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amistsoPara uma melhor preparação visando o Campeonato Piauiense, as equipes que disputam o Estadual marcam amistosos para avaliar os grupos que já vêm trabalhando nos treinamentos. Contra seleções amadoras e times profissionais, os técnicos querem ver o desempenho de seus jogadores e possíveis mudanças que precisem ser feitas.

 

 

Algumas equipes já fizeram suas primeiras partidas amistosas. No último final de semana, os times da capital passaram pelos seus primeiros testes. Enquanto Flamengo-PI e Piauí venceram equipes amadoras, o River-PI empatou com o Juventude-MA. O Barras também enfrentou um time amador e saiu com uma larga vitória.

 

Mais próximo do início do campeonato, o objetivo é corrigir os erros vistos nas primeiras avaliações. O River-PI, que joga nesta quarta contra um time de José de Freitas, tenta mais um adversário para o final de semana. Flamengo-PI, Piauí e Barras ainda marcaram jogos para o final de semana. Enquanto o Flamengo-PI enfrenta mais um time amador, o Barras joga contra o São Benedito, do Ceará, e o Piauí busca um adversário.

 

Outras equipes ainda vão fazer os seus primeiros testes. O Cori-Sabbá joga no sábado contra um combinado de Pastos Bons, cidade do interior do Maranhão. O 4 de Julho tenta marcar um amistoso contra o São Benedito na próxima semana, e o Parnahyba ainda faz dois jogos, um nesta quarta, 15, contra um combinado de Buriti dos Lopes e outro no domingo ,19, contra o Santa Quitéria, no Maranhão. O treinador do clube, Jorge Pinheiro, explica que estes jogos são o principal teste para os elencos nesta pré-temporada.

 

- Temos que ver o grupo trabalhando contra um adversário, seja amador ou profissional. É onde vamos tirar algumas conclusões sobre que equipe vamos montar – diz o técnico.

 

 

A primeira rodada do Piauiense está marcada para acontecer entre os dias 25, 26 e 27 de janeiro, quando as equipes começarão a caminhada em busca do título Estadual.

 

Fonte: globo esporte

kamarVisando o Campeonato Piauiense, o Cori-Sabbá, equipe de Floriano, está trazendo dois ex-riverinos para o grupo, o atacante Kamar e o zagueiro Jó. Para a dupla, experiente nos gramados piauienses, o Cori pode surpreender no Estadual e brigar pelo título seguindo uma receita simples: mantendo uma base e trazendo apenas alguns reforços.

 

Kamar, que treina com o Cori desde o início do ano, avalia que o time de Floriano vem forte. A equipe foi uma das poucas a se manter em atividade durante todo o ano passado, realizando partidas amistosas com times amadores da região. Além disso, a maioria dos jogadores da última temporada permaneceu, o que o atacante considera como trunfo.

 

- Um dos fatores mais fortes para eu ficar aqui foi eles terem mantido a base do ano passado, trazendo mais gente como eu e o Jó para trazer mais experiência. Manter uma base é muito importante no futebol atual, e é algo que a maioria dos clubes daqui não faz – diz Kamar.

SAIBA MAIS

 

Jó compartilha de opinião semelhante. Ele ressalta que a base do último ano fez uma boa campanha no Campeonato Piauiense e que a chegada de jogadores mais experientes para serem mesclados com o talento dos mais jovens pode render bons frutos.

 

- É um time muito jovem, e quando jogadores mais experientes chegam com certeza podem ajudar, passando o que já sabem para os outros – afirma Jó.

A dupla de ex-riverinos estreia no Campeonato Piauiense com o Cori-Sabbá no dia 25 de janeiro, quando a equipe recebe o Flamengo-PI no Estádio Tibério Nunes, em Floriano, na partida de abertura do Estadual.

 

FONTE: GLOBO ESPORTE

edinhoLivre das drogas e trabalhando como treinador de goleiros no Santos, o filho de Pelé, Edinho (foto), ainda sofre pelo passado triste. Na última quarta-feira ele foi condenado pela morte de um homem, num ‘racha’ de carros em que participava em 1992.

 

A Comarca de Santos condenou o ex-jogador a pagar para a mulher da vítima uma pensão vitalícia de 2/3 de 12 salários mínimos, ou seja, cerca de R$ 6 mil. Além de outros 200 salários mínimos por danos morais, que equivale a R$ 144.800. O motorista na ocasião, seu amigo Marcílio José Marinho de Melo, recebeu as mesmas penas.

