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Na quinta-feira, 21, a praça de eventos de Nazaré do Piauí, cidade que fica a cerca de 42km de Floriano, sentido Oeiras-PI, reuniu grande público.

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A cidade nazarena que há anos foi ponto de encontro de jovens da região que iam a Lagoa de Nazaré, há poucos quilômetros da zona urbana, para momentos de lazer esteve de aniversário.

 

 

Nazaré do PI costumava reunir centenas de pessoas aos domingos para banhos na lagoa, mas a falta de gestão na cidade deixou a ponto turístico se acabar.

 

 


A cidade completou 62 anos de emancipação política. Numa programação festiva estavam autoridades locais e de cidades vizinhas e centenas de pessoas que foram para ver artistas em praça pública.

 

 

 

Da redação

IMAGENS: portalcentrosulnet

lula2017 foi um dos anos mais tumultuados da vida política brasileira, principalmente pelo fato de Michel Temer (PMDB) ter se tornado o primeiro presidente da República no cargo denunciado por crime comum – foram três acusações, por corrupção passiva, obstrução de Justiça e formação de quadrilha, todas elas enterradas pela Câmara dos Deputados em meio a negociações de cargos e emendas em massa pelo governo.

 

Mas não é por isso que a cadeira de comandante máximo do país deixou de ser desejada. Ao longo do ano, nada menos que dez nomes apareceram como postulantes à sua sucessão – a lista deverá aumentar ainda durante o primeiro semestre de 2018.

 

A relação de presidenciáveis inclui desde velhos nomes da política como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), a novidades, como o banqueiro João Amoêdo, do Partido Novo, o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro (PSC), e a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB).

 

Houve também o lançamento de candidaturas um tanto folclóricas, com quase nenhuma chance de se tornarem realidade, como as do cirurgião plástico e apresentador de TV Roberto Miguel Rey Júnior, o Dr. Rey, e a ex-apresentadora do Jornal Nacional, a jornalista Valéria Monteiro.

 

Outros candidatos devem surgir no espectro mais à esquerda do cenário político, como a dos nanicos PSTU e PCO e, muito provavelmente, a do PSOL, que “namora” Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), para sair candidato – a ex-deputada federal Luciana Genro é outra probabilidade.

 

Também é provável que nanicos contumazes na cédula de candidatos presidenciais, como José Maria Eymael (PSDC), candidato em 1998, 2006, 2010 e 2014, participem novamente da disputa.

 

O ano também teve pré-candidaturas que fizeram muito barulho, mas que ficaram pelo caminho, como as do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), e do apresentador de TV Luciano Huck.

 

O número de candidatos já na disputa para 2018 está longe de ser um recorde – em 1989, foram 22 candidatos – e está próximo dos contendores das três últimas eleições: oito em 2006, nove em 2010 e onze em 2014.

 

Veja quem são os pré-candidatos com mais possibilidades de confirmarem suas candidaturas ao Planalto em 2018.

 

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Geraldo Alckmin (PSDB)

Jair Bolsonaro (PSC-RJ)

Ciro Gomes (PDT)

Marina Silva (Rede)

Alvaro Dias (Podemos)

Henrique Meirelles (PSD)

Manuela D'Ávila (PCdoB)

João Amoêdo (Novo)

Paulo Rabello de Castro (PSC)

 

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Nesta terça-feira (26), o governador Wellington Dias visitou obras em andamentos e autorizou o início de outras em São Raimundo Nonato. O município ganhará uma passagem na região do Beco das Engazeiras e a tão sonhada Adutora Serra Branca, que será integrada ao Sistema da Adutora do Garrincho.

A nova passagem da cidade ligará os bairros da região do Beco das Ingazeiras ao Centro. A previsão é que a obra seja concluída no início de 2018. "Quem está nessa região, para se dirigir, por exemplo, à UPA, ao Museu do Homem Americano e à Universidade precisa passar por todo o Centro da cidade, o que provoca um grande volume de veículos. Com a passagem, o seu trajeto é 80% reduzido. Foi um projeto muito bem elaborado pela prefeitura e que está sendo concretizado", destacou o governador.

Durante a visita ao município, Wellington também assinou a ordem de serviço para a implantação do Sistema da Adutora Serra Branca, que proporcionará segurança hidríca para a população. "Este é um grande sonho que está saindo do papel graças a um esforço em conjunto com a prefeitura, governo e bancada federal. São Raimundo é uma das cidades que mais sofrem com a falta de água e com a chegada dessa obra vamos dar um salto na qualidade do abastecimento em todo o município", pontuou o senador Ciro Nogueira.

A nova adutora atenderá a mais de 40 mil pessoas nos nove municípios que compõem o Território da Serra da Capivara: São Raimundo Nonato, Coronel José Dias, São Lourenço do Piauí, Bonfim do Piauí, Várzea Branca, Anísio de Abreu, São Braz do Piauí, Dirceu Arcoverde e Jurema. A obra receberá investimentos no valor de R$15.486.224,23 e a previsão é de que seja entregue em março de 2018.

"A adutora sanará um problema que se arrasta durante os seis anos de seca e levará água de qualidade aos moradores de São Raimundo. Além disso, estamos tendo muitas melhorias em infraestrutura, como a passagem que está sendo concluída. Hoje é um dia importante para o município", disse a prefeita Carmelita Castro.

