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O gerente da filial do Armazém Paraíba, loja de Floriano, o administrador de empresas Raimundo Machado que há cinco anos vem gerenciando a filial local, foi abraçado pelos colaboradores  da loja nessa segunda pela passagem da data do seu aniversário.

 

Raimundo teve uma celebração religiosa em sua homenagem realizada no Mosteiro das Monjas, organizada pelas Monjas com apoio de um grupo de pessoas. No local ele foi surpreendido pela homenagem e estavam presentes alguns dos seus familiares.  

raimundomachado

 

 

 

Aos 45 anos, o filho de Parnaíba (centro) que mora em Floriano há cinco anos, tem 29 anos como integrante do Grupo Claudino.

 

 

Os colaboradores do piauinoticias.com parabenizaram o parnaibano pela data.

 

 

 

 

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

“Qualquer Hora Dessas”, longa metragem filmado e finalizado no Piauí, é um dos cinco concorrentes ao troféu Cacto de Ouro no Festival Nacional de Cinema dos Sertões. Em sua 7ª edição, o evento patrocinado pela Petrobrás se realiza na cidade de Floriano, sul do Estado, dos dias 7 a 11 de novembro.

 

Escrito e dirigido por Monteiro Júnior, o filme será exibido ao público florianense no segundo dia de festival, 8, e gera grande expectativa por ser a única obra piauiense entre os indicados. Ao todo, concorre em dez categorias, como direção, roteiro, ator (Vítor Sampaio), atriz (Jarleni Silva), edição (Renée Moura), música (Gabriel Medeiros), entre outras.

 

“Qualquer Hora Dessas” retrata de maneira honesta e dolorosa a quase sempre difícil aceitação do fim de algo. Monteiro Junior faz questão de ressaltar que seu filme não é sobre o término de uma relação. “Eles já estão separados quando a história começa. O conflito principal é como cada personagem lida com isso e como sairão do quarto para deixarem suas vidas fluírem”, explica.

 

Quase todo o filme, que tem 79 minutos de duração, passa-se num único ambiente. O que já era um grande desafio narrativo se tornou ainda maior pelo fato dos atores aparecerem despidos em cena. “Certamente, foi uma decisão corajosa de toda a nossa pequena equipe, mas foi tudo muito natural. Eles compreenderam que o filme não tem nenhum apelo vulgar. Os personagens estão nus dentro de um contexto e precisávamos passar verdade ao espectador”, justifica o cineasta.

 

Verdade essa alcançada com imagens e diálogos fortes, mas também com poesia e sensibilidade. Feito sem qualquer recurso financeiro, “Qualquer Hora Dessas” ainda propõe uma reflexão contundente sobre o fazer artístico em nosso Estado, na medida em que se arrisca à exposição visceral dos sentimentos. “A maioria dos artistas e realizadores daqui tem medo de correr riscos e se expor. Gostaria que filme desse um tapa na cara dos burocratas que no fundo não realizam nada de substancial para elevar o nível da cultura do Piauí”, alfineta Monteiro.

 

 acassepiauí

 

Foi realizado nesta segunda feira, 5,  mais uma reunião da Associação de Pastores de Floriano-PI e Barão de Grajaú-MA. As lideranças religiosas se reuniram para tratar de vários assuntos concernentes a obra de Deus nesta cidade. Entre os temas está  a programação da Semana da Bíblia que é realizado todos os anos no segundo domingo de dezembro.

assocpastoresflo5112012A eleição da nova diretoria e ainda o retorno do Pr. João de Deus da Igreja do Evangelho Quadrangular á associação,  foram questões colocadas em discussão. O líder religioso João de Deus  foi recebido com apoio  unânime dos pastores presentes na reunião.

 


“É uma honra ter o Pr. João de Deus de volta a Associação e estamos esperando ainda outros pastores para se integrarem na Associação de Pastores”, colocou de forma satisfeita o vereador e irmão Carlos Antonio. 

 

 

 

FONTE e IMAGEM

Assessoria parlamentar

arenaUma praça. Um teatro. Muitas histórias. Assim é o Teatro de Arena, tradicional teatro ao ar livre, localizado na Praça Marechal Deodoro (Praça da Bandeira) no Centro de Teresina.

 

Construído em estilo romano, o Teatro foi inaugurado em 5 de novembro de 1965 e o espetáculo que iniciou as atividades no palco do teatro ao ar livre foi a peça “A barca do Pescador”. “Esse teatro surgiu fruto do trabalho do ator e diretor de teatro Antônio Santana e Silva, que na época presidia o Serviço Municipal de Teatro”, conta Acy Campelo, dramaturgo e diretor de teatro.

 

Com capacidade de público de até três mil espectadores, o Teatro é palco de música, teatro, palestras, dança, reuniões sindicais e abriga, ao longo desses 47 anos de funcionamento, pontos da história da cultura piauiense.

 

Grandes nomes do cenário cultural piauiense, como Amauri Jucá, Dirceu Andrade, João Cláudio Moreno, Eduardo Nascimento, Moisés Chaves, Lari Sales, Acy Campelo, Wellington Sampaio entre outros, apresentaram-se no palco do Teatro de Arena, fizeram história e tem muitas histórias para contar.

 

Com 33 anos de carreira, a atriz Lari Sales relembra com saudosismo das apresentações no Teatro de Arena e a interação que ele proporciona com o público. “Já me apresentei diversas vezes no palco do Teatro de Arena. Por lá participei como atriz, como diretora e um dos melhores projetos que tivemos por lá foi o ‘Enquanto o ônibus não vem’, que acontecia toda sexta-feira às 18h na Praça da Bandeira. O público ficava muito próximo e os turistas gostavam muito das apresentações”, conta Lari Sales.

 

Em formato de concha, o Teatro é grande expressão do teatro popular e atuou como incentivador principalmente do teatro e da música em Teresina. “O nome Arena que deram ao teatro remete mesmo ao fato de estar em uma praça, ser aberto, ser popular. Nas décadas de 60 e 70 o Teatro de Arena estimulou muito as produções teatrais e musicais. Em 1993 seu fundador faleceu e em 1994 deram ao Teatro o seu nome, Antônio Santana e Silva”, disse Acy Campelo.

 

govpi