A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio do Programa de Pós-Graduação em Letras (PROFLETRAS), realizará o curso de extensão “TPLIT – Da Teoria à Prática: Diálogos Contemporâneos para o Ensino de Língua Portuguesa e Literatura”, no período de 20 de março a 01 de abril de 2026, com carga horária de 40 horas.
As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
O evento será realizado em formato híbrido, com abertura, encerramento e oficinas presenciais no Auditório do GERATEC, no Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina, além de transmissão online. A iniciativa reunirá pesquisadores, docentes da pós-graduação e professores da Educação Básica de diversas regiões do Piauí e do Maranhão, contando com apoio institucional da PREX, PROP, CCHL e GERATEC.
A Universidade Federal do Piauí (UFPI) vem consolidando sua atuação científica na investigação da segurança de plantas medicinais utilizadas pela população piauiense. O projeto intitulado “Avaliação do Potencial Citotóxico e Genotóxico de Plantas e Extratos com Potencialidades Terapêuticas Utilizados no Estado do Piauí” é coordenado pela professora doutora Elisângela Cláudia Alves de Oliveira e está vinculado ao Laboratório de Genotoxicidade de Produtos Naturais (LabGetox).
Inicialmente desenvolvido no Campus Amílcar Ferreira Sobral (CAFS), em Floriano, o projeto atualmente está sediado no Campus Ministro Petrônio Portella, em Teresina, no Núcleo de Pesquisas em Plantas Medicinais do Centro de Ciências da Saúde (NPPM/CCS). A pesquisa reúne diversos colaboradores do estado, com destaque para parcerias com o Laboratório de Química de Produtos Naturais (LPQN/CAFS) e o Laboratório de Produtos Naturais (LPN/CCN), fortalecendo a produção científica regional e ampliando redes de cooperação com instituições de ensino superior em todo o país.
A iniciativa surgiu a partir de uma demanda regional estratégica: o uso crescente de plantas medicinais, especialmente no Nordeste, muitas vezes fundamentado apenas no conhecimento tradicional e ainda carente de comprovação científica quanto à segurança toxicológica. “Nosso projeto nasce justamente dessa necessidade de validar cientificamente o uso das plantas medicinais que fazem parte do cotidiano da população. Embora muitas apresentem propriedades terapêuticas reconhecidas, é fundamental investigar se também podem causar danos celulares ou genéticos em determinadas concentrações”, explica a professora Elisângela.
Para avaliar esses possíveis riscos, o grupo utiliza metodologias clássicas e consolidadas na área da Genética Toxicológica, aplicadas tanto in vitro quanto in vivo. Entre os testes empregados estão o bioensaio com Artemia salina, o teste Allium cepa, o teste do micronúcleo e o ensaio cometa. Esses sistemas permitem detectar mortalidade celular, alterações no ciclo celular, quebras no DNA e instabilidade cromossômica, ampliando a compreensão sobre os mecanismos de ação dos extratos vegetais estudados.
Ao longo dos anos, diversas espécies de ampla ocorrência e uso tradicional no Piauí passaram por avaliação. Entre as atualmente investigadas estão Mimosa pteridifolia (jurema-branca), Mimosa verrucosa (jurema-de-espinho) e Mimosa caesalpinifolia (sabiá), conhecidas por suas propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes. O grupo também já analisou espécies como Rosmarinus officinalis (alecrim), Zanthoxylum rhoifolium (laranjeira-brava), Sterculia striata (chichá), Operculina alata (batata-de-purga) e Pityrocarpa moniliformis (angico-de-bezerro), entre outras. “Muitas dessas espécies são comercializadas em feiras livres e utilizadas amplamente pela população. Nosso papel é investigar, de forma rigorosa, se os compostos bioativos presentes nesses extratos podem provocar efeitos citotóxicos, genotóxicos ou mutagênicos. Isso nos permite indicar concentrações seguras e alertar sobre possíveis riscos”, destaca a coordenadora.
Os resultados obtidos já geraram dados inéditos, apresentações em eventos científicos regionais e nacionais e publicações na área de mutagênese e genotoxicidade, evidenciando o protagonismo da UFPI na pesquisa sobre a segurança de produtos naturais oriundos da biodiversidade local.
Além do impacto científico, o projeto possui forte dimensão formativa. Participam estudantes de graduação dos campi de Floriano e Teresina, envolvidos em projetos de Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). Recentemente, alunos do Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da UFPI também passaram a integrar a equipe, ampliando a produção acadêmica e a formação de recursos humanos qualificados no Estado. “O LabGetox tem se consolidado como um espaço estratégico de formação acadêmica. Ao integrar pesquisa básica, aplicação tecnológica e formação de estudantes, contribuímos não apenas para o avanço científico, mas também para o desenvolvimento social do Piauí, promovendo o uso seguro e responsável da nossa biodiversidade”, enfatiza a professora Elisângela.
