• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

Os jovens terão que esperar até 2022 para receber a vacina contra a covid-19, já que a produção inicial terá de ser destinada prioritariamente aos grupos de maior risco, confirmou nesta quarta-feira (14) a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan.

"As pessoas acham que no dia 1º de janeiro vai ter vacina e que as coisas voltarão ao normal, mas não vai ser assim. Ninguém jamais produziu vacinas nos volumes que serão necessários, então em 2021 esperamos ter vacinas, mas em uma quantidade limitada", esclareceu.


Há um claro consenso de que os primeiros vacinados são os profissionais de saúde que estão na linha de frente da luta contra a pandemia, e em seguida os idosos e pessoas mais vulneráveis.

"Uma pessoa jovem e saudável terá que esperar até 2022 para ser vacinada", disse a cientista.

Uma dúzia de vacinas potenciais estão atualmente em testes clínicos de fase 3; Ou seja, grupos de aproximadamente 30 mil pessoas estão sendo inoculados em locais onde o novo coronavírus continua circulando com intensidade.

Esta fase de testes clínicos é usada para verificar a eficácia da vacina e descartar efeitos colaterais graves.

No total, 40 testes de vacinas estão em uma das três fases e 200 em testes de laboratório, o que é um claro indicador do interesse do setor farmacêutico e de biotecnologia em encontrar a fórmula certa.

"Enquanto não tivermos os resultados da fase 3, não saberemos quais e quantas dessas vacinas serão seguras, eficazes e que protegerão por um longo tempo", disse Swaminathan.

A representante da OMS antecipou que esses resultados poderão estar prontos no início de 2021, a partir do qual terá que cumprir os regulamentos para a aprovação de uma ou mais vacinas.

A OMS pediu a todos aqueles com testes avançados que tivessem acesso aos seus resultados, para que pudesse acelerar a emissão de diretivas e regulamentos que poderiam ser aplicados em todo o mundo.

"Nada deve comprometer os resultados obtidos porque são vacinas que serão usadas em bilhões de pessoas, então precisamos ter absoluta certeza de que é a decisão certa", disse Swaminathan.

 

R7

A Rússia registrou sua segunda vacina contra a covid-19 nesta quarta-feira (14), segundo divulgado pela agência russa de notícias Sputinik News.

Durante um encontro com membros do governo da Rússia, o presidente do país Vladimir Putin declarou: "Gostaria de começar com uma agradável informação: o Centro Vektor de Novossibirsk registrou hoje [14] a segunda vacina russa contra o coronavírus, a EpiVakCorona."


Putin ainda informou que o país está a caminho de uma terceira vacina criada pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento de Medicamentos Imunobiológicos M. P. Chumakova da Academia de Ciências da Rússia, ainda de acordo com a agência.

A vice-premiê russa, Tatiana Golikova, afirmou durante o encontro que a vacina se demonstrou segura. "A vacina é caracterizada pela ausência de reatogenicidade e pelo nível suficientemente alto de segurança. As primeiras parcelas da vacina em um volume de 60 mil doses serão produzidas em breve. E o Vektor iniciará os testes clínicos pós-registro em diferentes regiões da Rússia com a participação de 40 mil voluntários."

Além disso, 150 pessoas acima de 60 anos passarão por testes, segundo a agência.

Com essa vacina, a Rússia passa a ter dois imunizantes contra a covid-19 já registrados. O primeiro foi o Sputinik V, registrado em 11 de agosto, o primeiro do mundo. A vacina foi desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, em Moscou, em conjunto com o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo).

O governo russo anunciou que os testes da fase 2 da terceira vacina devem começar no dia 19 de outubro em 285 voluntários, de acordo com o Sputinik News.

 

R7

A Coordenação de Imunização de Floriano iniciou na manhã desta terça-feira, 13, uma série de atividades voltadas para endossar a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, com foco na atualização das cadernetas de crianças e adolescentes e na vacinação de crianças contra a poliomielite. A mobilização teve início na última segunda-feira (5) e vai até 30 de outubro.

