Treinar em jejum é uma prática que vem ganhando popularidade entre entusiastas do fitness e adeptos do jejum intermitente. O conceito é simples: realizar exercícios físicos sem ter ingerido alimentos previamente, geralmente após um período de jejum noturno.

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Essa abordagem tem atraído muitas pessoas por seus potenciais benefícios, especialmente para aqueles que buscam melhorar a composição corporal, otimizar a queima de gordura e promover uma melhor resposta metabólica.

Este artigo do SaúdeLAB tem como objetivo explorar os principais benefícios de treinar em jejum, discutir as atividades físicas mais indicadas para essa prática, e oferecer dicas valiosas para quem deseja começar a incorporar essa estratégia na sua rotina de exercícios.

Vamos entender como o corpo se comporta durante o treino em jejum e quais adaptações fisiológicas podem ocorrer, proporcionando uma visão completa sobre o tema.

O que é treinar em jejum? Treinar em jejum refere-se à prática de realizar exercícios físicos após um período de jejum, geralmente de 8 a 12 horas. Esse intervalo é suficiente para esgotar as reservas de glicogênio (a forma armazenada de carboidratos) do fígado, o que faz com que o corpo comece a utilizar outras fontes de energia, como as gorduras.

O treino em jejum está frequentemente associado ao jejum intermitente, uma estratégia alimentar que alterna períodos de jejum com períodos de alimentação. A combinação dessas duas práticas tem sido adotada como uma forma de potencializar a queima de gordura e melhorar a saúde metabólica.

No entanto, é importante destacar que treinar em jejum não é uma prática adequada para todos e requer uma adaptação gradual e cuidado com a intensidade do exercício.

Confira! 10 alimentos que limpam os vasos sanguíneos e melhoram a circulação; confira já Os benefícios de treinar em jejum vão além da simples queima de gordura. Há uma série de adaptações fisiológicas que podem ocorrer, ajudando na melhora do condicionamento físico e na eficiência metabólica. A seguir, vamos explorar em detalhes os principais benefícios dessa prática.

4 benefícios de treinar em jejum Treinar em jejum pode trazer diversos benefícios para o corpo e a mente. Essa prática, quando realizada de forma adequada, pode contribuir para uma maior queima de gordura, melhora da sensibilidade à insulina, aumento da resistência física e até mesmo simplificação da rotina de exercícios.

O corpo utiliza diferentes fontes de energia durante o exercício em jejum, o que leva a uma série de adaptações metabólicas que podem ser vantajosas para muitas pessoas.

  1. Queima de gordura acelerada Um dos benefícios mais notáveis de treinar em jejum é a aceleração da queima de gordura. Durante o jejum, as reservas de glicogênio no fígado se esgotam, o que faz com que o corpo comece a utilizar a gordura como principal fonte de energia.

Quando o corpo está em jejum, os níveis de insulina diminuem, facilitando a liberação de ácidos graxos dos tecidos adiposos. Com a depleção de glicogênio, o organismo passa a oxidar a gordura para obter energia, o que pode resultar em uma queima de gordura mais eficiente durante o exercício.

Além de aumentar a queima de gordura durante o exercício, treinar em jejum pode ter um efeito positivo no metabolismo basal — a quantidade de energia que o corpo gasta em repouso.

Estudos sugerem que a prática regular de exercícios em jejum pode aumentar a taxa metabólica basal, contribuindo para um maior gasto calórico ao longo do dia, mesmo em repouso.

  1. Melhora da sensibilidade à insulina Treinar em jejum também pode melhorar a sensibilidade à insulina, um fator crucial para a saúde metabólica.

Durante o jejum, os níveis de insulina no sangue diminuem. Quando o exercício é realizado nesse estado, o corpo se torna mais eficiente em utilizar a glicose disponível. Essa adaptação pode melhorar a sensibilidade à insulina, reduzindo o risco de doenças metabólicas, como diabetes tipo 2.