Outras obras
Em São Raimundo Nonato, o governador Wellington Dias ainda autorizou ao Departamento de Estradas e Rodadens (DER) tomar as providências necessárias para a licitação da obra da avenida José de Castro, na qual será investido mais de R$3 milhões; a licitação da obra de restauração da rodovia 468 - trecho Currais, Bonfim do Piauí e Varzem Branca, com uma extensão de 28,70 km, no valor de R$4.700 milhões; iniciar os serviços de mobilidade urbana de 16.000 m² no município de Bonfim do Piauí, que receberá recursos no valor de R$518 mil.

Autoria: Lorenna Costa

Depois de dois anos ladeira abaixo, o crédito no Brasil deve voltar a crescer em 2018. A expectativa se deve à queda no endividamento das famílias e, consequentemente, na trégua na inadimplência, o que contribui para aumentar o apetite dos bancos para emprestar.

 

O cenário mais benigno da economia brasileira, com juros e inflação em patamares mais baixos, deve permitir, segundo executivos de bancos, que o crédito cresça entre 4,5% e 8,0% no próximo ano, isso tanto para pessoa física quanto para empresas.

 

O movimento se dará apesar de 2017 terminar sem solução do ponto de vista fiscal, com a votação da reforma da Previdência adiada, e da agenda das eleições. “De fato, os bancos estão otimistas em relação aos empréstimos ao consumidor”, avalia o analista do Deutsche Bank, Tito Labarta. Ele atenta, porém, para o fato de que as eleições presidenciais devem trazer volatilidade. Para Labarta, o saldo de empréstimos pode crescer ao redor dos 6% em 2017 e 8% em 2019.

 

Mas, em geral, os analistas que acompanham o setor bancário estão mais contidos. Casas como Credit Suisse, BB Investimentos e Bradesco esperam que os empréstimos cresçam mais perto dos 4,0%, mesmo caso da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

 

Isso porque, embora os bancos esperem compensar com volume a redução das margens por conta dos juros baixos, o temor de aumento futuro de inadimplência, lembra o executivo de uma grande instituição, faz com que o apetite, ainda que maior, continue seletivo.

 

Segundo as projeções divulgadas na semana passada pelo Banco Central (BC), o saldo de crédito total deve crescer 3% no próximo ano, puxado pelas pessoas físicas. Enquanto os empréstimos para indivíduos devem se expandir em 7,0% no próximo ano. Para pessoas jurídicas, a autoridade monetária espera queda de 2%.

 

Termômetro. O início do ano servirá de termômetro com relação à melhora na concessão de recursos. Pelos cálculos do BB Investimentos, a expansão acumulada em 12 meses deve voltar ao terreno positivo já no 1.º trimestre de 2018.


“O crédito já está apresentando tração. O aumento da demanda é evidente no número de propostas diárias. Já sentimos aumento do crédito novo e não só aquele para renegociação de dívida. Isso está ficando para trás”, avaliou o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, em conversa com jornalistas na semana passada.

 

No acumulado de 2017, o crédito caminha para mais um ano de retração, já que o financiamento novo ainda não é suficiente para suprir os vencimentos antigos. Até novembro, o saldo encolheu 1,3% ante igual intervalo de 2016, para R$ 3,064 trilhões, segundo dados do Banco Central.

 

Diante desse desempenho, o regulador revisou para baixo sua projeção. Espera que o saldo total de crédito não fique mais no zero a zero, mas que encolha 1,0%.

 

Apesar disso, para este mês os executivos demonstram mais otimismo. O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou, em evento na B3, que o mês marcará o maior desembolso do ano em termos de volume de crédito na instituição. O movimento, além da questão sazonal, reflete a retomada da economia brasileira. “A expectativa é de que a situação para os bancos seja melhor em 2018, com uma realidade melhor”, afirmou o executivo.

 

Em paralelo, o tema do custo do crédito deve ganhar destaque em 2018. Nessa semana, o BC indicou que, passado o movimento mais forte de queda dos juros, se debruçará na questão do custo do crédito. Já liberou, inclusive, R$ 6,5 bilhões em depósitos compulsórios. Embora o valor seja pequeno perto do estoque preso junto ao regulador – de quase meio trilhão de reais –, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse que no próximo ano a autoridade vai avançar no assunto. O ano de 2017, conforme ele, foi de simplificação dos depósitos compulsórios.

 

Gosto amargo. Ainda que 2018 possa ser o ponto de virada para o crédito no Brasil, o crescimento esperado pelo segmento está distante do patamar visto no período pré-crise, quando o saldo crescia dois dígitos no ano.

 

Na opinião do presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Hilgo Gonçalves, o País atravessa um momento divisor interessante, no qual, após anos de forte expansão dos empréstimos, com maior endividamento da população e aumento da inadimplência, há uma mudança de postura por parte de indivíduos e empresários no sentido de uma tomada de crédito mais consciente.

 

“Tivemos um excesso na oferta de crédito nos últimos anos. Sobrou inadimplência maior para os bancos. Mas o principal ganho da crise para o setor financeiro foi o aprendizado”, avalia Gonçalves.

 

 

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação