O deputado federal Júlio César (PSD) voltou a cobrar durante reunião com técnicos da Receita Federal que sejam classificados os cerca de R$ 7,3 bilhões ainda não compartilhados com estados e municípios.
A cobrança foi feita durante a primeira reunião do ano com os técnicos da Receita Federal e membros da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, que ocorre quinzenalmente na sala da presidência da Comissão.
O deputado afirmou que o valor é muito maior, já que não constam as cifras que compreende o período entre junho de 2013 e os dias atuais.
A classificação pedida pelo parlamentar referem-se ao Refis (Programa de Recuperação Fiscal) da MP 470, ao Refis da Crise e ao Refis dos Bancos. “Vai dar mais de R$ 1 bilhão para estados e municípios”, calcula Júlio César.
Diante das cobranças, o presidente da Comissão, deputado Mário Feitosa (PMDB-CE) mandou oficializar a Receita Federal sobre o assunto.
“Nós vamos enviar um pedido oficial e queremos obter uma resposta oficial, com o porquê de não ter havido ainda a classificação do Refis da MP 470, do Refis da Crise e do Refis dos Bancos, mesmo depois das reiteradas cobranças do deputado Júlio César”, falou.
Isolda monteiro
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Piauí (OAB-PI), Willian Guimarães, reafirmou o posicionamento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que concedeu parecer favorável à Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) ajuizada pela OAB contra a Lei Cartórios. Segundo o advogado, a lei do Piauí fere a Constituição, seguindo a contramão da Constituição Federal.
A proposta limita a aplicabilidade das cotas ao prazo de dez anos. De acordo com o texto, as cotas valerão em concursos realizados para a administração pública federal, autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União, como Petrobras, Caixa Econômica Federal, Correios e Banco do Brasil. O projeto não estende as cotas para os poderes Legislativo e Judiciário.