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Embora a fibra esteja ligada a inúmeros benefícios à saúde, incluindo um intestino saudável e um menor risco de câncer de intestino, um tipo desse carboidrato pode não ser tão benéfico. O que é pior, consumir esse alimento pode até aumentar o risco de câncer de fígado, de acordo com um estudo.

O alerta vale especificamente para fibra refinada chamada inulina.

Créditos: Ozgu Arslan/istock

Esse ingrediente faz parte da composição de muitos alimentos processados e também está disponível nos supermercados como um prebiótico. No entanto, pode ser prejudicial para alguns indivíduos – particularmente para aqueles que sofrem de deformidade vascular.

De acordo com a pesquisa da Universidade de Toledo, publicada na revista Gastroenterology, camundongos aparentemente saudáveis, que seguiram uma dieta rica nesse tipo de alimento, desenvolveram câncer de fígado agressivo.

O resultado surpreendeu os pesquisadores, por conta da raridade que o câncer de fígado é observado em camundongos. Embora a fibra esteja ligada a inúmeros benefícios à saúde, incluindo um intestino saudável e um menor risco de câncer de intestino, um tipo desse carboidrato pode não ser tão benéfico. O que é pior, consumir esse alimento pode até aumentar o risco de câncer de fígado, de acordo com um estudo.

O alerta vale especificamente para fibra refinada chamada inulina. Créditos: Ozgu Arslan/istock

Esse ingrediente faz parte da composição de muitos alimentos processados e também está disponível nos supermercados como um prebiótico. No entanto, pode ser prejudicial para alguns indivíduos – particularmente para aqueles que sofrem de deformidade vascular.

De acordo com a pesquisa da Universidade de Toledo, publicada na revista Gastroenterology, camundongos aparentemente saudáveis, que seguiram uma dieta rica nesse tipo de alimento, desenvolveram câncer de fígado agressivo.

O resultado surpreendeu os pesquisadores, por conta da raridade que o câncer de fígado é observado em camundongos.

catraca livre

Um estudo realizado por pesquisadores da LIBD (Lieber Institute for Brain Development) descobriu que mais de cem genes relacionados ao risco de esquizofrenia causariam a doença devido ao seu papel na placenta.

geneplacenta

A evidência chama atenção pelo fato de tais células estarem presentes no órgão gestacional, e não no cérebro em desenvolvimento do bebê. A pesquisa foi publicada no periódico científico Nature Communications. “O segredo da genética da esquizofrenia está escondido à vista de todos — a placenta, o órgão crítico no apoio ao desenvolvimento pré-natal, inicia a trajetória de risco do desenvolvimento”, afirma o autor sênior do artigo, Daniel Weinberger, em comunicado.

“A visão comumente compartilhada sobre as causas da esquizofrenia é que os fatores de risco genéticos e ambientais desempenham um papel direto e apenas no cérebro, mas esses últimos resultados mostram que a saúde da placenta também é crítica”.

Durante o estudo, os pesquisadores descobriram que os genes causadores da doença influenciariam uma função crítica da placenta, que seria responsável por detectar e fazer a troca de nutrientes na corrente sanguínea da mãe, incluindo o oxigênio.

Por terem uma expressão menor nas células do órgão placentário que formam o núcleo da troca de nutrientes, tais genes da esquizofrenia afetariam negativamente a função nutricional para o feto em desenvolvimento. “O segredo da genética da esquizofrenia está escondido à vista de todos — a placenta, o órgão crítico no apoio ao desenvolvimento pré-natal, inicia a trajetória de risco do desenvolvimento”, afirma o autor sênior do artigo, Daniel Weinberger, em comunicado.

“A visão comumente compartilhada sobre as causas da esquizofrenia é que os fatores de risco genéticos e ambientais desempenham um papel direto e apenas no cérebro, mas esses últimos resultados mostram que a saúde da placenta também é crítica”.

Durante o estudo, os pesquisadores descobriram que os genes causadores da doença influenciariam uma função crítica da placenta, que seria responsável por detectar e fazer a troca de nutrientes na corrente sanguínea da mãe, incluindo o oxigênio.

Por terem uma expressão menor nas células do órgão placentário que formam o núcleo da troca de nutrientes, tais genes da esquizofrenia afetariam negativamente a função nutricional para o feto em desenvolvimento. Foi descoberto ainda que, na placenta de mães que passaram por algum quadro de Covid-19 durante a gestação, os genes relacionados ao desenvolvimento da doença foram drasticamente ativados, indicando a infecção como um possível fator de risco para tal.

Além do principal achado para a esquizofrenia, os pesquisadores encontraram na placenta diversos genes que seriam as causas do desenvolvimento de diabetes, transtorno bipolar, depressão, autismo e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade ou TDAH (transtorno de déficit de atenção com hiperatividade).

R7

Foto: Freepik

O vírus afetou diversas pessoas durante o período mais agudo da pandemia. Atualmente, com os níveis de casos bem mais baixos, as pessoas que já se curaram da doença têm percebido sequelas causadas pelo tempo do vírus ativo no corpo.

Após finalizar o tempo de propagação do virús, a quarentena; os pacientes que tiveram a doença relatam sentir dores fisicas e emocionais ao passarem pelo quadro clínico.

Voce sabe quais sintomas podem aparecer após o Covid-19?

A seguir estão listados alguns dos sintomas mais aparentes: Ansiedade;

Falha de memória;

Dificuldade de raciocínio;

Oratória lenta;

Depressão;

Enxaqueca;

Perda de paladar;

Perda olfativa;

Tontura;

Trombose;

Queda excessiva de cabelo;

Já as dores musculares são vistas geralmente no peito, o que causa fadiga, falta de ar e palpitações nos pacientes.

