odpntoO projeto de Extensão “Programa Preventivo para Gestantes e Bebês- PPGB” da Universidade Federal do Piauí, com ações desenvolvidas no  Instituto de Perinatologia da Maternidade Dona Evangelina Rosa –MDER, foi escolhido o melhor projeto de extensão da região Norte e Nordeste. A premiação aconteceu durante o Congresso OndontoPet, realizado em Fortaleza entre os dias 12 e 14 de abril.

 

Instituído no ano de 1997, o PPGB foi  pioneiro ao  criar um projeto de extensão voltado para grávidas e recém-nascidos no Piauí. De cunho preventivo, o projeto é executado por acadêmicos do curso de graduação e mestrado em odontologia da UFPI. Todos com supervisão de professores.

 

O atendimento acontece em três etapas, passando pela orientação das mães durante a gravidez, com palestras educativas, aos primeiros cuidados bucais do recém-nascido. Depois disso, as mães são convidadas a voltar no período de nascimento do primeiro dente do bebê. O ideal é que a primeira consulta odontológica do recém-nascido aconteça ainda no primeiro mês de vida.

 

O atendimento acontece, de segunda a sexta, no período da manhã, em uma sala do Instituto de Perinatologia da Maternidade Dona Evangelina Rosa –MDER. As mães que procuram o serviço recebem todas as orientações para evitar que problemas bucais interfiram na gravidez.

 

“É importante que a mulher grávida esteja na plenitude da sua saúde bucal, pois existe ligação entre os problemas de gengiva da mãe e o nascimento de bebês com baixo peso. Além disso, a mãe é a primeira via de transmissão de problemas bucais para o bebê”, explica a coordenadora do PPGB, Lúcia de Deus Moura.

 

Além de orientações, as crianças que apresentarem problemas bucais leve são submetidas ao Tratamento de Restauração Atraumático.

 
 
Sesapi

comidaComer pouco beneficia a memória. A constatação é de um estudo italiano e divulgado pelo jornal inglês Daily Mail. Os cientistas garantem que o ideal é cortar 600 calorias ou 30% das necessidades diárias de calorias.


A descoberta não é nova para os japoneses que na ilha de Okinawa têm o hábito de não matar totalmente a sua fome e ingerir apenas 80% da comida.


Segundo os cientistas ocidentais, esse hábito reduz a quantidade de radicais livres produzidos na digestão. Com isso, há uma melhora na saúde cardíaca.


A restrição calórica favorece a produção da proteína CREB1, conhecida pela sua importância na memória e no aprendizado.


Uma análise da dieta dos moradores da ilha japonesa demonstrou que os habitantes têm melhor densidade óssea devido à alta ingestão de cálcio na dieta e exposição à luz solar para a produção de vitamina D. Sua alimentação não restringe o consumo de frutas e legumes e o povo é fisicamente ativo.

 



Agência Estado

 

 

O Ministério da Saúde vai investir cerca de R$ 505 milhões na rede de unidades oncológicas do Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 18, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, logo antes da reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde, realizada durante o Encontro com a Comunidade Científica 2012, em Brasília. Os recursos vão ser aplicados em infraestrutura (R$ 325 milhões) e na compra de aceleradores lineares, equipamentos de alta tecnologia usados em radioterapia, além de outros acessórios (R$ 180 milhões). Serão adquiridos 80 aceleradores no período de cinco anos, o que vai expandir o acesso para mais 28.800 pacientes, anualmente.

 

O ministro Padilha destaca a importância do investimento em tecnologia na área oncológica. “A assistência aos pacientes de câncer é uma das prioridades do governo federal. Neste âmbito, são medidas essenciais a criação, a ampliação e a qualificação de hospitais habilitados em oncologia, em consonância com os vazios assistenciais, as demandas regionais de assistência oncológica e as necessidades tecnológicas do SUS”, declara.

 

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, explica que o investimento faz parte um plano mais amplo de fortalecimento das ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer. “Foram priorizados os cânceres de mama e do colo do útero, buscando ampliar o acesso a exames preventivos e ao tratamento de lesões precursoras e iniciais. E a radioterapia é uma importante modalidade de tratamento desses dois tipos prioritários de câncer”, esclarece o secretário. Em 2012, foram identificados 260 mil casos de câncer em mulheres – 27% deles são de mama (52.680) e do colo do útero (17.540), respectivamente o segundo e o terceiro tipos de câncer que mais atingem a mulher brasileira.

