Se o bicampeonato mundial não veio, ao menos em um quesito Gabriel Medina terminou o ano no topo do planeta. Vencedor de duas etapas do Circuito, além de um segundo lugar e dois terceiros, o brasileiro embolsou R$1.232.065,58 (US$ 374.750) na temporada, encerrando 2017 como o surfista mais bem pago do mundo.
John John, que conquistou o bicampeonato do Circuito Mundial na última segunda-feira, aparece na segunda colocação, com R$1.060.283,25 (US$ 322.500) arrecadados. Apesar de ter terminado o ano em décimo, Filipe Toledo, o FIlipinho, foi o terceiro mais bem pago do ano. Como o paulista venceu duas etapas, ele levou para casa uma bolada de R$ 996.173,10 (US$ 303.000).
Ao todo, três brasileiros aparecem no top10 dos mais bem pagos do ano pela WSL (Liga Mundial de Surfe). Adriano de Souza, o Mineirinho, divide a sétima colocação do ranking com o australiano Owen Wright. Os dois faturaram R$ 763.568,33 (US$ 232.250) cada.
Bastou Floyd Mayweather negar que estivesse em negociação para lutar no UFC para Conor McGregor voltar a provocar o rival. O campeão dos leves do Ultimate postou uma foto em suas redes sociais segurando dois cinturões (apesar de ter abdicado do cinturão dos penas), com uma gíria machista em inglês, que significa medroso.
Conor vem de derrota pra Mayweather em agosto, no que foi o primeiro duelo de boxe profissional de sua carreira. Na época, ele chegou a desafiar Floyd para um combate de MMA, mas o pugilista anunciou sua aposentadoria definitiva, encerrando a carreira com 50 vitórias em 50 lutas. Apesar disso, rumores de que os dois poderiam se enfrentar novamente continuam surgindo nos bastidores.
No início do mês, Conor afirmou em entrevista a um jornal irlandês que a sua próxima luta seria no MMA. Quando Dana anunciou que estaria negociando com Mayweather, logo surgiu a possibilidade da revanche com Conor acontecer no UFC. Com a negativa do americano, porém, McGregor segue com outras opções. O irlandês também vem sendo sondado para um duelo de boxe com Manny Pacquiao. O filipino disse em entrevista no mês passado que teria procurado o campeão do UFC para uma possível luta em abril.
O atacante Fred já se acertou com o Flamengo. A proposta que chegou há algum tempo e foi revelada pela Gazeta Esportiva agradou o atleta que aguarda agora o Atlético para deixar Minas Gerais.
A Gazeta Esportiva apurou que o vínculo oferecido pelo Flamengo ao jogador é de dois anos, para um contrato de R$ 1 milhão por mês. Fred tem vínculo com o Galo até dezembro de 2018. Atualmente ele recebe cerca de 800 mil mensais, mas esse valor deve aumentar por causa de cláusulas.
O Flamengo perdeu Paolo Guerrero, que foi pego no exame antidoping. Fred é o nome ideal e a diretoria faz força para contar com o jogador. Ou seja, além de uma compensação financeira, o Atlético ainda poderia contar com um atleta do Rubro-Negro.
O meia Mancuello foi oferecido. Os nomes, porém, estão na mesa. O Galo bate o pé, joga duro, pede Everton. Nada ainda está definido. Portando, os tratos entre Flamengo e Fred estão encaminhadas, acertadas, mas o Atlético, dono dos direitos do jogador, ainda precisa dar a palavra final: “sim”.
Embora a resposta ainda não tenha sido dada, o Atlético se prepara para o desfecho positivo ao Flamengo. Por isso, já conversa com os empresários de Ricardo Oliveira para ter o jogador na temporada 2018.
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Dentro do Atlético existem dois pensamentos distintos: por um lado perder um dos melhores atacantes do Brasil, com dificuldades claras de reposição. Em contrapartida, perder Fred representaria economizar um bom dinheiro por mês. Oliveira teria um salário em torno de R$350 mil mensais, bem longe dos quase R$ 1 milhão de Fred.
Paolo Guerrero, atacante do Peru e do Flamengo, vai poder jogar a Copa do Mundo. Nesta quarta-feira, o Comitê de Disciplina da Fifa aceitou um recurso do advogado brasileiro Pedro Fida e anunciou que a entidade decidiu punir o jogador com apenas seis meses de suspensão, depois de ele ser flagrado no exame antidoping.
A punição original era de um ano, o que o deixava de fora do Mundial de 2018. Mas, depois do recurso, a pena caiu para seis meses e termina em maio, já que Guerrero cumpre suspensão desde o dia 3 de novembro. A Copa começa apenas em junho.
Guerrero foi ouvido depois de seu exame de doping ter dado resultado positivo. Por quatro horas, a acusação apresentou as supostas provas, enquanto os advogados brasileiros do jogador deram sua versão. Ao deixar a audiência, o jogador declarou que era "inocente".
"Vim até aqui, na Suíça, para mostrar isso. Graças a Deus, consegui todas as provas que são fundamentais. Agora, é só aguardar a resposta da Fifa", disse na época.
O QUE ACONTECEU
O jogador respondia à investigação por ter testado positivo para uso de benzoilecgonina, um metabólito da cocaína, em exame realizado depois do empate em 0 a 0 entre Argentina e Peru, em Buenos Aires, pela penúltima rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2018, no dia 5 de outubro. Por isso, foi suspenso preventivamente pela Fifa.
Por conta da punição, Guerrero ficou impedido de defender a seleção peruana nas duas partidas da repescagem da Copa do Mundo de 2018, diante da Nova Zelândia. Mesmo assim, o país garantiu vaga no Mundial, que agora poderá ser o primeiro do atacante.
A Fifa aceitou os argumentos atenuantes do advogado Pedro Fida e reduziu a punição. A suspensão inclui jogos nacionais e internacionais, por clubes e seleções. Fida ainda vai continuar com os recursos em outras instâncias, com o objetivo de liberar o jogador de qualquer tipo de pena.