Uma solenidade bastante concorrida marcou na manhã de hoje, 25, a inauguração do Centro Cirúrgico do Hospital Clinicor, em Floriano-PI. O momento estava marcado para às 10h e os convidados, muitos deles, chegaram bem antes e foram recebidos pela direção do órgão em saúde.
O Dr. Marcus Vinícius chegou acompanhado da esposa e já estavam no local o vereador Carlos Eduardo, seu irmão, com a esposa, e ainda a senhora Fátima Kalume, mãe do medico e do vereador.
Vários profissionais em saúde estavam presentes, bem como alguns dos vereadores, tanto de Floriano, como de outras cidades, a exemplo, o vereador Edmundo, presidente da Câmara de Itaueira.
O centro Cirúrgico está em nome do médico Ludujero Feitosa, in memorian, e estavam na solenidade a Dra. Verbena Feitosa (esposa do homenageado - foto à direita), como também o seu filho o Dr. Ludjero. Veja um pouco da solenidade.
Um estudo inédito na Europa revelou que os canudos de papel — apontados como a solução para o problema do plástico no meio ambiente — podem conter compostos químicos associados a alguns tipos de câncer, doenças da tireoide, aumento do colesterol e outros problemas de saúde.
Pesquisadores da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, analisaram 39 marcas de canudos "eco friendly". Eles eram feitos de cinco materiais: papel, bambu, vidro, aço inoxidável e plástico. As amostras foram obtidas em lojas, supermercados e restaurantes de fast-food. Todas foram submetidas a duas rodadas de testes em busca de PFAS (família de substâncias perfluoroalquiladas que inclui milhares de compostos químicos), também chamados de "produtos químicos eternos".
Em um artigo publicado na quinta-feira (24) na revista científica Food Additives and Contaminants, os cientistas afirmaram que 27 das 39 marcas (69%) continham PFAS, e foram detectados 18 tipos.
Em 90% dos canudos de papel submetidos à análise havia PFAS. Em seguida apareceram os canudos de bambu (80%), de plástico (75%) e de vidro (40%). Os de aço inoxidável não continham as substâncias. A PFAS mais comumente encontrada, o PFOA (ácido perfluoroctanoico), está proibida globalmente desde 2020.
"Canudos feitos de materiais à base de plantas, como papel e bambu, frequentemente são anunciados como sendo mais sustentáveis e ecologicamente corretos do que aqueles feitos de plástico. [...] No entanto, a presença de PFAS nesses canudos significa que isso nem sempre é verdade", comenta o cientista ambiental Thimo Groffen, que integrou o time de pesquisadores.
O PFOA é usado em uma série de produtos, principalmente antiaderentes, e pode se acumular no ambiente e no corpo humano.
Autoridades sanitárias e ambientais dos Estados Unidos e da Europa associaram o PFOA a uma série de doenças, incluindo:
doenças cardíacas: o PFOA pode aumentar o risco de doenças cardíacas, como infarto e acidente vascular cerebral;
câncer: o composto tem sido associado a um aumento do risco de câncer, incluindo de fígado, rim, testículo e tireoide;
problemas de desenvolvimento: a substância pode afetar o desenvolvimento fetal e infantil, levando a déficits de aprendizagem, desequilíbrio hormonal e outras complicações;
problemas de reprodução: o PFOA pode afetar a fertilidade e causar problemas de gravidez, como aborto espontâneo e parto prematuro.
Embora as concentrações de PFAS encontradas tenham sido baixas e a maioria das pessoas use canudos ocasionalmente, não há um risco significativo imediato, mas o pesquisador faz uma ressalva.
"Pequenas quantidades de PFAS, embora não sejam prejudiciais em si mesmas, podem somar-se à carga química já presente no corpo."
Outro ponto levantando é o fato de esses canudos com PFAS serem descartados no ambiente.
