A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que os testes para diagnóstico de covid-19 disponíveis no mercado não devem ser utilizados para atestar o nível de proteção contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) após a vacinação. Isso porque estes testes não têm essa finalidade. 

Segundo a Anvisa, é importante informar a população que os produtos atuais registrados no Brasil possibilitam apenas a identificação de pessoas que tenham se infectado pelo Sars-CoV-2. “Os testes disponíveis não foram avaliados para verificar o nível de proteção contra o novo coronavírus”. A Agência ressalta também que, mesmo quando usados para a finalidade correta, os resultados fornecidos pelos testes só devem ser interpretados por profissionais de saúde.
A agência reforça, ainda, que não há embasamento científico que correlacione a presença de anticorpos contra o Sars-Cov-2 no organismo e a proteção à reinfecção. Sendo assim, nenhum resultado de teste de anticorpo (neutralizante, IgM, IgG, entre outros) deve ser interpretado como garantia de imunidade e nem mesmo indicar algum nível de proteção ao novo coronavírus.
Acesse aqui a nota técnica divulgada pela Anvisa sobre os testes para diagnóstico de covid-19.
*Com informações da Anvisa
Agência Brasil
A ácido acetilsalicílico não aumenta as chances de sobrevivência em pacientes infectados com covid-19 grave, é o que mostra resultados precoces de um dos maiores ensaios do Reino Unido que estuda os efeitos do analgésico e anticoagulante comumente usado.
Pesquisa realizada em Israel concluiu que, após um intervalo de 13 a 24 dias, a primeira dose da vacina da Pfizer reduz em 51% as chances de uma infecção por covid-19 e em 54% as chances de casos sintomáticos da doença. Os resultados do estudo foram publicados nesta segunda-feira (7) no Jama (Journal of the American Medical Association).