A Universidade Estadual do Piauí, UESPI, por meio da Universidade Aberta do Piauí, UAPI, do Núcleo de Educação à Distância, NEAD, e da Pró-Reitoria de Ensino e Graduação, PREG, em conformidade com a Lei nº 7.443, de 08 de janeiro de 2021, o Decreto nº 17.306, de 08 de agosto de 2017, art. 6º, inciso XV, e o Decreto nº 17.548, de 18 de dezembro de 2017, no uso de suas atribuições legais, em conformidade com o resultado final do Processo Seletivo Simplificado, edital UAPI, NEAD, UESPI nº 003, de 2025, retificado II.
Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica.
A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.
O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.
Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. “Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”
“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.
Instituições públicas Durante a cerimônia Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”
A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.
“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”
O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.
“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.
Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais. “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”
Mulheres Mil No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.
A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.
Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme Mulheres Mil, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.
As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.
O Instituto Federal do Piauí divulga a a 2ª convocação da Lista de Espera do SISU.
Os candidatos convocados devem realizar matrícula de 26 a 30 de março, exclusivamente de forma on-line, em https://matricula.ifpi.edu.br, anexando a documentação básica e a específica para sua cota.
Os candidatos convocados que se autodeclaram pretos, pardos, indígenas ou quilombolas (cotas LB_PPI, LB_Q, LI_PPI, LI_Q), deverão obrigatoriamente realizar o procedimento de heteroidentificação, em https://heteroidentificacao.ifpi.edu.br. Os candidatos que não realizarem a solicitação do procedimento serão desclassificados e perderão o direito à vaga.
O Campus Floriano realiza processo seletivo para Estágio Curricular Obrigatório, destinado a estudantes de cursos superiores de outras instituições de ensino para atuação em diversos setores do campus.
As inscrições serão realizadas no período de 26 a 30 de março de 2026, por meio da plataforma Oportunidades IFPI (oportunidades.ifpi.edu.br), conforme cronograma oficial.
O processo contempla vagas para estudantes dos cursos de Administração, Pedagogia e Computação, distribuídas entre setores como Biblioteca, Controle Acadêmico, Disciplina, Extensão, Pesquisa e Inovação, Multimeios, Serviço Social e Setor Pedagógico, conforme quadro de vagas.
As vagas são para estágio curricular obrigatório, não remunerado, com carga horária de 20 horas semanais, voltado ao desenvolvimento de competências profissionais e à integração entre formação acadêmica e prática institucional.