Pessoas com resistência à insulina, como diabéticos e pré-diabéticos, podem se beneficiar de exercícios realizados em jejum, pois essa prática pode ajudar a estabilizar os níveis de glicose no sangue e melhorar a resposta do corpo à insulina.

  1. Aumento da resistência e condicionamento físico O treino em jejum pode ajudar a melhorar a resistência física e o condicionamento geral.

O corpo se adapta ao uso de gordura como combustível primário quando treinado regularmente em jejum. Isso pode resultar em uma maior eficiência na utilização de energia, especialmente em atividades de longa duração.

Atletas de endurance, como corredores de longa distância e ciclistas, podem se beneficiar dessa adaptação metabólica, já que seu corpo se torna mais eficiente em oxidar gordura, preservando os estoques limitados de glicogênio muscular.

  1. Simplicidade e Conveniência Treinar em jejum pode ser uma escolha prática para quem tem uma rotina corrida.

A ausência de uma refeição pré-treino pode simplificar a rotina, economizando tempo e reduzindo a necessidade de planejamento alimentar antes do exercício.

A prática de treinar em jejum pode ser facilmente integrada a diferentes estilos de vida, especialmente para aqueles que preferem treinar logo pela manhã, antes do café da manhã, ou que seguem protocolos de jejum intermitente.

Atividades físicas recomendadas para treinar em jejum Treinar em jejum pode ser uma estratégia eficaz para quem busca queima de gordura, melhora no condicionamento físico e otimização metabólica.

No entanto, nem todas as atividades físicas são adequadas para essa prática. O ideal é escolher exercícios de intensidade leve a moderada que não sobrecarreguem o corpo durante o estado de jejum. A seguir, exploramos as atividades mais indicadas e seus benefícios específicos para quem deseja adotar essa abordagem.

Caminhada e corrida leve A caminhada e a corrida leve são atividades de baixo impacto que podem ser facilmente realizadas em jejum, sendo uma escolha popular para iniciantes e para aqueles que buscam uma queima de gordura mais eficiente.

Caminhar em jejum é uma excelente opção para quem deseja aumentar a queima de gordura sem causar muito estresse ao corpo.

Como os níveis de glicose no sangue estão baixos após um período de jejum, o corpo utiliza a gordura como principal fonte de energia, resultando em uma queima de gordura mais eficiente.

Além disso, caminhar ao ar livre também pode melhorar o bem-estar mental, promovendo a liberação de endorfinas e ajudando na redução do estresse e da ansiedade.

Embora a corrida leve possa trazer benefícios semelhantes à caminhada, é importante que iniciantes tomem precauções ao correr em jejum. A falta de carboidratos disponíveis pode levar a quedas bruscas de energia e até tonturas.

Recomenda-se começar devagar, prestando atenção aos sinais do corpo e evitando corridas de longa distância ou de alta intensidade sem uma adaptação adequada. Hidratação adequada e escolha de terrenos planos também são importantes para minimizar o risco de lesões.

Treinamento de resistência moderada Treinamentos de resistência de intensidade leve a moderada, como o uso de peso corporal e elásticos, também são indicados para quem deseja treinar em jejum. Estes tipos de exercícios ajudam a manter e até mesmo a aumentar a força e a massa muscular.

O uso de peso corporal (como flexões, agachamentos e abdominais) e elásticos de resistência permite que o corpo se exercite de forma eficiente sem sobrecarregar excessivamente os músculos ou o sistema cardiovascular.

Esses exercícios podem ser realizados em casa ou em qualquer lugar, tornando o treino em jejum mais acessível e conveniente.

Um dos desafios do treino em jejum é evitar a perda de massa muscular. Ao incluir exercícios de resistência moderada, é possível estimular a síntese proteica, contribuindo para a manutenção da massa magra. Além disso, a prática ajuda a fortalecer os músculos e a melhorar o metabolismo, sem a necessidade de refeições prévias pesadas.

