumir tabaco em comparação ao cigarro convencional.

Sem fumaça, os "e-cigarretes" têm sido associados a políticas de redução de danos, que são estratégias desenvolvidas por muitos países para minimizar os danos do tabagismo e, ao mesmo tempo, criam uma opção para a indústria do tabaco se manter ativa no mercado.
Essa foi o principal tema do Seminário Internacional de Políticas de Redução de Danos, realizado na última sexta-feira (17) na Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas (SP).

De acordo com José Queiroz, diretor executivo da Agência Piaget para o Desenvolvimento (Apdes), entidade portuguesa que trabalha com pessoas em situação de vulnerabilidade, o principal debate na Europa é o uso do tabaco e o acesso à nicotina, que pode apresentar menor toxidade aos fumantes.

Para ele, as ambiguidades que envolvem os fumantes estão ligadas diretamente aos interesses políticos, de poder, empresariais e comportamentais e, por isso, uma das soluções é a discriminalização do tabaco por meio de um "diálogo estruturado e com participação da população" sem "eliminar o sujeito do centro da discussão".
Outro país que conseguiu diminuir os índices de tabagismo foi os Estados Unidos, atualmente com 15% de fumantes e onde a queda se deve, especialmente, às alternativas de conscientização da população e ao uso de vaporizadores de nicotina, que funcionam como agentes de substituição do cigarro tradicional.

"É importante ter um balanço entre a regulação e os produtos que estão sendo oferecidos pelo mercado. Está claro que fumar causa danos. O que nós prevemos para regulamentação é que alguns produtos lançados possam ter mais sucesso causando menos danos", explicou o professor da Universidade de São Francisco Califórnia, Kevin McGuire.

Com modelos diferentes, Portugal e Estados Unidos são exemplos de países que estão à frente da liberação dos cigarros eletrônicos e até de novos medicamentos que entreguem nicotina para as pessoas que precisam parar de fumar.

Inspirado nessas experiências, pesquisadores brasileiros têm tentado fomentar o debate da redução de danos a partir de alternativas que não proíbam ou gerem abstinência, mas que passem por uma regulamentação mais rigorosa e por soluções criativas.

"No Brasil, a questão principal é a falta de conhecimento sobre o assunto e a sensação de incapacidade para discuti-lo. Outro fator é que técnicos e pesquisadores não querem se envolver com a indústria do tabaco, o que dificulta o fomento de pesquisas e evidências científicas para regulamentação", explicou a psicóloga clínica Monica Gorgulho.

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Segundo a profissional, faltam estudos latino-americanos para gerar evidências científicas em relação ao tabagismo e aos novos produtos lançados no mercado para que, então, seja possível se aproximar da indústria do tabaco e "regulamentar o que eles fazem e o que chamam de regulação de danos".

Na carona dos debates mundiais, a indústria do tabaco tem apresentado estratégias de anti-marketing para criar produtos que não proíbam o cigarro, mas o substituam por vaporizadores ou cigarros eletrônicos.

A Philip Morris, por exemplo, já investiu mais de US$ 6 bilhões na fabricação dos e-cigarretes e é uma das apoiadoras do evento. A empresa, que já comercializa dispositivos de tabaco aquecido em diversos países desenvolvidos, obteve no mês passado autorização da Food and Drug Adminsitration (FDA) para a venda do produto também nos Estados Unidos.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, o tabagismo atinge 17% da população, um índice considerado alto pelo médico cardiologista Pedro Farsky.

De acordo com o médico, é "necessário pesquisas independentes comprovando riscos, além de legislação para proteger as pessoas" do tabagismo.

O cigarro eletrônico e o tabaco aquecido são vistos como redutores de danos em muitos países, especialmente no Reino Unido, mas ainda é tratado com muito cuidado no Brasil, onde sua comercialização está longe de ser aprovada.

Em 2017, a revista científica britânica The Lancet revelou que o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes: são 7,1 milhões de mulheres e 11,1 milhões de homens.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ainda não existem pesquisas conclusivas que comprovem a segurança na utilização dos cigarros eletrônicos.