Cerca de 17% das pessoas internadas com Covid-19 foram ao hospital novamente devido a sintomas como estes. Até mesmo depois de um ano, pacientes ressaltam certa dificuldade para sentir o gosto das coisas como antes. Caso os sintomas persistam, é importante que o médico seja consultado imediatamente. Porque os sintomas persistem após a doença ir embora?

Com base em especialistas e estudos, é possível observar teorias clínicas que comentam sobre os possíveis motivos para que os sintomas permaneçam no corpo.

Segundo teoria, pode ser que exista uma proteína comum entre o vírus e os tecidos humanos que não permite que a imunidade do corpo combata o vírus de forma efetiva. Como acontece com doenças autoimunes como lupus, artrite e esclerodermia.

Outra teoria seria que a doença é crônica, sendo assim, as alterações causadas não poderiam ter uma reversão total. Lembrando que são apenas teorias e não uma pesquisa confirmada.

Como tratar as sequelas?

Para cada ação uma reação, né? Então para cada caso, um tratamento. Como o coronavírus pode causar diversos sintomas diferentes em cada pessoa, é preciso pensar em cada caso particular para "receitar" de fato um tratamento eficaz. De todo modo, para tratar as sequelas será preciso de acompanhamento médico. Endenda o porque do seu corpo estar reagindo dessa maneira e leve em conta as opções e meios indicados pelo seu médico, para que seus sintomas diminuam e quem sabe até sumam de vez.

Contudo, é muito importante manter uma alimentação saudável, exames médicos em dia e sempre que desconfiar de algum sintoma ou sequela da doença, contatar o seu médico imediatamente.

3 min de leitura /R7

Com 1,6 milhão de pessoas diagnosticadas, segundo dados do Ministério da Saúde, a esquizofrenia é um transtorno mental crônico, que afeta a os modos como a pessoa se sente, pensa e se comporta. Também é uma condição envolta em preconceito e estigmatização.

A psiquiatra e especialista em saúde mental, Tamires Cruz, explica que a esquizofrenia, que inclui delírios (como o sentimento de perseguição), alucinações (ouvir vozes, ver coisas ou ter sensações táteis), desorganização comportamental e de pensamentos, além de sentimentos negativos entre os sintomas, afeta cerca de 1% da população mundial, é diagnosticada a partir da observação dos sinais específicos, que costumam aparecer na fase mais tardia da adolescência ou início da vida adulta. Nesta quarta-feira (24), é celebrado o Dia Mundial da Pessoa com Esquizofrenia, data em que pacientes e familiares buscam vencer os tabus originados no diagnóstico.

De acordo com o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento, embora as causas da doença não sejam esclarecidas, fatores como predisposição genética; infecções cerebrais; problemas na gestação, como infecção materna por influenza no segundo trimestre da gravidez, falta de oxigenação no parto, baixo peso ao nascer, ou incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê; e o uso de cannabis na adolescência, podem tornar pessoas vulneráveis à doença.

Para o psiquiatra Henrique Bottura, diretor clínico do IPP (Instituto de Psiquiatria Paulista), além dos próprios sintomas, acompanhados dos estigmas, as maiores dificuldades enfrentadas, tanto por pacientes como pelos familiares, é a adesão ao tratamento.

"Qualquer um de nós sabe, quando precisamos tomar um antibiótico, por exemplo, como é difícil manter um tratamento contínuo, e a esquizofrenia exige isso. Podem aparecer efeitos colaterais, são necessárias consultas frequentes, e essas são coisas que dificultam a adesão. Muitas das vezes, esses pacientes também perdem um pouco da crítica, o que pode fazer com que ele não entenda a necessidade de tomar esse medicamento, outras vezes a resistência vem de familiares", alega Bottura. E continua: "Esses pacientes precisam de um tratamento de longo prazo, e se tratados e acompanhados precocemente, conseguem ter um prognóstico melhor, e essa adesão aos tratamentos propostos é extremamente importante".

O tratamento da esquizofrenia conta com medicamentos antipsicóticos, psicoterapia e suporte psicossocial, de maneira a incluir essas pessoas no mercado de trabalho e ter apoio para a reintegração social. Bottura afirma que as abordagens podem variar conforme a particularidade de cada quadro.

Tamires reforça que a interrupção do tratamento de tais pacientes pode trazer consequências graves, como o retorno de sintomas psicóticos, recaídas, hospitalização e comprometimento do funcionamento global.

Além dos próprios pacientes, os profissionais lembram das dificuldades enfrentadas por familiares e pessoas do convívio.

O destaque está na falta de informações sobre o diagnóstico, muitas vezes não compreendido e estigmatizado, somado às dificuldades de comunicação e a sobrecarga emocional e física, que podem ser intensificados quando os sintomas se mostram mais fortes ou em episódios de crises.

Para melhorar a convivência com pacientes com esquizofrenia, Tamires recomenda que as pessoas do círculo social deles estejam sempre abertas a aprender sobre os sintomas e a doença; que seja estabelecida uma comunicação aberta e franca, de modo a compreender as necessidades do outro; que se busquem grupos de apoio tanto para o paciente quanto para a família, visando dividir as experiências; além da criação de rotinas e suporte prático, promovendo a estabilidade do quadro.

Bottura complementa, alegando que amigos e familiares podem incentivar e monitorar a adesão ao tratamento, assim como a frequência do acompanhamento médico.

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