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A Universidade Federal do Piauí (UFPI) divulgou edital com a oferta de 106 vagas para ingresso no segundo semestre letivo de 2026 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As oportunidades são destinadas aos cursos de Psicologia, Inteligência Artificial e Medicina.

O edital foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (2) e detalha as regras para participação no processo seletivo. Os candidatos poderão utilizar as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos anos de 2023, 2024 ou 2025.

Psicologia e Inteligência Artificial serão ofertados em Teresina Do total de vagas disponíveis, 40 são destinadas ao curso de Bacharelado em Psicologia e 36 ao curso de Bacharelado em Inteligência Artificial. Ambos os cursos serão ofertados no Campus Ministro Petrônio Portella, em Teresina.

Medicina será implantado em Floriano Outras 30 vagas são destinadas ao curso de Bacharelado em Medicina, que será ofertado no Campus Amílcar Ferreira Sobral, em Floriano. A implantação representa uma ampliação da oferta do curso na universidade, que atualmente possui Medicina apenas nos campi de Teresina, Parnaíba e Picos.

Curso de Inteligência Artificial é novidade na UFPI Entre os cursos ofertados, o destaque é o Bacharelado em Inteligência Artificial, considerado uma formação inédita na instituição. A criação da graduação está alinhada ao Plano Nacional de Inteligência Artificial.

Inscrições começam em 9 de junho As inscrições estarão abertas entre os dias 9 e 23 de junho e deverão ser realizadas exclusivamente pelo site da Copese. A taxa de participação foi fixada em R$ 150.

ACESSE O EDITAL COMPLETO

Meio news

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) participou do I Fórum de Reitores Brasil-África, realizado entre os dias 25 e 27 de maio, em Brasília (DF). Considerado uma das mais relevantes iniciativas recentes de aproximação acadêmica entre o Brasil e o continente africano, o evento reuniu dirigentes de instituições de ensino superior dos dois continentes com o objetivo de fortalecer a cooperação acadêmica, científica, tecnológica e institucional.

A programação incluiu painéis temáticos, seminários institucionais, reuniões bilaterais e atividades voltadas à construção de acordos de cooperação, formação de redes acadêmicas internacionais e desenvolvimento de projetos conjuntos nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e inovação.

A UFPI esteve representada pela Assessoria de Assuntos Internacionais (ASSINTER), por meio do professor Cláudio Moura, que participou ativamente das reuniões bilaterais promovidas ao longo dos três dias de evento.

“Minha atuação esteve concentrada principalmente nas reuniões bilaterais, nas quais apresentei a UFPI, suas áreas de excelência e suas prioridades de internacionalização. Buscamos identificar instituições cujos perfis dialogassem com as potencialidades da nossa Universidade e que pudessem contribuir para o fortalecimento de parcerias estratégicas”, destacou o professor.

Segundo Cláudio Moura, a participação da Universidade foi orientada pela busca de instituições com potencial para desenvolver ações concretas de cooperação acadêmica em áreas como agricultura tropical, saúde pública, sustentabilidade, energias renováveis, desenvolvimento regional, inovação tecnológica, mobilidade acadêmica e pesquisa científica.

“Desde o início, adotamos uma estratégia que procurou equilibrar dois objetivos: fortalecer a presença da UFPI junto a universidades de grande relevância regional e, ao mesmo tempo, construir parcerias com instituições que enfrentam desafios semelhantes aos nossos e com as quais seja possível desenvolver uma cooperação efetiva e duradoura”, afirmou.

Como resultado das negociações realizadas durante o Fórum, a UFPI formalizou acordos de cooperação com quatro instituições africanas: a Universidade de Santiago e a Universidade Jean Piaget de Cabo Verde, ambas em Cabo Verde; a Université de Lomé, no Togo; e a Universidade Amílcar Cabral, na Guiné-Bissau. Além disso, a Universidade avançou em tratativas com instituições de países como Camarões, Botsuana, Etiópia, Guiné e Zimbábue.

Para o assessor internacional interino, a participação da UFPI no Fórum representou uma oportunidade estratégica para ampliar a inserção da Universidade em redes internacionais de cooperação acadêmica.