Yoga e Pilates Yoga e Pilates são práticas que combinam movimentos controlados com técnicas de respiração e meditação, tornando-se ideais para treinos em jejum.

Yoga e Pilates promovem o fortalecimento do core, a flexibilidade, e o equilíbrio, sem exigir grandes quantidades de energia. Praticar essas atividades em jejum pode melhorar a conexão mente-corpo, reduzir o estresse e proporcionar um estado de calma e foco, ao mesmo tempo que fortalece e alonga os músculos.

Essas práticas enfatizam a importância do controle da respiração e da atenção plena, o que pode melhorar a capacidade de concentração e o foco mental durante o treino. Isso é especialmente benéfico quando o corpo está em estado de jejum, já que o equilíbrio emocional e o controle da mente são essenciais para a performance física.

Precauções e cuidados ao treinar em jejum Embora treinar em jejum ofereça vários benefícios, é importante adotar uma abordagem cuidadosa para evitar problemas como tontura, queda de desempenho e desidratação. Abaixo estão algumas dicas para quem deseja treinar em jejum de forma segura e eficaz.

Hidratação e nutrição adequada A hidratação é fundamental para o treino em jejum, pois a falta de líquidos pode levar à desidratação, especialmente em atividades mais intensas.

Beber água suficiente antes e durante o treino é crucial para manter o corpo hidratado e evitar tonturas e fraqueza. Eletrólitos também podem ser adicionados à água para melhorar a hidratação, especialmente em treinos mais longos ou em climas quentes.

Após o treino em jejum, é essencial fazer uma refeição balanceada para repor os nutrientes e ajudar na recuperação muscular. Alimentos ricos em proteínas, carboidratos complexos e gorduras saudáveis são recomendados para promover a regeneração muscular e a reposição de energia.

Adaptabilidade e escuta do corpo Treinar em jejum requer que o indivíduo esteja atento aos sinais do corpo para evitar problemas de saúde.

É importante estar consciente de como o corpo reage ao treino em jejum. Sinais de tontura, náusea, fraqueza extrema ou desconforto são indicativos de que é necessário reduzir a intensidade ou interromper o treino. Ajustes na intensidade e na duração do exercício podem ser necessários à medida que o corpo se adapta à prática.

Existem situações em que o treino em jejum pode não ser seguro, como para pessoas com condições de saúde específicas (como diabetes e problemas cardíacos) ou durante períodos de muito estresse ou recuperação de lesões. Nestes casos, é fundamental buscar orientação de um profissional de saúde.

Treinar em jejum não é para todo mundo Treinar em jejum não é recomendado para todas as pessoas. Existem algumas condições de saúde, estilos de vida, e fatores individuais que podem tornar o treino em jejum inadequado ou até perigoso. Aqui estão os grupos de pessoas que devem evitar essa prática:

Diabéticos e pessoas com hipoglicemia Pessoas com diabetes, especialmente aquelas que fazem uso de insulina ou outros medicamentos que afetam os níveis de glicose, correm o risco de sofrer hipoglicemia (queda brusca de açúcar no sangue) durante o exercício em jejum.

Indivíduos com distúrbios alimentares Para pessoas com histórico de distúrbios alimentares, como anorexia ou bulimia, o treino em jejum pode desencadear comportamentos prejudiciais, como restrição alimentar extrema.

Pessoas com hipotensão (pressão baixa) O jejum pode causar quedas na pressão arterial, e, quando combinado com exercícios, pode levar a tonturas, desmaios e outros problemas.

Gestantes e lactantes Durante a gravidez e amamentação, as necessidades nutricionais aumentam, e o treino em jejum pode não fornecer a energia necessária para sustentar a mãe e o bebê.

Iniciantes em exercícios físicos Para quem está começando a praticar exercícios, o corpo ainda está se adaptando às novas demandas energéticas. O treino em jejum pode ser muito intenso, causando mal-estar.

Pessoas com problemas de saúde cardiovascular Exercícios intensos em jejum podem sobrecarregar o coração, especialmente em pessoas que já têm problemas cardíacos.

