A Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi) realizou, nesta quarta-feira (21), uma oficina virtual para qualificação dos membros dos comitês de prevenção da mortalidade materna, infantil e fetal dos hospitais da rede estadual onde são realizados partos.
A atividade foi coordenada pelo Comitê Estadual de Prevenção de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal, instituído pela Portaria Nº 5855, de 20 de setembro de 2023, que abordou temas que dizem respeito ao aperfeiçoamento das ações do grupo.
“Essas oficinas são importantes, porque acreditamos que, qualificando e fortalecendo os comitês regionais e hospitalares, será uma forma efetiva da gente combater os números de morte materna, infantil e fetal”, destacou Arimatéia Santos, presidente do comitê estadual.
A programação incluiu, entre outras coisas, a discussão das legislações, definições e atribuições do comitê, o fluxo de declaração de óbito e ficha de investigação hospitalar do óbito materno, infantil e fetal, bem como a abordagem do plano de ação do comitê hospital e sua importância
“Quando fazemos nossas reuniões periódicas, nos deparamos e discutimos esses óbitos, percebemos a importância da assistência. Primeiro a ambulatorial, pré-natal, mas também a assistência hospitalar para reduzirmos esses números ainda mais”, pontuou o presidente.
Os comitês hospitalares e macrorregionais atuam na identificação das possíveis causas dos óbitos maternos, infantis e fetais, a identificação ajuda na tomada de decisão e identificação dos pontos que precisam de melhorias dentro da rede.
Dados preliminares do Comitê Estadual de Prevenção de Mortalidade Materno, Infantil e Fetal da Sesapi apontam que, em 2023, o Piauí alcançou uma redução de 39,3% na mortalidade materna em relação ao ano anterior.
Quando começa o período das chuvas, automaticamente, começa a preocupação com a dengue que é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
A dengue é uma doença que não possui uma taxa de mortalidade muito elevada, com aproximadamente 40 óbitos para cada 100.000 casos registrados (0,04%). Os óbitos pela doença, conforme estudo, ocorrem quase que exclusivamente nos casos mais graves, também chamados de dengue hemorrágica, forma que cursa com complicações, tais como choque circulatório, hemorragia digestiva e comprometimento de órgãos vitais, como fígado, coração e sistema nervoso central.
Nessa terça-feira, 20, o Dr. Vinicius Coelho, médico infectologista, numa entrevista ao Ivan Nunes, do PN, esteve falando sobre a doença e esclarecendo alguns pontos.
Mulheres de meia-idade que dormem menos de cinco horas todas as noites aumentam drasticamente o risco de doenças cardiovasculares, incluindo ataque cardíaco. A conclusão é de acordo com um novo estudo publicado na revista Circulation da American Heart Association.
Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh acompanharam quase 3.000 mulheres, com idades entre 42 e 52 anos, ao longo de 22 anos. Eles registraram seus hábitos de sono e saúde cardíaca.
A maioria das mulheres (55%) disse dormir cerca de seis horas e 30 minutos por noite, mas 14% relataram dormir menos de cinco horas regularmente.
O estudo descobriu que as mulheres que dormiam menos de cinco horas por noite, em média, tinham 72% mais probabilidade de sofrer derrames, ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e doença arterial coronariana do que aquelas que dormiam mais de seis horas todas as noites. O impacto na saúde foi ainda pior para as mulheres que lutavam contra sintomas de insônia mais de três vezes por semana e dormiam menos de cinco horas por noite, em média.
Descobriu-se que essas mulheres tinham uma chance 75% maior de desenvolver doenças cardíacas.
Qual a ligação entre sono e doenças cardíacas? Os especialistas sugeriram que a ligação entre sono e doenças cardíacas pode dever-se ao fato de o sono insuficiente poder aumentar a pressão arterial e desencadear resistência à insulina, o que aumenta o risco de danificar os vasos sanguíneos.
A falta de sono adequado também aumentou o risco de obesidade nas mulheres – o que contribui para problemas cardiovasculares.
Os pesquisadores sugeriram que isso provavelmente se devia à incapacidade do corpo exausto de monitorar a fome e a saciedade.
Estudos anteriores mostraram que muitos adultos sofrem de aumento de problemas de sono e degradação da saúde cardiovascular à medida que entram na meia-idade.
A falta de sono profundo também pode ter efeitos prejudiciais à saúde mental. Isso porque o sono desempenha um papel vital na regulação do humor, na consolidação da memória, no processamento emocional e na função cognitiva.
Quando não dormimos o suficiente, especialmente quando não alcançamos os estágios mais profundos do sono, isso pode ter várias consequências negativas, incluindo maior risco de depressão e ansiedade e agravamento de sintomas de transtornos mentais existentes.