“Mais do que firmar acordos, nossa preocupação foi identificar parceiros capazes de gerar oportunidades concretas para a Universidade, especialmente em áreas nas quais a UFPI já possui produção científica consolidada e capacidade de contribuir de forma significativa”, ressaltou.

brasilafrica

A expectativa agora é transformar os acordos assinados e os contatos estabelecidos em iniciativas concretas, como projetos de pesquisa colaborativos, publicações científicas, intercâmbios acadêmicos e ações de formação conjunta. O trabalho envolverá a ASSINTER, pró-reitorias, programas de pós-graduação, grupos de pesquisa e demais unidades acadêmicas da Instituição.

Com os resultados alcançados durante o Fórum, a UFPI fortalece sua estratégia de internacionalização e amplia as perspectivas de cooperação com universidades africanas, consolidando novas oportunidades para a produção científica, a mobilidade acadêmica e o desenvolvimento institucional.

“De modo geral, o Fórum permitiu ampliar a presença internacional da Universidade Federal do Piauí e abriu caminhos para uma cooperação acadêmica que poderá gerar resultados importantes nos próximos anos”, concluiu o professor Cláudio Moura.

Ufpi

O Instituto Federal do Piauí (IFPI) homologa as inscrições na seleção de docentes para formação de cadastro de reserva de professores formadores para o Curso de Licenciatura Intercultural Indígena, no âmbito do Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica – PARFOR EQUIDADE.

Homologação.

Ifpi

Palestras, debates e o lançamento de 17 livros marcaram a abertura do VI Workshop em Linguística Textual, promovido pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI). O evento teve início nesta segunda-feira (1º), no auditório do Núcleo de Educação a Distância (NEAD), no Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina, reunindo pesquisadores, professores e estudantes de diversos estados brasileiros.

workshopuespi

Com o tema “Texto, Inteligência Artificial e Construção de Sentidos”, o workshop promove discussões sobre os impactos das tecnologias digitais nos processos de leitura, escrita e interpretação de textos, além de abordar os desafios e possibilidades da Inteligência Artificial no campo dos estudos linguísticos.

Durante a solenidade de abertura, o reitor da UESPI, Paulo Henrique Pinheiro, ressaltou a importância do evento para o fortalecimento da pesquisa e da produção científica na instituição. Segundo ele, a Administração Superior permanece à disposição para apoiar iniciativas acadêmicas que contribuam para o desenvolvimento da universidade.

“O maior patrimônio da UESPI é o seu capital humano. Contamos atualmente com cerca de 1.037 professores, e novos docentes continuam sendo incorporados à instituição. Nossa grande riqueza está no corpo docente e técnico, que impulsiona o crescimento da universidade”, destacou o gestor.

Coordenador do evento, o professor Franklin Oliveira, do Curso de Letras da UESPI, enfatizou a atualidade da temática escolhida. De acordo com ele, o workshop reúne especialistas de diferentes regiões do país para discutir os impactos da Inteligência Artificial na produção, leitura e interpretação de textos.

“Estamos promovendo um debate extremamente relevante para a área de Letras, especialmente no que diz respeito aos efeitos da Inteligência Artificial sobre a produção textual e os processos de ensino. Também discutimos temas como argumentação, intertextualidade e construção de sentidos, reflexões que resultam em importantes produções acadêmicas. Entre elas, está um livro que será lançado durante o evento e que aborda a mesma temática do workshop”, explicou.

Para o professor Ananias Agostinho da Silva, da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), no Rio Grande do Norte, o encontro representa uma oportunidade de aprofundar discussões contemporâneas da Linguística Textual.

“Eventos como este colocam em evidência temas que exigem reflexão especializada, como a relação entre texto e Inteligência Artificial. O livro que lançaremos durante o workshop problematiza as relações entre texto e argumentação, propondo alternativas que podem ser aplicadas ao ensino de Língua Portuguesa na educação básica”, afirmou.

Outro destaque da programação é a participação do professor Júlio Araújo, da Universidade Federal do Ceará (UFC), que ministrou a palestra Textualidade Algorítmica.

Entre os participantes, a pós-graduanda do Curso de Letras da UESPI, Maria de Jesus, destacou a importância do evento para sua formação acadêmica e profissional.

“O workshop representa uma oportunidade de ampliar conhecimentos na área da Linguística Textual e contribuir para minha trajetória profissional. Tudo o que aprender aqui poderá ser compartilhado e aplicado em minha atuação acadêmica”, comemorou.

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