Atletas de alta performance durante fases de competição Atletas de alta performance têm demandas nutricionais elevadas e precisam de energia rápida para o desempenho máximo. Treinar em jejum pode comprometer o desempenho e a recuperação.

Pessoas com metabolismo acelerado ou que têm dificuldade de ganho de peso Indivíduos que já têm dificuldade em ganhar peso ou possuem um metabolismo muito rápido podem perder massa muscular e comprometer sua saúde com o treino em jejum.

Treinar em jejum pode ser uma estratégia eficaz para aumentar a queima de gordura, melhorar a resistência e simplificar a rotina de exercícios, mas deve ser praticado com cuidado e atenção às necessidades do corpo.

Os benefícios são numerosos, mas variam de pessoa para pessoa. É importante que o leitor considere a prática de forma gradual, com acompanhamento profissional e sempre respeitando os limites do próprio corpo.

Saude Lab

Entre janeiro e junho de 2024, o SUS (Sistema Único de Saúde) realizou 14.352 transplantes em todo o Brasil, representando um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 13,9 mil procedimentos. Os órgãos mais doados incluem rins, fígado, coração, pâncreas e pulmão, além de córnea e medula óssea.

No total, foram transplantados 4.580 órgãos sólidos, 8.260 córneas e 1.512 medulas ósseas. Em relação a 2023, o número de transplantes cresceu 3,2%, com destaque para os órgãos sólidos, que apresentaram um aumento de 4,2% nos primeiros seis meses do ano.

O SNT (Sistema Nacional de Transplantes) é o maior programa público de transplantes do mundo e tem como responsabilidade regulamentar, monitorar e controlar todo o processo de doação no país. Cerca de 88% do financiamento dessas atividades é custeado pelo SUS, que possui 728 estabelecimentos habilitados para realizar transplantes em todas as regiões.

Patrícia Freire, coordenadora-geral do SNT, ressaltou a complexidade do processo de doação e a importância de atender à diversidade da população brasileira. Segundo ela, novos projetos estão em desenvolvimento para garantir que o Brasil continue a se destacar no cenário global de transplantes nos próximos dois anos.

Avanços e investimento realizados recentemente Em agosto de 2024, foi criado o Programa Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Falência Intestinal, que estabelece diretrizes para o atendimento dessa condição no SUS. Além disso, o governo lançou uma plataforma eletrônica em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Cartório Notarial do Brasil, permitindo que os cidadãos registrem online sua autorização para a doação de órgãos.

O SUS destinou mais de R$ 1,3 bilhão para transplantes em 2023 e, até junho de 2024, já foram investidos R$ 718 milhões. Outros R$ 46 milhões foram aplicados no funcionamento das centrais de transplantes e em projetos voltados ao fortalecimento do sistema.

R7

A Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi) iniciou, nesta segunda-feira (9), uma oficina sobre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade. O evento, que ocorre até terça-feira (10) na Escola de Gestão e Controle (EGC) do Tribunal de Contas do Estado (TCE), tem como público alvo as equipes de municípios que atuam diretamente no atendimento a essa população.

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"O nosso objetivo é superar todos os tipos de dificuldade e ampliar a oferta de serviços de assistência para essas pessoas. O Piauí conta atualmente sete equipes já implantadas, sendo que temos dois municípios que ainda não realizaram a adesão. Nossa meta é fortalecer e avançar com essa política em todo o estado do Piauí", destacou Bhassia Barroso, gerente de Atenção Primária da Sesapi.

Durante a oficina, especialistas discutiram a importância da atenção integral à saúde das pessoas privadas de liberdade, abordando temas como prevenção de doenças, controle de doenças infectocontagiosas e o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) nesse processo. O treinamento visou fortalecer o trabalho já realizado pelos municípios piauienses onde existem presídios.

