Alguns sinais de alerta podem surgir antes de um ataque cardíaco, também conhecido como infarto do miocárdio, permitindo intervenções precoces que podem salvar vidas.

Conhecer esses sintomas é crucial, especialmente para quem tem fatores de risco, como histórico familiar, hipertensão, diabetes, sedentarismo, estresse, obesidade e colesterol elevado. Abaixo, conheça três indícios que merecem atenção, além do que fazer ao detectá-los.

Sinais que podem indicar infarto para se atentar Ataque isquêmico transitório (AIT) Um ataque isquêmico transitório (AIT) pode ser um sinal de alerta para um infarto iminente.

Esse fenômeno ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro fica temporariamente bloqueado, levando a sintomas semelhantes aos de um derrame, como fraqueza em um lado do corpo, dor facial e dificuldade na fala.

Apesar de não causar danos permanentes, a ocorrência de um AIT é um forte indicativo de que uma pessoa está em risco elevado de um evento mais sério, como um infarto. Estima-se que uma em cada 12 pessoas que sofrem um AIT tenha um derrame em até uma semana.

Dor de cabeça Embora muitos possam associar dor de cabeça a estresse ou desidratação, um tipo específico de dor de cabeça, conhecido como cefaleia sentinela, pode ser um sinal precursor de um infarto.

Pesquisas indicam que até 14,7% das pessoas que sofreram um derrame relataram um início repentino de dor de cabeça uma semana antes do evento.

Esse tipo de dor de cabeça pode ser intenso e pode durar horas ou até dias. A dor é frequentemente descrita como diferente das dores de cabeça habituais, e seu surgimento repentino deve ser considerado um sinal de alerta.

Palpitações Palpitações ou batimentos cardíacos irregulares, conhecidas como fibrilação atrial (FA), são outro sinal importante que pode indicar risco de infarto. Esse tipo de batimento cardíaco irregular pode aumentar o risco de infarto em até cinco vezes.

Para identificar a FA, é recomendável monitorar a frequência cardíaca regularmente. Um pulso normal varia de 60 a 100 batimentos por minuto, mas na presença de FA, a frequência pode superar 140 batimentos por minuto.

Se você notar irregularidades ou sentir palpitações, consulte um médico para avaliação e possível tratamento.

O que fazer ao detectar esses sinais? Ao detectar sinais de alerta como dor de cabeça intensa, sintomas de AIT (como fraqueza facial) ou palpitações irregulares, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente.

O tratamento precoce pode prevenir complicações graves, como infartos ou derrames. Não hesite em buscar ajuda profissional, pois a rapidez na ação pode ser decisiva para a sua saúde.

Além dos sinais mencionados, é importante estar atento a outros sintomas que podem indicar risco de infarto.

Outros sinais de alerta a considerar Fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo: isso pode ocorrer de forma abrupta e requer atenção médica imediata. Dificuldade para falar ou entender a fala: se você ou alguém próximo estiver tendo dificuldade em se comunicar, isso pode ser um sinal grave. Visão turva ou perda de visão súbita: a visão afetada pode ser um sinal de um problema vascular. Confusão repentina ou perda de memória: mudanças bruscas na cognição devem ser avaliadas rapidamente. Tontura ou queda: sintomas de tontura inexplicável ou desmaios podem indicar um problema sério.

Catraca Livre

Um estudo realizado pela Associação Brasileira do Sono revela que 24% dos homens de meia-idade e 18% das mulheres enfrentam problemas relacionados ao ronco. Esse fenômeno ocorre quando o ar encontra dificuldades para passar pelas vias aéreas, resultando em um som áspero. A alimentação antes de dormir pode agravar essa questão.

ronco

As principais causas do ronco incluem o aumento de peso, alterações nas vias aéreas e flacidez na garganta. Embora uma dieta adequada possa ajudar a reduzir significativamente os episódios de ronco, ela pode não eliminá-los completamente.

A lactose presente em produtos como iogurtes, queijos e sorvetes pode estimular a produção de muco nas vias respiratórias. Esse aumento na produção de muco pode piorar os episódios de ronco, já que o excesso de muco pode obstruir as vias aéreas e dificultar a passagem do ar. Portanto, é recomendado evitar o consumo desses alimentos antes de dormir para minimizar o risco de ronco.

