Algumas posições de yoga exigem com que seus praticantes joguem o peso do corpo na cervical. Contudo, isso pode ser extremamente perigoso para quem tem osteoporose e osteopenia.
Uma pesquisa realizada por pesquisadoras do Departamento de Medicina Física e Reabilitação da Mayo Clinic (Estados Unidos) contou com 89 pacientes com osteoporose ou osteopenia. Todos os participantes continham relatos, ao darem entrada em hospitais, de dores após sessões de yoga.
A osteopenia e a osteoporose são doenças ocorridas devido à redução da densidade óssea, que normalmente ocorre por falta de cálcio e fósforo nos ossos. A osteopenia é caracterizada pela diminuição de massa óssea de 10% a 25%; e a osteoporose, acima de 25%. Ambas doenças resultam em ossos mais fracos e, então, em maior chances de fraturas.
Dentre os pacientes avaliados, foram notados problemas recorrentes à prática do yoga, como degeneração de discos vertebrais e fraturas na coluna. Isso devido a posturas que exigiram muita flexão ou pressão na espinha dorsal.
Apesar do resultado, as autoras do estudo afirmam que quem tem osteoporose ou osteopenia não deve abolir o yoga, mas, sim, minimizar os riscos da modalidade. Para isso, é preciso ter acompanhamento constante de profissionais especializados e um trabalho focado na melhora do equilíbrio, força e flexibilidade.
minhavida
Foto: iStockphoto.com/GeorgeRudy
Já havia entrevistado o oftalmologista Magno Antonio Ferreira no começo do ano, quando ele falou da degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, a principal causa de perda de visão em pessoas acima dos 50 anos. Desta vez, o assunto acabou sendo o diabetes, que avalia como “uma verdadeira epidemia” e que, no que diz respeito a seu campo de estudo, especificamente a área da retina, é a causa mais comum de perda irreversível de visão.
O tratamento é feito de fora para dentro do rosto. “Primeiro é feita a aplicação nas bochechas, depois na região das têmporas até chegar ao bigode chinês”, explica a dermatologista e consultora do Bem Estar Márcia Purceli.
Cientistas da Universidade do Arkansas, nos Estados Unidos, desenvolveram um protótipo de laser capaz de destruir células cancerígenas que circulam na corrente sanguínea. A técnica é totalmente não-invasiva, ou seja, o procedimento é feito do lado de fora do corpo do paciente.