Nesse contexto, o Laboratório de Genotoxicidade de Produtos Naturais (LabGetox) da UFPI reforça que está de portas abertas para estudantes interessados em ingressar na pesquisa científica e convida alunos de graduação e pós-graduação a se integrarem ao projeto e a essa importante e essencial área do conhecimento científico, para assim validar o uso seguro da biodiversidade regional, contribuindo ativamente para a ciência e para o desenvolvimento do Piauí.
O Instituto Federal do Piauí reabre, até 7 de março, as inscrições para os cursos do Projeto Acredita no Saber Fazer de "Instalador de Ar Condicionado" e "Mecânico de Motocicletas", realizados em parceria com o MDS e destinados para pessoas de 16 a 65 anos que estejam com inscrição no CadÚnica ativa.
As aulas iniciam no sábado, 7 de março, e terão duração de 8 sábados, com aulas das 8 às 17 horas no campus Teresina Central (próximo à Igreja São Benedito). O IFPI também ofertará refeições no local e auxílio-transporte aos alunos. Ao final, o aluno concluinte será certificado pelo IFPI.
As vagas são limitadas e as inscrições serão deferidas mediante a entrega completa da documentação exigida, observando-se rigorosamente o número disponível de vagas para cada curso. Caso o candidato realize a inscrição após o preenchimento das vagas ofertadas, seu nome será automaticamente incluído na lista de excedentes, podendo ser convocado em caso de desistência ou surgimento de novas vagas.
Inscrições presenciais:
Local de entrega presencial: IFPI – Campus Teresina Central Prédio C – Sala C1 04 (Acesso pela Rua Quintino Bocaiúva)
Manhã: 9h às 12h Tarde: 14h às 16h
Inscrições on-line
Após o preenchimento do formulário, o candidato deve entrar em contato com o servidor responsável pelas inscrições do Projeto, Antônio Aurélio, por meio do telefone (86) 9.8869-3874 (WhatsApp).
Documentos obrigatórios para realização das inscrições on-line e presencial:
RG
CPF
Comprovante de residência
CadÚnico (NIS atualizado)
Comprovante bancário em nome do aluno para recebimento do auxílio-transporte, contendo: – Nome do banco – Tipo de conta (corrente ou poupança)
O CadÚnico atualizado é requisito obrigatório para participação nos cursos.
A não entrega completa da documentação poderá acarretar de inviabilizar a inscrição do aluno.
A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) divulgou, nesta quarta-feira (04), a 2º chamada da lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (SISU) 2026. Ao todo, 1.200 candidatos classificados estão sendo convocados para ingressar em cursos de graduação da instituição, distribuídos entre bacharelados e licenciaturas ofertados nos 12 campi da Universidade, localizados em Teresina e no interior do estado.
A lista com os nomes dos convocados já está disponível e os candidatos selecionados devem realizar a matrícula institucional de forma online, por meio do sistema da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG), no endereço http://sigpreg.uespi.br/matriculasisu, no período de 5 a 10 de março.
O reitor da UESPI, Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, destaca que os candidatos convocados devem acompanhar atentamente os prazos e orientações divulgados pela Universidade.
“A Universidade Estadual do Piauí está divulgando em seu site oficial a segunda chamada da lista de espera do SISU 2026, convocando 1.200 classificados. Esses candidatos precisam ficar atentos, porque entre os dias 5 e 10 acontece o período de matrícula institucional, que é realizada eletronicamente no sistema da Universidade. É importante acompanhar todas as informações publicadas no site da UESPI para não perder nenhum prazo”, afirmou o reitor.
Após a realização da matrícula institucional, os estudantes recebem um e-mail de confirmação no endereço eletrônico cadastrado no momento da inscrição. O cronograma também prevê o período para interposição de recursos até o dia 12 de março, com divulgação do resultado no dia 13.
O pró-reitor de Ensino de Graduação da UESPI, Prof. Dr. Arnaldo Brito, reforça que os candidatos devem observar atentamente as orientações do edital e reunir toda a documentação exigida para garantir a efetivação da matrícula.
“Os estudantes convocados devem acessar o sistema da Universidade e realizar a matrícula institucional de forma online, anexando toda a documentação solicitada no edital. Após essa etapa, o aluno recebe a confirmação por e-mail e pode seguir para a matrícula curricular, que ocorrerá na semana seguinte, permitindo o início das atividades acadêmicas”, explicou.
De acordo com a PREG, a matrícula curricular dos estudantes que tiverem a matrícula institucional confirmada ocorrerá nos dias 19 e 20 de março. A Universidade orienta que os candidatos acompanhem todas as informações e prazos disponíveis no site da UESPI.