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A partir desta quinta-feira (17), a Secretaria de Saúde de Floriano dá mais um passo adiante na vacinação de gestantes e puérperas sem comorbidades (mulher nessa situação com comorbidades já foram imunizadas). Segundo o Secretário de Saúde, James Rodrigues, essa decisão foi confirmada na tarde desta quarta-feira (18) e levou em consideração os grupos essenciais já que as gestantes carregam duas vidas em um corpo só e há condições de vacinação deste grupo. 

A imunização ocorrerá de maneira agendada através dos agentes comunitários de saúde que já monitoram essas mulheres no acompanhamento do pré-natal. A imunização deste grupo foi autorizada pelo Ministério da Saúde apenas com imunizantes da Pfizer e Coronavac.

A nota técnica Nº 627, expedida pelo Ministério da Saúde, avalia que a vacinação das gestantes e puérperas deverá ser condicionada a prescrição médica após avaliação individualizada de risco benefício e que aquelas que ainda não tenham sido vacinadas deverão ser vacinadas com vacinas COVID-19 que não contenham vetor viral (Sinovac/Butantan ou Pfizer).

 

As gestantes e puérperas (incluindo as sem fatores de risco adicionais) que já tenham recebido a primeira dose da vacina AstraZeneca/Oxford poderão complementar o esquema, em caráter de excepcionalidade, com outra vacina que não utilize a plataforma de vetor viral (Sinovac/Butantan ou Pfizer).

 

Em maio, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), sancionou a lei Nº 7.501, que estabelece a prioridade na vacinação contra a Covid-19 de gestantes, puérperas e lactantes no estado do Piauí.

Grande parte dos cerca de 250 presidiários, alguns condenados, que estão na Penitenciária de Vereda Grande, zona rural de Floriano, estão sendo vacinados nessa quarta-feira contra o novo coronavírus

De acordo com fontes do Piauí Notícias, as doses e profissionais foram enviados pela Saúde.

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O presídio Gonçalo de Castro Lima tem capacidade para cerca de 180 presidiários, mas tem mais de 250 homens encarcerados.  Há informações de que todos dos agentes e prestadores de serviços do Sistema já foram vacinados.

Da redação

IMAGEM: ilustrativa

 

Os cientistas identificaram como e por que alguns pacientes com Covid-19 podem desenvolver coágulos com risco de vida, o que pode levar a terapias direcionadas que evitam que isso aconteça. O trabalho, liderado por pesquisadores da RCSI University of Medicine and Health Sciences, foi publicado no Journal of Thrombosis and Haemostasis .

Pesquisas anteriores estabeleceram que a coagulação do sangue é uma causa significativa de morte em pacientes com Covid-19. Para entender por que essa coagulação acontece, os pesquisadores analisaram amostras de sangue retiradas de pacientes com coronavírus na Unidade de Terapia Intensiva do Beaumont Hospital, em Dublin.

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Eles descobriram que o equilíbrio entre uma molécula que causa a coagulação, chamada Fator de von Willebrand (VWF), e seu regulador, chamado ADAMTS13, é gravemente perturbado em pacientes com Covid-19 grave.

Quando comparado aos grupos de controle, o sangue de pacientes com Covid-19 apresentou níveis mais elevados das moléculas de VWF pró-coagulação e níveis mais baixos de ADAMTS anticoagulantes13. Além disso, os pesquisadores identificaram outras alterações em proteínas que causaram a redução de ADAMTS13.

“Nossa pesquisa ajuda a fornecer informações sobre os mecanismos que causam coágulos sanguíneos graves em pacientes com Covid-19, o que é fundamental para o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes”, disse o Dr. Jamie O’Sullivan, o autor correspondente do estudo e conferencista de pesquisa no Irish Center para Biologia Vascular no RCSI.

“Embora mais pesquisas sejam necessárias para determinar se as metas destinadas a corrigir os níveis de ADAMTS13 e VWF podem ser uma intervenção terapêutica bem-sucedida, é importante que continuemos a desenvolver terapias para pacientes com Covid-19. As vacinas contra coronavírus continuarão a ser indisponível para muitas pessoas em todo o mundo, e é importante que forneçamos tratamentos eficazes para elas e para aqueles com infecções revolucionárias. “

IstoÉDinheiro

 

microcefaliaCientistas do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação Oswlado Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro e da Bahia, identificaram um possível biomarcador da microcefalia no plasma de recém-nascidos, expostos ao vírus Zika, quando ainda estavam na barriga da mãe. Biomarcadores são substâncias ou componentes usados como indicador de alguma doença.

A partir da identificação de alterações lipídicas no plasma dos bebês, o estudo traz novas informações sobre a origem e formação da doença e a possibilidade do uso marcadores laboratoriais para acompanhamento e análise da gravidade dos casos. Os lipídios, também conhecidos como gorduras, são uma classe de moléculas biológicas formadas por ácidos graxos e álcool.

De acordo com o estudo, durante o desenvolvimento inicial do cérebro, os lipídios desempenham um papel central no metabolismo, e alterações nessas estruturas podem afetar o desenvolvimento embrionário, especialmente do cérebro e dos olhos.

Os resultados podem contribuir para o diagnóstico precoce e monitoramento da zika congênita, tanto em bebês com microcefalia quanto nos assintomáticos.

A zika congênita é caracterizada pela transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gestação e se apresenta com uma diversidade de quadros clínicos, que vão de casos assintomáticos à microcefalia e outras anormalidades no desenvolvimento neurológico, manifestadas na primeira infância.

Recém-nascidos expostos ao vírus Zika que não apresentam microcefalia também podem desenvolver anormalidades de 1 a 3 anos e meio após o nascimento, conforme revelado por imagens do cérebro e avaliações de desenvolvimento neurológico.

Antes da covid 19, o zika foi a última emergência mundial em saúde pública. O Brasil foi o país com maior número de casos da doença, entre 2015 e 2016. A epidemia afetou principalmente o nordeste brasileiro, onde milhares de bebês nascidos de mães infectadas pelo vírus desenvolveram microcefalia associada à doença.

Rádio Nacional

Foto: TVBrasil