Uma das palestrantes do evento foi Marianna Prado, assessora técnica de saúde prisional do Ministério da Saúde, que pontuou a importância desse tipo de ação. “É fundamental para a integração entre os setores de saúde voltados para essa população. Na oficina, abordamos diversos assuntos, como o credenciamento de equipes, objetivo, desafios e potencialidades da política nacional”, frisou.[ A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade foi instituída pelo Ministério da Saúde com intuito de garantir o acesso das pessoas privadas de liberdade no sistema prisional ao cuidado integral no SUS.

Grande parte das plataformas tem o recurso de acelerar os conteúdos, como áudios e vídeos. A prática, apesar de comum, pode causas problemas na saúde mental, contração, atenção e até mesmo despertar um quadro de ansiedade generalizada, dizem os especialistas. Para eles, é fundamental entender o que leva a preferir uma velocidade mais rápida.

Segundo Carlos Manoel Rodrigues, professor de psicologia do Centro Universitário de Brasília, estudos mostram que a aceleração de conteúdos pode aumentar o mind wandering (divagação mental, na tradução para o português) e afetar a compreensão em algumas circunstâncias. “Para adultos e crianças, esse hábito pode dificultar a habilidade de se concentrar em atividades que demandam um processamento mais detalhado ou reflexivo, já que o cérebro pode se acostumar a um ritmo mais acelerado de estímulos”, explica.

A publicitária Juliana Caldas assumiu que tem o hábito de acelerar os conteúdos e que percebe uma mudança no comportamento. “Sinto que tenho menos paciência com a demora”. O professor explica que estudos recentes indicam que a antecipação de respostas rápidas em mensagens instantâneas pode aumentar a excitação fisiológica e gerar frustração ou impaciência quando as respostas não chegam na velocidade esperada.

Já para a especialista em moda e empresária Bárbara Cardelino, a sensação é de que “tudo é para ontem”. “Sinto que as pessoas estão extremamente inquietas e imediatistas, e me incluo nisso. O que pode ser traduzido, sim, em ansiedade. Tudo é para ontem. Vejo como uma consequência da revolução digital que vivemos desde a introdução da internet e das redes sociais”, afirma. A publicitária Sara Magalhães afirma que não tem o hábito de ouvir as coisas na velocidade “normal”. “Não acelero nada, odeio. Eu percebo que as pessoas cada vez mais estão com uma falsa sensação de urgência”, reflete.

Para o conselheiro do Conselho Federal de Psicologia Rodrigo Acioli, existe uma espécie de obrigação de acelerar para obter mais informações. “Com toda a demanda que nós temos no dia a dia, que nós nos sentimos na obrigação de acelerar para obter mais informações, responder com maior celeridade. É como se fosse uma reação nossa as demandas da sociedade”, explica.

Crianças Acioli também explica que esse hábito pode contribuir para aumentar a ansiedade de crianças. Ele utiliza o exemplo de um cirurgião, que precisa de concentração e paciência para realizar uma cirurgia. Cada geração nasce com novas habilidades, mas, se condicionarmos as crianças e adolescentes a viverem um ritmo acelerado, podemos, sim, ter dificuldade de encontrar novos procissionais para áreas que exigem mais concentração.

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O que fazer para se proteger? Rodrigues afirma que é fundamental buscar atendimento quando se percebe um impacto negativo na vida diária e no bem-estar emocional. Sinais como falta de concentração, aumento da irritabilidade, ansiedade ao consumir conteúdos em velocidades normais, e sentimentos de sobrecarga ou exaustão mental podem indicar a presença de um problema subjacente que merece atenção

Confira algumas estratégias:

  • É importante limitar o tempo de exposição a conteúdos acelerados e criar intervalos regulares para desconectar e permitir que o cérebro descanse;
  • Fazer uma curadoria consciente dos conteúdos que consumimos, escolhendo informações relevantes e evitando a sobrecarga.
  • Práticas como a meditação e a atenção plena podem ajudar a treinar o foco e a reduzir a sensação de pressa ou ansiedade associada ao consumo rápido de informações.

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Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil