Já começou o mês do #outubrorosa e nós da #mhsaude ampliamos nossos cuidados com a saúde da mulher e, contamos agora com a ginecologista e mastologista Lorena Mendes Coimbra, externou numa mensagem ao piuainoticias a odontóloga Marina Holanda que administra a MH Saúde e Bem Estar que fica num trecho da Rua São João, centro de Floriano-PI

lorena

A MH Saúde e Bem Estar atende diariamente com um grupo de profissionais em saúde nas diversas áreas e, recentemente recebeu mais uma profissional.

A Dra. Lorena Mendes que passa a fazer parte do quadro profissional é graduada em medicina pela UFPI, tem Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Maternidade Assis Chateaubriand -MEAC / UFC (Universidade Federal do Ceará), Residência Médica em Cirurgia Ginecológica pela Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza e Residência Médica em Mastologia pela Universidade Federal do Ceará-UFC.

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lorena Cópia

 

 

 

 

Da redação

Os primeiros sinais de diabetes tipo 2 podem ser identificados mais de 20 anos antes do diagnóstico, de acordo com uma nova pesquisa apresentada no Encontro Anual da Associação Européia para o Estudo do Diabetes (EASD) em Berlim, na Alemanha, de 1 a 5 de outubro.

diabetes

O estudo japonês rastreou mais de 27.000 adultos não diabéticos (idade média 49 anos) entre 2005 e 2016 e descobriu que o aumento da glicose em jejum, maior índice de massa corporal (IMC) e sensibilidade à insulina foram detectados até 10 anos antes do diagnóstico de diabetes bem como pré-diabetes.

"Como a grande maioria das pessoas com diabetes tipo 2 passa pelo estágio de pré-diabetes, nossos achados sugerem que os marcadores metabólicos elevados para o diabetes são detectáveis ​​mais de 20 anos antes de seu diagnóstico", diz o Dr. Hiroyuki Sagesaka do Hospital Aizawa em Matsumoto, Japão, que liderou a pesquisa.

Pesquisas anteriores sugerem que fatores de risco como obesidade e glicemia de jejum elevada podem estar presentes até 10 anos antes que alguém seja diagnosticado com diabetes. No entanto, o ponto no tempo em que os indivíduos que desenvolvem diabetes e aqueles que não se tornam substancialmente diferentes uns dos outros não era conhecido até agora.

O estudo
Sagesaka e colegas avaliaram as trajetórias de glicemia de jejum, IMC e sensibilidade à insulina em indivíduos que desenvolveram diabetes e pré-diabetes separadamente. No início do estudo, 27.392 indivíduos não diabéticos tiveram glicemia de jejum e glicemia média (HbA1c) mensurados e foram acompanhados até o diagnóstico de diabetes tipo 2 ou pré-diabetes, o que ocorresse primeiro.

Durante o período do estudo, 1067 novos casos de diabetes tipo 2 foram identificados. Os resultados mostraram que, em média, vários fatores de risco foram mais comuns entre os indivíduos que desenvolveram diabetes tipo 2 em comparação com aqueles que não desenvolveram. Em particular, o IMC, a glicemia de jejum e a resistência à insulina aumentaram até 10 anos antes do diagnóstico, e essas diferenças aumentaram com o tempo.

 Por exemplo, glicemia de jejum média:

10 anos antes do diagnóstico: 101,5 mg / dL dos que desenvolveram diabetes versus 94,5 mg/dL daqueles que não o fizeram
5 anos antes do diagnóstico: 105 mg /dL dos que desenvolveram versus 94 mg / dL dos que não desenvolveram
1 ano antes: 110 mg/dL dos que desenvolveram versus 94 mg / dL dos que não desenvolveram
Dos 15.778 indivíduos com glicemia normal no exame inicial de saúde, 4781 desenvolveram pré-diabetes durante o período do estudo, e as mesmas anormalidades, embora em menor grau, estiveram presentes pelo menos 10 anos antes do diagnóstico de pré-diabetes.

A pesquisa tem implicações importantes, dado que cerca de 425 milhões de adultos (com idades entre 20 e 79 anos) viviam com diabetes em 2017, e isso deve aumentar para 629 milhões até 2045.

"Como os testes de prevenção em pessoas com pré-diabetes parecem ser menos bem-sucedidos durante o acompanhamento a longo prazo, talvez precisemos intervir muito antes do estágio pré-diabetes para evitar a progressão para diabetes. Uma trajetória de intervenção muito anterior, relacionada a drogas ou estilo de vida", diz o Dr. Sagesaka.