Para Gorgulho, é importante que a regulamentação seja definida para que o objetivo da proposta de Redução de Danos seja alcançado. "A ideia principal (disso tudo) por trás da redução de danos é a busca incansável pela diminuição dos agravos físicos, psíquicos e sociais relacionados ao uso de substâncias psicoativas lícitas e ilícitas, para aqueles que não querem ou, ainda mais importante, não conseguem interromper seu uso", destacou.

adoçanteQuais os adoçantes disponíveis atualmente e quais suas diferenças?

Segundo a nutricionista Iara Pasqua, nutricionista da ONG Salud en Corto, os principais adoçantes disponíveis são a sacarina, que pode ser usado em todas as preparações; o aspartame, que não deve ser usado em receitas que vão ao forno ou consumido em altas temperaturas; o stévia, que é produzido a partir de uma planta encontrada na América do Sul e pode ser usado em todas as preparações; a sucralose, que pode ser utilizada como substituta para o açúcar em produtos assados; e o ciclamato, que pode ser usado em todas as receitas.


Alimentos com adoçante, como os chocolates, levam mais gordura que aqueles com açúcar? Geralmente, sim. Iara afirma que o açúcar é um ingrediente importante para "dar o ponto da massa" e, quando ele é retirado da receita, é necessário buscar outro meio para dar a consistência ao alimento. Dessa forma, a indústria costuma recorrer à gordura em produtos que não levam açúcar.


Como os adoçantes são feitos? De acordo com a nutricionista, os adoçantes são substâncias químicas produzidas a partir de matérias-primas naturais ou artificiais desenvolvidas pela indústria de alimentos.


Adoçantes causam cáries?

Não. Ao contrário do açúcar, que ajuda no crescimento da cárie, o adoçante ajuda a impedir o crescimento das bactérias que as ocasionam.


Como escolher o melhor adoçante para mim?

Iara afirma que, para escolher o adoçante, o consumidor deve se atentar ao rótulo do produto, observando se ele contém alguma substância a qual a pessoa seja alérgica ou intolerante, como os fenilcetonúricos, que não podem consumir aspartame, pois o produto contém fenilalanina, substância que deve ser de consumo controlado nesses pacientes.


Qual a recomendação de consumo diário de adoçantes?

Cada adoçante possui uma recomendação de consumo diário conforme o peso da pessoa. De acordo com a SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), a recomendação é de 15 mg/Kg de sacarina; 50 mg/Kg de aspartame; 5 mg/Kg de sucralose; 4 mg/Kg de stévia e 11 mg/Kg de ciclamato. Os valores diários são os mesmos tanto para diabéticos quanto para não-diabéticos.

Adoçante altera a flora intestinal?

Não. A nutricionista afirma que estudos recentes da Universidade de Granada, na Espanha, confirmaram que o uso de adoçantes não possui qualquer associação com mudanças na microbiota intestinal, preservando as bactérias do órgão, que atuam na digestão e controle de doenças

O Stévia é mais natural que os outros adoçantes?

O adoçante stévia é produzido a partir das folhas de uma planta de mesmo nome. Essa planta é originária da América do Sul e era utilizada por índios guaranis para adoçar os remédios que produziam. Porém, segundo a nutricionista, esse adoçante não é totalmente natural, pois passa por processos químicos para torná-lo em pó ou em gota, além de seu tempo de validade

Grávidas podem consumir adoçantes?

De acordo com a nutricionista, toda e qualquer substância química consumida por gestantes deve ser somente com orientação médica e adoçantes são substâncias químicas. Se a gestante é diabética, o médico fará a orientação de qual adoçante usar e ela deverá seguir os cuidados de quantidade e aquecimento do produto. Porém, se a gestante não for diabética, o ideal é excluir da alimentação qualquer substância química que possa eventualmente causar danos ao feto

Adoçante pode causar câncer?

Não, segundo a nutricionista, inúmeros estudos já alegaram que não há associação entre o uso de adoçantes e o surgimento de câncer

Adoçantes podem causar pedras nos rins?

Não. A nutricionista afirma que não existem estudos que façam qualquer associação do uso de adoçantes e a formação de pedras nos rins.

Qual a diferença entre os adoçantes em gotas e os adoçantes em pó?

De acordo com a nutricionista, não existem diferenças além do formato de consumo. Iara recomenda que o consumidor escolha o tipo de adoçante que mais agradar seu paladar.

 

R7

Foto: Freepik