Segundo Pollyane Pires, coordenadora de imunização do município, o objetivo é vacinar pessoas dentro do público-alvo e conscientizar a população sobre a importância da vacina para a proteção contra diversas doenças. “Além da disponibilidade das vacinas nas Unidades Básicas de Saúde, vamos levar a unidade móvel para bairro e pontos mais distantes da cidade nessa busca ativa de atualização da caderneta”, disse. A atividade

vacinaçãpo

O público-alvo da campanha contra poliomielite são crianças de 1 ano a menores de 5 anos, que devem receber a Vacina Oral de Poliomielite (VOP), desde que já tenham recebido as três doses da Vacina Inativada de Poliomielite (VIP), do esquema básico de vacinação. Crianças menores de 1 ano (de 29 dias até 11 meses) deverão ser vacinadas seletivamente com a VIP, conforme as indicações do calendário nacional de vacinação.

vacinado

O secretário de Saúde de Floriano, James Rodrigues, lembrou que com essa ação o município reafirma seu compromisso em manter o Brasil livre da poliomielite. Crianças e adolescentes menores de 15 anos não vacinados ou com esquemas incompletos também devem comparecer aos postos de vacinação. A meta do Ministério da Saúde é alcançar, pelo menos, 95% do público-alvo.

vacinma

Programação da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Multivacinação para Crianças e Adolescentes menores de 15 anos:

13/10/20 – Unidade Móvel no Residencial Alto da Cruz (08h às 12h)

17/10/20 – Dia "D" de Mobilização Nacional em todas as UBSs (08h às 17h)

20/10/20 – Drive Thru no Cais da Beira Rio (17h às 20h)

22/10/20 – Unidade Móvel no Bairro Meladão (08h às 12h)

22/10/20 – Unidade Móvel no Conjunto Zé Pereira (15h às 18h)

23/10/20 – Unidade Móvel no Conjunto Aparecida Procópio (08h às 12h)

27/10/20 – Unidade Móvel no Estádio Tiberão (08h às 12h)

27/10/20 – Unidade Móvel no Bairro Cajueiro II (15h às 18h)

Da ascom

vacicoviddA Johnson & Johnson anunciou nesta segunda-feira (12) a suspensão dos testes em humanos da vacina para a covid-19 que está em desenolvimento peça empresa.

A suspensão foi motivada pelo surgimento de uma doença inexplicável em um dos participantes do estudo, informou a farmacêutica em comunicado.
Além dos técnicos e pesquisadores da empresa, a doença no voluntário está sendo avaliada e estudada por um conselho independente de monitoramente e segurança, que acompanha a pesquisa da possível nova vacina.


Ainda em comunicado, a companhia explica que "eventos adversos, mesmo mais graves, são esperados em qualquer estudo clínico". "Temos o compromisso de fornecer atualizações transparentes em todo o processo de desenvolvimento clínico de nossa vacina”, conclui a farmacêutica.

Testes começaram em setembro
A Johnson & Johnson começou os testes da terceira e última fase da sua candidada à vacina contra a covid-19 no fim de setembo. Foram selecionados 60 mil voluntários, divididos em oito países, incluindo o Brasil.

Os primeiros resultados do estudo se mostraram promissores, indicando efiácia para combater e impedir a infecção provocada pelo novo coronavírus em humanos. As informações foram divulgadas na plataforma científica medRxiv.

No Brasil, os testes foram previstos para 7 mil voluntários. Eles são de 28 centros de pesquisas em São Paulo, Bahia, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Em setembro, os testes de outra possível vacina contra a covid-19, a de Oxford, ficou suspenso no mundo. Segundo informou o laboratório AstraZeneca, responsável pelo desenvolvimento do imunizante, uma voluntária do Reino Unido desenvolveu mielite transversa, manifestação neurológica que afeta os nervos periféricos da coluna. Os testes foram retomados após os médicos atestarem que a doença não tinha relação com a pesquisa.

 

R7 com Reuters

Foto: Dado Ruvic/Reuters