O consumo excessivo de açúcares processados pode causar inflamação significativa na garganta e nas passagens nasais. Essa inflamação pode obstruir as vias aéreas, tornando a respiração mais difícil durante o sono. Assim, é aconselhável evitar alimentos ricos em açúcares processados, como doces, biscoitos, sobremesas e refrigerantes, especialmente à noite. Optar por alimentos mais saudáveis e menos açucarados pode ajudar a reduzir a inflamação e melhorar a qualidade do sono, facilitando uma respiração mais tranquila e contínua.

Os alimentos ricos em açúcares processados não só provocam inflamação na garganta e nas vias nasais, mas também podem aumentar a produção de muco. Esse muco extra intensifica a obstrução das vias aéreas e contribui para a inflamação dos seios nasais, agravando problemas respiratórios e de ronco durante o sono. Para evitar esses problemas, é recomendado optar por alternativas sem glúten, como pães, bolos e massas feitas com ingredientes livres de glúten.

Alimentos altamente processados podem causar congestão no sistema respiratório, dificultando a respiração durante a noite. Por essa razão, é aconselhável evitar lanches e refeições pesadas, especialmente antes de dormir, para minimizar esses problemas e promover uma respiração mais fácil durante o sono.

Bem Estar

Foto: reprodução

A Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi), em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI), iniciou nesta quarta-feira (30) o "I Simpósio Estadual de Tuberculose". O evento acontece no Cine Teatro da UFPI até a quinta-feira (31), das 8h às 17h.

Além das equipes de Atenção Básica e Epidemiologia dos municípios piauienses, o simpósio também reúne pesquisadores em saúde pública e representantes de diversas entidades, como o Conselho Regional de Medicina (CRM) e Ministério Público.

“Teremos trocas de experiências e instrumentalizar os profissionais acerca do que se tem de mais novo sobre o Programa de Tuberculose, como problema de saúde pública para o Piauí”, destacou Ivone Venâncio, supervisora do programa de Tuberculose no estado.

Durante o evento, também serão discutidos assuntos relacionados ao diagnóstico laboratorial da doença, estratégias de abordagem preventiva, avaliação do controle de contatos para prevenção de futuros novos casos e o contexto epidemiológico da doença.

Sesapi

A hipertensão, também conhecida como pressão alta, é uma condição crônica que afeta cerca de 27,9% da população brasileira, conformes os dados da Vigitel.

pressalta

Apesar de ser silenciosa na maioria dos casos, essa doença pode afetar órgãos vitais, como os rins, o cérebro e o coração.

Como a pressão alta pode afetar o ouvido? Um sintoma pouco conhecido de hipertensão é o zumbido no ouvido. O som incômodo, descrito como um chiado, ocorre por causa da pressão elevada que afeta os vasos sanguíneos ao redor do ouvido.

Quando o fluxo de sangue nessas áreas é alterado, o sistema auditivo pode reagir de maneira incomum, resultando no zumbido.

No entanto, é importante destacar que esse sintoma pode acabar sendo negligenciado, já que o zumbido também está relacionado a outras condições de saúde.

Diagnóstico de hipertensão Embora a hipertensão seja conhecida por ser silenciosa, é fundamental medir a pressão arterial regularmente para diagnosticar a condição.

O Ministério da Saúde recomenda que adultos a partir de 20 anos façam a aferição ao menos uma vez por ano. Aqueles com histórico familiar de hipertensão devem monitorar os níveis de pressão com mais frequência.

Além de sintomas como dor de cabeça, tontura e zumbido no ouvido, a medição é a única forma de confirmar a presença de pressão alta.

Além da predisposição genética, o tabagismo, o consumo de álcool, a obesidade e o estresse são alguns dos principais fatores de risco para a pressão arterial elevada. Outros elementos, como o excesso de sal na alimentação, colesterol elevado e a falta de atividade física, também são prejudiciais.

Como evitar a pressão arterial elevada? Controlar a hipertensão é possível com mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, o uso de medicamentos.

Para evitar o aumento da pressão arterial, é fundamental manter uma alimentação balanceada, reduzir o consumo de sal e praticar exercícios físicos regularmente.

Além disso, controlar o estresse, abandonar o cigarro e moderar o consumo de álcool são atitudes que contribuem para prevenir complicações e manter a pressão sob controle.

Catraca Livre

Foto: Reprodução allcare