 

As obras de infraestrutura e os equipamentos financiados pelo Ministério da Saúde serão destinados a ampliar tecnologicamente 32 unidades oncológicas que já oferecem radioterapia, e criar outros 48 serviços novos. Atualmente, 135 dos 269 hospitais habilitados na alta complexidade em oncologia no SUS contam com serviços de radioterapia de diferentes portes, e, juntamente com outros 13 serviços que atuam fora de hospitais, correspondem a 75% de todos os serviços da área existentes no país. A compra dos equipamentos vai aumentar a capacidade de atendimento do SUS em 20%, alcançando quase 100% da demanda nacional.

 

portalsaúde

Cientistas da Universidade Northwestern, dos Estados Unidos, desenvolveram um exame de sangue capaz de diagnosticar a depressão em adolescentes. O teste pioneiro chega a esse resultado ao medir um conjunto específico de características encontradas no sangue do paciente.


O método atual de diagnóstico da depressão se baseia na capacidade do paciente em relatar sintomas e na capacidade do próprio médico em interpretá-las.


Diagnosticar adolescentes vem sendo uma preocupação urgente da medicina, porque eles se mostram muito vulneráveis à doença, mas seu diagnóstico tende a ser difícil de ser feito justamente porque as mudanças de humor nessa fase são bastante comuns.


O teste também é o primeiro a identificar os subtipos da depressão. Ele distingue entre adolescentes com maior grau da doença e aqueles com depressão maior associada ao transtorno de ansiedade. Essa é a primeira evidência de que é possível diagnosticar subtipos de depressão a partir do sangue.


"Neste momento, a depressão é tratada com um instrumento cego", disse Eva Redei, professora de psiquiatria e ciências comportamentais da Faculdade de Medicina da Universidade Northwestern e principal pesquisadora do estudo, publicado na revista médica “Translational Psychiatry”.


"Este é o primeiro passo significativo para nós entendermos que o tratamento será mais eficaz para cada paciente", acrescentou.


"Sem um diagnóstico objetivo, é muito difícil fazer essa avaliação. O diagnóstico precoce e a classificação específica da depressão precoce pode levar a um maior repertório de tratamentos mais eficazes e cuidados individualizados melhores"


As taxas estimadas de pré-adolescentes com alto grau de depressão saltam de 2% a 4% para 10% a 20% no final da adolescência.


O início precoce da depressão em adolescentes tem um pior prognóstico do que quando ela começa na fase adulta. Adolescentes que têm a doença, mas não são tratados, correm mais risco de abusar de drogas, de viverem em situação de desajuste social, além de ficarem mais suscetíveis a cometer suicídio, de sofrer de outras doenças, e de terem problemas de desenvolvimento, segundo os autores do estudo.


Ao todo foram analisados 28 adolescentes, todos pacientes de Kathleen Pajer, uma das co-autoras do estudo realizado junto a outros pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Hospital Infantil Nationwide, em Columbus, no Estado de Ohio.


Entre estes, 14 adolescentes sofriam de um grau maior de depressão e não haviam sido tratados clinicamente, comparados a outros 14 adolescentes não-deprimidos, todos na faixa de idade entre os 15 a 19 anos de idade, pareados por sexo e raça.


Eles fizeram o exame de sangue nos adolescentes identificando 26 marcadores genéticos. Por meio do exame, a pesquisadora descobriu que 11 dos marcadores diferenciaram os adolescentes deprimidos dos não deprimidos.


Além disso, 18 dos 26 marcadores distinguiram entre os pacientes que tiveram depressão de alto grau e aqueles que tinham depressão associada ao transtorno de ansiedade.


"Estes 11 genes são, provavelmente, a ponta do iceberg porque a depressão é uma doença complexa", disse Redei. "Mas é uma entrada para um fenômeno muito maior que tem de ser explorado. Indica claramente que podemos diagnosticar a partir do sangue e criar um teste de sangue para diagnóstico de depressão", disse Brian Andrus, do laboratório de Redei, que fez as análises de sangue.



G1