"O comportamento das PFAS no meio ambiente significa que elas tendem a poluir os lençóis freáticos e a água potável, o que é difícil e caro de remediar. Certas PFAS são conhecidas por se acumular em pessoas, animais e plantas e causar efeitos tóxicos", explica a Agência Europeia de Substâncias Químicas.
Um estudo com mais de 15 mil pessoas, apresentado durante o Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, na terça-feira (22), descobriu que o condicionamento físico está relacionado a uma menor probabilidade de desenvolver fibrilação atrial e acidente vascular cerebral.
A fibrilação atrial é o distúrbio de ritmo cardíaco (arritmia) mais comum e afeta mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo.
"Fibrilação atrial é ritmo atrial irregular e rápido. Os sintomas incluem palpitação e, às vezes, fraqueza, intolerância a esforço, dispneia e pré-síncope [sensação de desmaio]. Geralmente, pode haver formação de trombos atriais, acarretando risco significativo de acidente vascular encefálico por embolia [derrame cerebral]. O diagnóstico é realizado por ECG [eletrocardiograma]", explica o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento.
Foram incluídos 15.450 indivíduos sem histórico de fibrilação atrial. Esses participantes foram encaminhados para um teste de esteira entre os anos de 2003 e 2012. A idade média deles era de 55 anos, e 59% eram homens.
Todos eles caminharam em esteira em estágios de três minutos cada, aumentando gradualmente a velocidade e a inclinação.
A aptidão física foi medida com base na taxa de gasto energético alcançada pelos participantes durante o teste, expressa em equivalentes metabólicos (METs).
Descobriu-se que cada aumento de um MET no teste em esteira — portanto, pessoas com mais preparo físico — estava associado a um risco 8% menor de fibrilação atrial, 12% menor de acidente vascular cerebral e 14% menor de eventos cardiovasculares adversos graves. Os resultados indicam que manter-se em forma pode ajudar a prevenir a fibrilação atrial e o acidente vascular cerebral.
Os resultados também indicaram que a probabilidade de permanecer livre de fibrilação atrial ao longo de um período de cinco anos era maior nos grupos de maior aptidão física.
O autor do estudo, Shih-Hsien Sung, da Universidade Nacional Yang Ming Chiao Tung, em Taiwan, conclui que "os resultados indicam que manter-se em forma pode ajudar a prevenir a fibrilação atrial e o acidente vascular cerebral”.
Os ministros da Saúde dos países membros do G-20 (grupo que reúne 20 das principais economias do mundo) alertaram que as mudanças climáticas continuarão gerando emergências sanitárias ao redor do mundo. O documento, com 25 parágrafos, foi divulgado ao fim das reuniões, realizadas na Índia, na sexta-feira (18) e no sábado (19).
De acordo com o documento, estão previstas emergências e reemergências de doenças infecciosas. E o aumento da severidade e frequência dos desastres naturais ameaçam sobrecarregar a habilidade dos sistemas de saúde de oferecer atendimentos essenciais. “Reconhecemos a necessidade de melhorar a resiliência dos sistemas de saúde contra os impactos da mudança climática”, destaca o texto.
Os ministros ressaltaram também a importância de fortalecer os sistemas de vigilância sobre as doenças infecciosas existentes e a cooperação entre os centros de prevenção e controle de doenças. O Brasil foi representado na reunião pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, que também defendeu a ampliação de parcerias.
“Com base nas lições aprendidas na pandemia de Covid-19, chegamos ao consenso de construir sistemas de saúde mais resilientes, igualitários, sustentáveis e inclusivos, equipados para lidar com desafios globais sanitários e emergências públicas sanitárias futuras”, diz o documento. “Também reconhecemos a importância de integrar uma perspectiva de gênero ao desenhar sistemas de saúde, considerando necessidades específicas de mulheres e meninas, com o objetivo de atingir a igualdade de gênero nos sistemas de saúde”.
Outra questão abordada no documento foi a necessidade de melhorar a compreensão sobre a covid longa e suas consequências individuais, sociais e econômicas.