 

Edinho ainda tenta recorrer da decisão no Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele alega que foi absolvido em ação penal, e que por isso não deveria ser punido por outro órgão. Ele ainda pede que os valores sejam menores, tanto da pensão como ao que se refere a danos morais.

 

"Para a esfera cível, o réu apelante só teria sua responsabilidade afastada se comprovasse que não praticou o ato, ou que o mesmo não ocorreu. Todavia, de tudo que dos autos consta, ficou cabalmente comprovada sua conduta negligente, imprudente e imperita. Assim, o reconhecimento da culpa de ambos os réus para a ocorrência do acidente era de rigor, como decidido, pois, para ambos, tem-se que o fato era ao menos previsível e evitável, sendo possível indagar se ambos agiram com falta de cuidado, restando-lhes a culpa pelo acidente”, comentou o relator do caso, Francisco Occhiuto Júnior.

 

Edinho tem 43 anos e como goleiro defendeu Ponte Preta, Santos, São Caetano e Portuguesa Santista. Teve que se aposentar cedo por problemas com drogas.

 

futebolinterior

fifaA guerra de liminares que deixou o Brasileirão de 2013 sem resultado final chamou a atenção da Fifa. Em contato com a reportagem, a entidade alertou que não tolera o uso da Justiça comum para resolução de questões esportivas. Além disso, informou que já solicitou esclarecimentos à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para decidir se será necessária intervenção no futebol brasileiro para resolver a questão de Portuguesa, Fluminense, Flamengo e Vasco.

 

"A questão [do tapetão] é um problema interno e, portanto, deve ser resolvido pelas autoridades competentes da CBF. No entanto, sobre arbitração desses conflitos, é necessário sempre se referir aos artigos 66 e 68 do estatuto da Fifa", disse David Noemi, porta-voz da entidade.

 

O artigo 66 diz que a Corte Arbitral do Esporte, na Suíça, é a única entidade reconhecida pela Fifa para a resolução de conflitos envolvendo times de futebol após se esgotarem os recursos nas Justiças Desportivas de cada país, enquanto o artigo 68 cita a proibição do uso da Justiça comum para resolução de imbróglios como o do Brasileirão do ano passado.

 

"Entrar com recurso na Justiça comum é proibido, a não ser que o caso específico tenha sido avaliado pela Fifa. Entrar com recurso na Justiça comum para a obtenção de medidas provisórias também é proibido", diz trecho do artigo 68, que ainda vai mais longe.

 

"A Associação de futebol no país deve inserir em seus estatutos e regulações uma cláusula proibindo que se leve disputas na Associação, ou envolvendo a Liga, times, jogadores e árbitros, para a Justiça comum, a não ser que a Fifa dê autorização para tal", escreve o órgão presidido por Joseph Blatter.

 

A CBF, aliás, já foi avisada que a Fifa quer esclarecimentos sobre o "tapetão" que afetou o Campeonato Brasileiro de 2013: "Sobre a situação do futebol brasileiro, informamos que já pedimos mais informações para a CBF sobre tudo o que está acontecendo", salientou o porta-voz da entidade.

 

No momento, duas liminares dadas pela Justiça comum deixam o Brasileiro do ano passado indefinido. Na última sexta-feira, um juiz de São Paulo ordenou que a CBF devolvesse à Portuguesa e ao Flamengo os quatro pontos retirados pelas escalações irregulares de Héverton e André Santos, respectivamente. Nesta quarta, porém, um magistrado do Rio de Janeiro ordenou que a decisão do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) fosse mantida. Para especialistas, as duas decisões estão valendo, e o imbróglio precisará ser resolvido em instâncias superiores.

 

 

"As duas decisões são válidas. A do Rio de Janeiro não muda a decisão de São Paulo. Elas não conversam entre si. O que vai acontecer agora é que ou o juiz de uma das causas ou uma das partes ou o Ministério Público de um dos Estados poderá suscitar o conflito de competência. Depois que for suscitado, isso será levado para o STJ, que vai escolher um juiz para provisoriamente tomar decisões urgentes e depois definir quem é o juiz competente para todos os processos", disse o advogado Luis Guilherme Bondioli, da USP (Universidade de São Paulo).

 

Espn