 

G1

Foto: Reprodução/TV Tribuna

lentesOs olhos podem ser uma porta de entrada para micro-organismos. Esses micro-organismos podem levar até a perda da visão, como mostrou o Bem Estar desta quinta-feira (4). Participaram do programa os oftalmologistas Emerson Castro e Milena Chibana.

As lentes de contato, se usadas de forma errada, podem ser a porta de entrada para essas infecções nos olhos. Isso porque o mau uso da lente pode causar pequenos machucados nos olhos.

A solução de lente de contato é a mais indicada na hora de higienizar as lentes. Ela limpa, lubrifica, tira a oleosidade, evitando o acúmulo de proteína e moléculas de gordura que aderem à lente e que podem machucar o olho.
Veja algumas dicas para higienizar a lente de contato:

Lave e seque as mãos antes de manusear as lentes


Limpe as lentes antes e depois de colocar no olho


Respeite o prazo de validade


Troque o estojo a cada três meses


Não durma de lente


Evite o uso de lente em viagens de avião prolongadas


Não entre no mar ou piscina com as lentes (só se forem descartáveis)


Coloque a lente antes de passar a maquiagem


Jamais compartilhe as lentes


Não usar soro fisiológico, água ou saliva para limpar ou na manutenção das lentes

 

G1

Foto: Augusto Carlos/TV Globo

idosoMais de 75% dos idosos brasileiros dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com estudo divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (1º).

O Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) mostrou que 83% realizaram pelo menos uma consulta médica nos últimos 12 meses e 10% foram hospitalizados uma ou mais vezes.

Quase 40% dos idosos possuem ao menos uma doença crônica e 30% apresentam duas ou mais, como diabetes, hipertensão e artrite. Portanto, ao todo, 70% dos idosos dispõem de alguma doença crônica.

De acordo com pesquisas anteriores promovidas pelo Ministério da Saúde, 25% dos idosos têm diabetes, 57% hipertensão, 19% obesidade e 67% excesso de peso (que inclui obesidade e sobrepeso). As doenças crônicas são responsáveis por mais de 70% das mortes do país, segundo a pasta.

A pesquisa apontou também que 85% da população com 50 anos ou mais vive em área urbana. Entre os relatos sobre hábitos de comportamento, 43% dos idosos disseram ter medo de cair na rua.

O estudo foi realizado sob a coordenação da professora Maria Fernanda Lima-Costa, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de Minas Gerais, com pessoas com 50 anos ou mais em 70 cidades nas cinco regiões do país entre 2015 e 2016. Não foi informado o número de pessoas entrevistadas.

Segundo o Ministério, embora consideram-se idosos aqueles acima de 60 anos, pessoas com 50 anos foram incluídas na pesquisa para análise da transição entre os períodos reprodutivo e de aposentadoria.

“Mais de 80% da população se diz satisfeita com a atenção que ela recebe. Então ter um sistema público de saúde universal é extremamente importante. O SUS possui bons indicadores de resolutividade, então é necessário que se preserve o sistema que é modelo para o mundo. Se você melhora a condição de saúde da população, você também aumenta a longevidade no trabalho", afirmou a pesquisadora, por meio de nota.

O estudo custou R$ 7,3 milhões, sendo R$ 4,2 milhões provenientes do Ministério da Saúde e R$ 3,1 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O Brasil tem 29,3 milhões de idosos, o que corresponde a 14,3% da população, de acordo com o Ministério da Saúde. A projeção é que, em 2030, o número de idosos supere o de crianças e de adolescentes entre 0 a 14 anos. Nos últimos 70 anos, a média de vida do brasileiro aumentou 30 anos, passando de 45,4 anos, em 1940, para 75,4 anos, em 2015.

“Temos que cuidar da saúde dos brasileiros desde a infância para que tenham uma vida cada vez mais saudável. Isso significa voltar nossas ações para uma alimentação saudável, para a promoção de atividades físicas, inibir o consumo do álcool e do tabaco, e ainda para as pessoas com idade acima de 60 anos, oportunizar o diagnóstico de doenças de forma cada vez mais precoce. É dessa maneira que podemos oferecer à nossa população um envelhecimento saudável”, afirmou o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, por meio de nota.

 

R7

EBC