A Ivermectina ficou especialmente conhecida após a pandemia do Covid-19. Na época, falava-se muito sobre sua suposta eficácia no tratamento contra o vírus.
É inegável que o momento vivido pela sociedade permitiu que diversos medos e inseguranças se instalassem entre a população, que no anseio por proteção buscava uma cura.
Houveram testes laboratoriais que verificaram uma eficácia considerável contra o vírus, porém apenas in vitro, ou seja, fora de um organismo vivo.
Após a etapa laboratorial, os testes clínicos são essenciais para garantir que o medicamento irá funcionar nos seres humanos.
Algum tempo depois, um estudo clínico comprovou cientificamente que a ivermectina não era útil no tratamento de doenças infecciosas, como as causadas por vírus e bactérias, por exemplo.
Quer saber mais sobre a ivermectina, seu uso e se ela pode auxiliar no tratamento contra a dengue? Então continue lendo o artigo!
Índice — Neste artigo, você encontrará:
O que é Ivermectina e para que é indicado? O que é a dengue e como ela é transmitida? Quais são os sintomas mais comuns? Qual o tratamento indicado contra a dengue? A Ivermectina trata a dengue? O que é Ivermectina e para que é indicado? A ivermectina é um medicamento que atua no organismo de humanos e animais, como o cachorro.
Sua ação principal é antiparasitária, sendo comumente utilizado no tratamento de condições causadas por vermes ou parasitas, como:
Ascaridíase (lombriga);
Escabiose (sarna);
Pediculose (piolho);
Entre outros.
O que é a dengue e como ela é transmitida? A dengue é uma doença infecciosa com características específicas. São elas:
Febril aguda: presença de febre com início súbito, podendo estar associada a outros sintomas, como calafrios, mal-estar geral e dores musculares, por exemplo;
Sistêmica: que comumente afeta mais de um tecido ou órgão do corpo; Dinâmica: podendo causar a regressão ou o agravamento dos sintomas, o que exige monitoramento e reavaliação frequentes;
Debilitante: causa um mal-estar geral capaz de afetar os músculos e a capacidade física, bem como o funcionamento do cérebro e o processo que forma os pensamentos;
Autolimitada: possui evolução limitada e específica, sendo geralmente de baixa gravidade, durante um período de tempo e que pode se curar sem tratamento. Vale uma observação de que apesar de ser autolimitada, ela também é dinâmica, podendo evoluir de forma mais grave, principalmente sem o tratamento médico adequado. Então, não espere que a doença se cure sozinha, procure orientação médica.
Essa condição é considerada uma arbovirose, doenças que são causadas por vírus e transmitidas, principalmente, por mosquitos.
No caso da dengue, sua causa é o vírus do gênero Flavivírus, enquanto sua transmissão ocorre pela picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti.
Quais são os sintomas mais comuns? O vírus do gênero Flavivírus normalmente provoca alguns sintomas semelhantes aos da gripe. Dentre os mais comuns, podemos destacar:
Cansaço e fadiga; Dor no corpo; Perda de paladar e apetite; Perda de peso. Outros são um pouco mais específicos, como:
Febre alta; Dor de cabeça forte; Dor atrás dos olhos; Dores nos ossos e articulações; Tontura; Náuseas e vômitos. Além disso, ainda é possível que o quadro seja assintomático ou apresente apenas sintomas leves.
A Ivermectina trata a dengue? A resposta mais simples e direta é: não! A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus, e como falado anteriormente, a ivermectina é um antiparasitário.
Uma possível eficácia contra os vírus, apesar de verificada nos testes laboratoriais in vitro, foi descartada pelos testes clínicos, ou seja, não tem ação antiviral no organismo.
Além disso, o uso de medicamentos sem comprovação científica contra alguma doença e sem orientação profissional especializada é desaconselhado. O uso indiscriminado de medicamentos pode causar complicações como:
Agravamento do quadro clínico geral do paciente, pois pode mascarar sintomas, não mostrando a real evolução do quadro; Mutação viral, resultando em microrganismos mais resistentes; Outras condições de saúde, como, por exemplo, cirrose medicamentosa, causada pelo excesso de medicamentos no fígado. A prevenção é o método mais eficaz contra a dengue. Então lembre-se de manter os lugares que frequenta, como casa e trabalho, limpos e sem locais que favoreçam o acúmulo de água parada, pois podem se tornar foco de vetores da doença.
Mas caso a infecção ocorra, é importante buscar orientação médica. Seguindo o tratamento corretamente, as chances de se curar sem grandes complicações aumentam.