A profissional em saúde Caroline Reis, secretária de Saúde do Município de Floriano, foi uma das autoridades que estiveram presentes na solenidade realizada ontem pelo Dia do Autista.

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O evento, com apresentações culturais e palestra, foi na Câmara de Vereadores e contou com presenças de alguns dos parlamentares, o público-alvo e seus familiares. Carolina, que estava representando o prefeito Antônio Reis (seu pai) destacou a importância do evento solene que foi o alusivo ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo. 

Da redação

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse nesta quarta-feira (3) que as coberturas vacinais que mais preocupam a pasta são sarampo, HPV e Covid-19. A declaração foi dada durante lançamento do Movimento Nacional pela Vacinação nas Escolas, realizado no Centro de Ensino Fundamental 306 Norte do Distrito Federal.

"A preocupação é sempre muito grande com o sarampo, até porque ele retornou e queremos eliminá-lo. Mas eu diria que todas as vacinas que estão no Programa Nacional de Imunização, como Covid-19 e HPV, são uma preocupação", destacou.

Relacionado ao HPV, nesta semana o Ministério da Saúde emitiu nota técnica que alterou o esquema vacinal do imunizante para dose única. O público-alvo continua sendo formado por meninas e meninos de 9 a 14 anos, assim como pessoas com imunocomprometimento ou vítimas de violência sexual.

"Estamos fazendo uma busca ativa dos jovens até 19 anos que ainda não foram vacinados. É um tempo de reconstruir a confiança na saúde, na educação e na vacinação", reforçou Nísia.

O vírus do HPV é o principal causador de câncer de colo de útero. Ano passado, foram aplicadas 6,1 milhões de doses da vacina contra o HPV, o maior número desde 2018 (5,1 milhões) e que representa um aumento de 42% em relação a 2022, quando foram aplicadas pouco mais de 4 milhões de doses.

Campanha nas escolas Sobre o começo da vacinação nas escolas, a ministra destacou a importância de facilitar o acesso às campanhas para os pais e responsáveis.

"Há a orientação de que os pais que, por alguma razão, não queiram a vacinação, deixem uma declaração com esse sentido nas escolas. A comunidade escolar, a Secretaria de Educação e o Ministério da Saúde trabalham não de forma impositiva pela vacinação, mas de forma assertiva para garantir a proteção dessas crianças. E estamos fazendo justamente esse apelo, de como é importante essa vacinação para as crianças e jovens", disse a titular da pasta.

R7

 

A Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi) ampliou o atendimento do serviço nutricional oferecido pela Farmácia do Povo. Agora, além dos pacientes, os acompanhantes cadastrados também poderão usufruir do serviço.

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Em respeito à Lei 13.021/14, que legitima a Farmácia como um estabelecimento de assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva, o princípio da universalidade do SUS que garante ao cidadão o direito à saúde e acesso a todos os serviços públicos e a preocupação com a melhoria dos serviços prestados na Farmácia do Povo, o serviço nutricional passa a ser acessível a todos que o solicitem: pacientes e acompanhantes/representantes.

É muito importante que todas as pessoas procurem esse tipo de profissional para entender que não se trata apenas do emagrecimento, mas sim de diversas outras questões nutricionais.

Dentre os principais objetivos desse acompanhamento, encontram-se, também, a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos a partir de uma alimentação equilibrada e saudável.

“A Terapia Nutricional precisa fazer parte da rotina de todos, pois esse acompanhamento vai auxiliar na melhoria da saúde, é um autocuidado”, destaca Manoel Pinheiro, diretor-geral da Diretoria de Unidade da Assistência Farmacêutica (DUAF).

A consulta é personalizada, atendendo desde crianças até idosos, independente da condição clínica. Basta realizar o agendamento prévio.

Os atendimentos de nutrição na Farmácia do Povo acontecem de segunda a sexta-feira, a partir das 13h30. Para agendar a consulta é necessário entrar em contato com a unidade, através do telefone (86) 99420-8961(whatsapp).

Sesapi

A vacinação contra o HPV no Brasil passará a ser feita em dose única, informou a ministra da Saúde, Nísia Trindade, na noite dessa segunda-feira (1º). Até então, o país utilizava um esquema de duas doses para combater a infecção, principal causadora do câncer de colo de útero.

“Uma só vacina vai nos proteger a vida toda contra vários tipos de doença e de câncer causados pelo HPV, como o câncer de colo de útero. Não vamos deixar que crianças e jovens corram esse risco quando crescerem”, escreveu a ministra em seu perfil na rede social.

Nísia pediu que estados e municípios façam uma busca ativa por jovens até 19 anos que não receberam nenhuma dose da vacina. Segundo ela, foram aplicadas 5,6 milhões de doses do imunizante em 2023. “O maior número desde 2018 e um aumento de 42% no número de doses aplicadas em relação a 2022.”

“Agora, temos mais vacinas para proteger nossa população contra os riscos causados por esse vírus. Usar apenas uma dose de vacina foi uma decisão baseada em estudos científicos, conforme recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde)”, destacou.

Quem pode se vacinar A imunização no Brasil é indicada para meninos e meninas de 9 a 14 anos; vítimas de abuso sexual de 15 a 45 anos (homens e mulheres) que não tenham sido imunizadas previamente; pessoas que vivem com HIV; transplantados de órgãos sólidos e de medula óssea; e pacientes oncológicos de 9 a 45 anos.

Testagem Em março, o Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao SUS (Sistema Único de Saúde) de um teste para detecção de HPV em mulheres classificado pela própria pasta como inovador. A tecnologia utiliza testagem molecular para a detecção do vírus e o rastreamento do câncer do colo do útero e permite que a testagem seja feita apenas de cinco em cinco anos.

A forma atual de rastreio do HPV, feita por meio do exame conhecido popularmente como papanicolau, precisa ser realizada a cada três anos. A incorporação do teste na rede pública passou por avaliação da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde), que considerou a tecnologia mais precisa que a atualmente ofertada no SUS.

A infecção O HPV é considerado a infecção sexualmente transmissível mais comum em todo o mundo e o principal causador do câncer de colo de útero. A estimativa do ministério é que 17 mil mulheres sejam diagnosticadas com a doença no Brasil todos os anos.

Apesar de se tratar de uma enfermidade que pode ser prevenida, ela segue como o quarto tipo de câncer mais comum e a quarta causa de morte por câncer em mulheres - sobretudo negras, pobres e com baixos níveis de educação formal.

Agência Brasil